Viagens terrestres

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17/10/2017 – FIQUE POR DENTRO

Durante o planejamento de uma viagem, é muito comum a dúvida em relação a que meio de transporte utilizar para os deslocamentos. São vários fatores a serem colocados nessa “equação” para definir a melhor escolha: desde a disponibilidade daquele meio de transporte, passando pelo custo, o tempo de duração do trajeto, o conforto, a facilidade na acomodação das malas, etc. E dentro destas escolhas estão as viagens terrestres, como trem, ônibus ou carro.

O Brasil é um país de proporções continentais, mas que não tem uma malha ferroviária que contemple grande parte deste território. Apesar disso, é possível, sim, viajar de trem pelo país e conhecer lugares cheios de histórias e belas paisagens. No total são mais de 29 mil quilômetros de ferrovias, segundo dados da Confederação Nacional de Transportes de 2016.

Segundo levantamento da operadora de viagens CVC, os roteiros percorridos em ônibus atraem quase 40 mil brasileiros por ano, e, apesar de ser um segmento consolidado, de baixo crescimento anual, mantém um público fiel e, em sua maioria, formada por jovens.

E de acordo com uma pesquisa mensal do Ministério do Turismo em parceria com a Fundação Getúlio Vargas revelou crescente intenção pelo uso de automóveis durante as próximas viagens dos brasileiros. De acordo com o levantamento, 28,6% dos entrevistados devem usar o carro em suas próximas viagens, crescimento de 47% em relação a 2016.


Entrevista com o maquinista, Edimilson Klein. Ele fala sobre a profissão de maquinista. Confira:

 


Secretaria da Justiça de São Paulo lança canal no Youtube

As plataformas virtuais vêm sendo cada vez mais apropriadas por órgãos do Estado a fim de criar canais de comunicação diretos com a população. A mais recente iniciativa do tipo veio de São Paulo, onde a Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania lançou um canal no Youtube para espalhar na rede os feitos da pasta.

De acordo com o vídeo de apresentação do Canal da Cidadania, a ideia é dar “ênfase na defesa dos direitos humanos e da cidadania”. No canal, serão postados vídeos que permitirão a capacidade envolvendo temas como: políticas para a mulher, para a população indígena, dentre outros.

Os materiais enviados para o canal serão produzidos pela Secretaria de Justiça em parceria com o estúdio da Escola de Governo e Administração Pública. O primeiro vídeo do canal já está no ar e se trata justamente do secretário Márcio Fernando Elias Rosa apresentando a iniciativa e alguns programas de sua pasta.


C.P.M.I

CPMI é a sigla de Comissão Parlamentar Mista de Inquérito, um grupo formado por representantes do Senado Federal e Câmara dos Deputados com o objetivo de investigar supostas irregularidades no setor público.

As Comissões de Inquérito estão previstas no parágrafo 3, do artigo 58, da Constituição Federal Brasileira, que garante o poder de investigação das autoridades judiciais, além de outros previstos nos regimentos das respectivas Casas.

Como descreve a lei, as comissões de inquérito adquirem o caráter de mistas quando apresentam um terço dos membros tanto da Câmara dos Deputados, como do Senado Federal, no processo de investigação parlamentar de determinado caso.


Ateu de Segunda a Sexta

Muitos têm a tendência de compartimentar sua vida, dividindo-a em diferentes compartimentos que raramente se cruzam: trabalho, vida familiar, lazer e áreas como serviço voluntário. São coisas tão diferentes que nunca se encontram, como verdadeira filosofia de manter distintas as diferentes facetas da vida.

Do mesmo modo que no corpo humano diferentes órgãos têm funções exclusivas e separadas, mas trabalham em harmonia para manutenção de uma vida saudável, trabalho e nosso papel como cônjuge, pai, avô, líder, etc., podem parecer diferentes, mas combinados, traduzem quem somos em sua integralidade.

Isto se aplica também ao campo da fé. Muitos isolam questões de crenças e culto a determinados dias ou períodos da semana. Fé e trabalho, acreditam, têm pouco ou nada a ver um com o outro.

No livro “O Ateu da Manhã de Segunda”, Doug Spada admite que viveu essa dicotomia durante anos. Ele diz: “Comecei a praticar esquizofrenia espiritual, separando minha fé do resto da minha vida. Eu desligava Deus”.

Você é um “ateu das manhãs de segunda”? Eu fui. Durante anos frequentei os cultos de domingo, sentindo-me inspirado, mas quando chegava na segunda, assumia meu posto de editor de jornal e agia como se Deus não existisse. Foi então que tomei consciência de que, se minha fé em Deus era real, não deveria ficar restrita ao “ambiente religioso”, mas estar presente em minha vida 24 horas por dia, sete dias por semana.

Conheci, então, uma passagem que fala diretamente sobre a ampla aplicação da Bíblia na vida cotidiana: “Pois toda a Escritura Sagrada é inspirada por Deus e é útil para ensinar a verdade, condenar o erro, corrigir as faltas e ensinar a maneira certa de viver. E isso para que o servo de Deus esteja completamente preparado e pronto para fazer todo tipo de boas ações” (2Timóteo 3.16-17).

Uma das maneiras mais claras de comunicar nossa fé é através de nossas ações. Jesus disse: “A luz de vocês deve brilhar para que os outros vejam as coisas boas que vocês fazem e louvem o Pai de vocês, que está no céu” (Mateus 5.16).

Se falharmos em viver de acordo com a fé e os valores que expressamos, os que nos observam terão o justo direito de duvidar que realmente cremos no que dizemos. Ser seguidor de Cristo significa que não tentamos encaixá-lo num “compartimento” separado de nossa vida. Ou Ele é o Centro de tudo, ou na verdade, não faz parte de nada.

Por: Robert Tamasy