Violência no futebol

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20/07/2017 – FIQUE POR DENTRO

O futebol brasileiro atravessa uma onda de violência com poucos precedentes em sua história, e as últimas semanas foram uma prova disso. Só este mês, 3 torcedores, do Sport, Vasco e Palmeiras, perderam a vida em consequência de confrontos que tiveram o esporte mais popular do Brasil como pano de fundo.

Segundo o sociólogo Maurício Murad, essas e outras mortes são consequência da infiltração de facções do crime organizado nas principais torcidas uniformizadas do Brasil, e da falta de atitudes concretas do poder público para conter o problema.

Segundo um levantamento feito pelo sociólogo, em 2017 os confrontos entre torcidas, ou entre torcedores e a polícia, haviam matado NOVE pessoas até Julho, contagem que agora subiu para 12. Com isso, na metade da temporada o Brasil já está a uma morte de igualar o número registrado no ano passado, quando 13 pessoas foram assassinadas em confrontos ligados ao futebol.

Fonte: Chuteira F.C.


Entrevista com a socióloga, Heloisa Reis. Ela fala sobre violência no futebol. Confira:

 


Por que a vida em Marte pode ser impossível

A probabilidade de que os astrônomos encontrem vida em Marte pode ter caído consideravelmente com a descoberta de que o planeta é coberto de tóxicos capazes de destruir qualquer organismo vivo. Segundo estudo publicado, a combinação entre as substâncias químicas do solo do planeta, contém uma forte radiação ultravioleta.

A descoberta, de acordo com os cientistas, deve ser considerada por futuras missões para a busca de vida no planeta, pois apenas organismos enterrados 2 ou 3 metros sob a superfície estariam a salvo da radiação.

Dessa forma, a conquista de conseguir habitar o novo planeta está cada vez mais distante. Além do gás tóxico, a temperatura média fica em torno de menos 55ºC.

As pessoas te confundem com Jesus?

Um grupo de vendedores foi à uma convenção de vendas. Todos haviam prometido à suas esposas que chegariam a tempo para o jantar da sexta à noite. Como a convenção acabou tarde, todos chegaram atrasados ao aeroporto. Entraram correndo com bilhetes e maletas e um deles tropeçou em uma mesa onde havia uma cesta de maçãs. Elas caíram e foram rolando por toda a parte. Sem parar e nem olhar para trás, os vendedores seguiram correndo, conseguindo alcançar o avião. Todos menos um. Ele se deteve, respirou fundo e experimentou um sentimento de compaixão pela dona da barraquinha de maçãs.

Disse aos amigos que seguissem sem ele. Pediu a um deles que quando chegasse, ligasse pra esposa explicando que ele pegaria um voo mais tarde. Voltou ao terminal e encontrou as maçãs atiradas por todo o chão.

Sua surpresa foi grande quando ele se deu conta que a dona da barraquinha era uma jovem cega. Ele a encontrou chorando, apalpando a chão, tentando em vão recolher as maçãs. Enquanto isso a multidão passava, sem se deter ou prestar atenção ao momento.

O homem se juntou a ela, recolheu as maças, colocou em uma cesta e ajudou a montar a barraquinha novamente. Ele se deu conta que muitas ao caírem tinham ficado amassadas e estragadas. Separou essas, colocou-as num saco e então disse à moça – “Pegue, por favor, são R$ 100,00 pelos danos que causamos. Está bem?”

Ela chorando ainda, acenou positivamente com a cabeça. Ele continuou dizendo – “Espero não ter arruinado seu dia”. Conforme ele se afastava a moça gritou: “O senhor é Jesus?” Ele parou e olhou para aqueles olhos cegos. Ela repetiu “O senhor é Jesus?” Ele deu várias voltas antes de pegar seu voo, mas aquela pergunta ficou martelando e queimando sua alma: “O senhor é Jesus?”

Pense: as pessoas confundem você com Jesus? Não é ele o modelo a quem devemos seguir? Parecemos tanto com ele que as pessoas não conseguem distinguir a diferença? Parecemos com Jesus vivendo num mundo que está cego a seu amor, vida e graça?

Se dizemos que conhecemos ao Senhor deveríamos atuar como ele faria.
Conhecê-lo é mais que citar os evangelhos e ir à igreja. É viver sua Palavra cada dia. Por você ele pagou a fruta estragada. Comecemos a viver como se valêssemos o preço que ele pagou.

Autoria Desconhecida