Violência urbana

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04/04/2017

A violência, embora exista em todos os meios, apresenta-se de forma mais frequente nos meios urbanos. As causas da violência são complexas e envolvem questões socioeconômicas, demográfica, cultural e politica.

Caracas, na Venezuela, com média anual de 120 casos de homicídios intencionais para cada 100 mil habitantes é a cidade mais violenta do mundo. Os dados são do Conselho Cidadão para a Segurança Pública do México, que realiza um levantamento anual para determinar as 50 cidades mais perigosas do mundo. Como nem todos os países possuem informações detalhadas, o levantamento varia de cidade para cidade. No caso de Caracas, eles contabilizaram os corpos do necrotério.

Com o sociólogo, Edin Sued Abumanssur. Ele fala sobre a violência urbana

 

 

Ciclistas desenvolvem aplicativos para ajuda mútua

Ciclistas de grandes cidades estão desenvolvendo aplicativos de smartphones para se ajudarem mutuamente diante do desafio de se deslocar de bicicleta nas metrópoles, em meio ao trânsito e, por vezes, enfrentando violência.

dois dos aplicativos, o Alerta Bike e o Bike Ajuda, desenvolvidos em Curitiba e em São Paulo, respectivamente, facilitam a cooperação entre os ciclistas vítimas de assaltos ou que estejam enfrentando uma quebra mecânica longe de casa.

O Bike Ajuda funciona da seguinte forma: quando o ciclista enfrenta um problema, como uma quebra mecânica, ele aciona o botão de emergência no aplicativo. O programa emite uma mensagem de socorro para todos os ciclistas que utilizam a ferramenta eletrônica e estejam nas proximidades do ocorrido. O Bike Alerta funciona de maneira similar ao Bike Ajuda, usando a rede de usuários para ajudar um ciclista em perigo. Objetivo do aplicativo é alertar instantaneamente as pessoas em caso de furto ou roubo.

 

Série Crise política na Venezuela

A decisão do Tribunal Supremo de Justiça de se apropriar dos poderes da Assembleia Nacional na Venezuela gerou repercussão internacional. Hoje começa uma série para entendermos melhor a crise política na Venezuela.

Em janeiro do ano passado, a hegemonia chavista no legislativo chegou ao fim quando a maioria do Parlamento passou para as mãos da oposição. Na ocasião, o Tribunal Supremo de Justiça declarou os membros da Assembleia Nacional em “desacato”, por terem concedido a posse a três deputados acusados de fraude eleitoral.

Ainda em janeiro passado, Maduro chegou a decretar estado de emergência econômica por 60 dias, numa tentativa de contornar a grave crise que o país atravessa. Desde então, embates entre a oposição e o governo são frequentes e a presidência estendeu o prazo dessa medida diversas vezes ao longo do ano passado.

A decisão de assumir as funções dos parlamentares veio na última quinta-feira, mas, dias antes, a justiça ainda retirou dos membros da casa a imunidade por prerrogativa de função e autorizou que Maduro prossiga com indiciamentos. Isso significa que os opositores podem ser agora acusados de diferentes crimes militares e até terrorismo.

 

A última que morre

É o que todo mundo diz: A esperança é a última que morre. Mas morre. Como fazer para mantê-la viva? Antes: por que a esperança morre?

Talvez as respostas sejam equivalentes ao número de seres humanos. Há uma história na Bíblia que apresenta uma causa mortis que, provavelmente, está por detrás da maioria dos óbitos. Está em João 15.2-15:

Há em Jerusalém, perto da porta das Ovelhas, um tanque que, em aramaico, é chamado Betesda, tendo cinco entradas em volta. Ali costumava ficar grande número de pessoas doentes e inválidas: cegos, mancos e paralíticos. Eles esperavam um movimento nas águas. De vez em quando descia um anjo do Senhor e agitava as águas. O primeiro que entrasse no tanque, depois de agitadas as águas, era curado de qualquer doença que tivesse. Um dos que estavam ali era paralítico fazia trinta e oito anos. Quando o viu deitado e soube que ele vivia naquele estado durante tanto tempo, Jesus lhe perguntou: Você quer ser curado?

Disse o paralítico: Senhor, não tenho ninguém que me ajude a entrar no tanque quando a água é agitada. Enquanto estou tentando entrar, outro chega antes de mim.

Então Jesus lhe disse: Levante- se! Pegue a sua maca e ande. Imediatamente o homem ficou curado, pegou a maca e começou a andar.

Isso aconteceu num sábado, e, por essa razão, os judeus disseram ao homem que havia sido curado: Hoje é sábado, não lhe é permitido carregar a maca.

Mas ele respondeu: O homem que me curou me disse: Pegue a sua maca e ande. Então lhe perguntaram: Quem é esse homem que lhe mandou pegar a maca e andar? O homem que fora curado não tinha ideia de quem era ele, pois Jesus havia desaparecido no meio da multidão.

Mais tarde Jesus o encontrou no templo e lhe disse: Olhe, você está curado. Não volte a pecar, para que algo pior não lhe aconteça. O homem foi contar aos judeus que fora Jesus quem o tinha curado.

Observe aquele homem, tetraplégico há 38 anos. Quem saberia a quanto tempo ele frequentava o lugar? Jesus o notou, aproximou-se e lhe perguntou se queria ser curado.

“Senhor, não tenho ninguém que me ajude a entrar no tanque quando a água é agitada. Enquanto eu estou tentando entrar, outro chega antes de mim.” disse ele.

Jesus fez uma pergunta e ele respondeu outra. Ele havia perdido a esperança por falta da solidariedade humana: “não tenho ninguém…”.

Há muitos milagres esperando por solidariedade humana para acontecerem. E a ausência da solidariedade é a mais incidente causa de morte da esperança.

Não se desanime, embora haja escassez de solidariedade no mundo;

lembre-se, há uma solidariedade que nunca desaponta: a divina.

“Não tenho ninguém” – disse o homem. “Tem a mim” – disse Deus em Cristo Jesus e o curou.

Não perca, portanto, a esperança. Há 2000 anos Jesus Cristo está passando por aqui: ouvindo aos que ninguém mais ouve; notando os que ninguém mais nota; socorrendo aos que ninguém mais socorre. Gerando, até mesmo, solidariedade entre os homens.

Clame a Jesus Cristo. E Não se esqueça, seja solidário. Você pode ser instrumento de milagre na vida de muita gente.

Texto de Ariovaldo Ramos