Vitaminas

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21/06/2017 – FIQUE POR DENTRO

Muito se fala sobre a importância das vitaminas para o corpo. Elas são uma categoria de nutrientes essenciais que nosso organismo não é capaz de produzir, ou até pode produzir, mas em pequenas quantidades, que não são suficientes para manter o corpo em equilíbrio.

É importante ressaltar que as necessidades nutricionais das vitaminas podem variar de pessoa para pessoa. Mas durante os períodos de crescimento, gestação, amamentação, em condições de trabalho intenso e ocorrência de determinadas doenças, principalmente as infecciosas, essa necessidade costuma aumentar.

A ciência conhece aproximadamente uma dúzia de vitaminas, sendo que as principais são designadas por letras. Essas vitaminas podem ser encontradas em muitos alimentos, especialmente os de origem vegetal.

 

Entrevista com a nutricionista, Danielle Andrade. Ela fala sobre vitaminas. Confira:

 

Excesso de peso aumenta em 50% o risco de doença do coração

Segundo um estudo inglês, o excesso de peso acaba com a nossa reserva de saúde. Além disso, o excesso de peso aumenta em 50% de doença no coração.

Entretanto, não são só as pessoas acima do peso que correm esse risco. Pessoas magras também podem ter colesterol alto, hipertensão e triglicérides. O estudo separou a população em 4% categorias: magro saudável, sem nenhum fator metabólico, magro com algum fator metabólico, obeso sem nenhum fator metabólico e obeso com fator metabólico.

O que chamou a atenção é que os magros com problemas metabólicos têm maior risco de desenvolvimento de doenças que os obesos. Por isso, é importante fazer a avaliação médica independentemente do peso. Um obeso não é saudável, mas só estar no peso também não é sinônimo de saúde.

Os marcadores metabólicos são importantes para medir o risco cardíaco e vascular do paciente. Outros fatores também são importantes como obesidade, risco de formação de coágulos, inflamação sistêmica, sedentarismo e gordura no fígado.

Polícia Federal vê indícios de corrupção passiva em caso da JBS

A Polícia Federal enviou na última segunda-feira, dia 19 de junho ao Supremo Tribunal Federal um relatório parcial do inquérito sobre o presidente Michel Temer. Além disso, a Polícia também pediu mais tempo para concluir as investigações. No relatório entregue, a Polícia aponta indícios de que Temer e os ex-assessores Rodrigo Rocha Loures cometeram o crime de corrupção passiva.

Segundo o Código Penal, em seu artigo 371, o crime de corrupção passiva é aquela em que a pessoa recebe uma compensação por algo. Esse tipo de corrupção é cometido pelo agente público corrompido, no caso da investigação e segundo a Polícia Federal, o presidente Michel Temer e seu assessor Rodrigo Rocha Loures.

Contudo, vale ressaltar que mesmo que chamado de “passivo”, isso não significa que o corrompido não tenha algum papel ativo, por assim dizer, na prática da corrupção. Afinal, muitas vezes a pessoa que recebe algum benefício é quem solicitou. Da mesma forma como acontece com a corrupção ativa, o crime de corrupção passiva já é configurado pelo simples ato de solicitar ou receber vantagem indevida, sem que seja necessário que a pessoa solicitada atenda ao pedido.

A pena para o crime de corrupção passiva varia de 2 a 12 anos de prisão, mais a multa.

Zona de conforto

Rotina. Palavra indesejada por muitos, fundamental para alguns e vivida por praticamente todos nós. A rotina tem sua função na vida. Criamos rotinas diárias, como acordar em determinado horário e repetir o mesmo processo matinal em todos os dias de trabalho. As rotinas nos ajudam a mantermos a organização do dia, evitando atrasos, atropelos de agenda, entre outras coisas que reconhecemos serem necessárias.

Algumas pessoas se sentem plenamente confortáveis dentro de suas rotinas. Outras, não vivem sem elas e desenvolvem um desejo patológico por rotina. Seja qual for o seu caso, é bom notar que algumas de nossas rotinas nos são impostas pelas responsabilidades que temos, e outras são criadas por nós mesmos.

Acontece que ninguém vive sozinho. Seria bom refletirmos sobre as nossas rotinas na tentativa de descobrir se elas estão ou não desagradando aqueles que vivem conosco?

Comer sempre no mesmo restaurante. Pedir sempre os mesmos pratos. Fazer sempre os mesmos passeios. Viajar sempre para o mesmo lugar nas férias. Para quem faz isso, pode ser um paraíso, mas para quem é obrigado a viver a rotina do outro, pode ser um verdadeiro pesadelo.

Esse tipo de rotina pode trazer a sensação de conforto, embora não haja nada que nos impeça de experimentarmos o novo. Sair da zona de conforto pode ser uma aventura para algumas pessoas. De fato, toda mudança acaba gerando desconfortos momentâneos, mas são logo compensados pelo prazer da descoberta de algo novo, uma experiência nova.

Experimentar o novo é algo próprio da natureza humana. Não somos como o João-de-barro, que faz o mesmo tipo de ninho há séculos! Nós inventamos, criamos e aperfeiçoamos o mundo ao nosso redor. Por que não sair da sua zona de conforto para experimentar algo novo? Que tal hoje mesmo?

Por: Israel Mazzacorati