O verdadeiro significado da Páscoa

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30/03/2018

A páscoa já era uma festa judaica antes de ser uma festa cristã, como nós bem sabemos. Os judeus já a celebravam há séculos antes de Jesus dar à Páscoa um novo sentido. Para os judeus, a páscoa era a memória do Êxodo, o evento em que milagrosamente Deus libertou o seu povo da escravidão no Egito.

A páscoa judaica, portanto, está recheada de simbolismos, cada qual celebrando milagres magníficos que Deus realizou para libertar seu povo. A Páscoa cristã é memória de Cristo Jesus. Ela celebra a morte e principalmente a ressurreição de Jesus.

Páscoa é celebração da vida, mas não daquela vida surge do ventre materno, no conforto da maternidade, na comunhão da família, na alegria dos pais, na festa dos amigos e parentes. Pelo contrário, a Páscoa é a celebração da vida que surge da podridão do túmulo e da morte.

Por: Israel Mazzacorati

 

Entrevista com o pastor, Itamir Neves. Ele fala sobre o verdadeiro significado da Páscoa. Confira:

 

Oceanos recebem 25 milhões de toneladas de lixo ao ano

Um estudo que revisou a literatura mundial sobre poluição marinha estimou que pelo menos 25 milhões de toneladas de resíduos é despejado por ano nos oceanos. E a maior parte disso, 80% tem origem nas cidades, em razão de uma má gestão dos resíduos sólidos.

O caminho é conhecido: sem descarte adequado, resíduos vão parar em lixões, muitos deles à beira de corpos d’água, que seguem pelo seu caminho natural até o mar.

O estudo, divulgado na última terça-feira, no Fórum Mundial da Água, que foi realizado em Brasília, avalia que cerca que metade desse lixo que vai parar no oceano é plástico. Além disso, cada tonelada de resíduo não coletado em áreas ribeirinhas representa o equivalente a mais de 1,5 mil garrafas plásticas que vão parar no mar.

 

Museu Lasar Segall

O Museu Lasar Segall, idealizado por Jenny Klabin Segall, viúva de Lasar, foi criado como uma associação civil sem fins lucrativos, em 1967, por seus filhos Mauricio Segall e Oscar Klabin Segall. O espaço está instalado na antiga residência e ateliê do artista, projetados em 1932, por seu concunhado.

Além de seu acervo museológico, o Museu constitui-se como um centro de atividades culturais, oferecendo programas de visitas monitoradas, cursos nas áreas da gravura, fotografia e criação literária, projeção de cinema, e ainda abriga uma ampla biblioteca especializada em artes do espetáculo e fotografia.

Para outras informações sobre exposições, cursos e classificação etária entrar em contato pelo telefone (11) 21-59-04-00.

Mudança pela renovação da mente

Quase todos nós temos algo que gostaríamos de mudar em nós mesmos, no nosso trabalho, nos relacionamentos ou nas ações e hábitos diários. Para mudar nossa vida, entretanto, é preciso mudar primeiro a forma como pensamos. Por trás de tudo quanto fazemos está um pensamento. Todo comportamento é motivado por uma crença. E cada ação é induzida por uma atitude.

Ouvindo os gurus dos tempos modernos falam sobre isso pode parecer que se trata de uma descoberta surpreendente. Mas Deus revelou essa verdade milhares de anos antes que psicólogos a compreendessem: “Tenha cuidado com o que você pensa, pois a sua vida é dirigida pelos seus pensamentos” (Provérbios 4.23).

Para ilustrar, imagine-se num lago navegando em uma lancha, cujo piloto automático o está levando para leste. E você decidiu reverter o curso e rumar para oeste. Haverá duas maneiras possíveis para fazer isso. Uma, agarrando o leme e fisicamente forçar a lancha a ir em direção oposta; usando força você poderia superar o piloto automático, apesar de contínua resistência. Seus braços ficarão cansados e acabarão tendo que soltar o leme e a lancha voltaria instantaneamente para leste. A mudança será apenas temporária. Ao deixar de forçar a mudança, tudo voltará ao que era antes.

É o que acontece quando tentamos mudar nossa vida pela força da vontade. Dizemos a nós mesmos: “Vou me obrigar a… comer menos; parar de fumar; deixar de ser desorganizado; de me atrasar; não responder irritadamente quando estou sob pressão”… Força de vontade produz mudanças de curta duração e cria estresse interno constante, porque não lidamos com a raiz das causas daquilo que pretendemos mudar. Fazer mudanças não parece ser natural, exigindo muito esforço e força de vontade. E assim, desistimos e deixamos pra lá a dieta, acendemos outro cigarro, chegamos atrasados para reunião importante e reagimos com irritabilidade despropositada.

Mudanças devem começar na mente. A maneira como pensamos determina como nos sentimos e isso influencia nossas ações, o que significa que “é preciso haver uma renovação espiritual de nossos pensamentos e atitudes” (Efésios 4:23-tradução livre).

Mude o modo de pensar. Mude sua maneira de pensar sobre Deus, sobre você mesmo, sobre o pecado, sobre outras pessoas, a vida, seu futuro. Tudo enfim. Adote a perspectiva de Cristo a respeito da vida, seguindo-O!

Por: Rick Warren