Relações familiares são tema do 11º Congresso Brasileiro de Capelania Escolar

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4/12/2017

Evento prepara capelães para lidar com assuntos do cotidiano nas escolas.

A 11ª edição do Congresso Brasileiro de Capelania Escolar, realizada pela RTM e pela Mocidade para Cristo Brasil (MPC), ocorreu entre 12 e 15 de outubro, em São Bento do Sul (SC). Teve como tema “Semeando esperança nas escolas brasileiras”, com foco na família.

O evento aborda assuntos socialmente relevantes que convergem com a realidade da igreja e da escola. A proposta é instrumentalizar a igreja, trazendo fundamentação bíblica, contextualização dos assuntos e base para a capelania no dia a dia. O Congresso oferece assistência para que o capelão consiga semear esperança e fé no ambiente escolar.

Capelães durante o 11º Congresso Brasileiro de Capelania Escolar

Foram realizadas, ao todo, nove palestras. O pastor Luiz Sayão tratou sobre o tema “Divórcio, como proceder?”, material disponível neste link; a capelã e pastora Joslaine Andrade complementou o assunto ao destacar as consequências da separação conjugal na palestra “Capelania e Coaching para pais”, abordando como o divórcio interfere no rendimento escolar, como o capelão pode dar suporte para pais, alunos e educadores que estão enfrentando situações de divórcio.

A palestra “Comunicação criativa para estudantes”, ministrada pelo capelão Breno Brilhante, abordou a linguagem da juventude brasileira e como o capelão pode se conectar com um adolescente. Raquel Tessari tratou da “Captação de Recursos”, uma preocupação atual sobre a sustentabilidade do ministério.

Luiz Sayão ministrando a palestra “Divórcio, como proceder?”

O pastor Marcelo Gualberto falou sobre “Capelania Escolar: esperança para uma escola em crise” e trabalhou o cuidado pastoral com o capelão. Já o pastor Márcio Alexandre trouxe o tema “Capelania – Missão da igreja na escola”. A palestra “Educação por princípios na família” foi apresentada pelo pastor André Souza Lima. A psicóloga Marisa Lobo aprofundou o debate sobre a “Ideologia de gênero na educação” e Déborah Munir destacou os projetos Escola da Vida, Estudantes em Ação e Catavento.

“Ideologia de gênero, divórcio e outros assuntos não costumam ser tratados. Não recebemos preparo para lidar com eles. Por isso, os capelães vão ouvir falar nos congressos. Precisamos saber o que a juventude está recebendo nas escolas. Nossa intenção é instrumentalizar a igreja para atuar nas escolas”, conclui a capelã e pastora Joslaine Andrade.

Pastor Marcelo Gualberto e psicóloga Marisa Lobo