Veganismo

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27/11/2018 – FIQUE POR DENTRO

O veganismo é uma forma de viver que busca excluir, na medida do possível e do praticável, as formas de exploração e de crueldade contra animais, seja para a alimentação, para o vestuário ou para qualquer outra finalidade. Dos veganos junk food aos veganos crudívoros – e todos mais entre eles – há uma versão do veganismo para todos os gostos. Mas, uma coisa em comum é uma dieta baseada em vegetais, livre de alimentos de origem animal, como carne, laticínios, ovos e mel, bem como produtos como o couro e qualquer outro testado em animais.

Essa é a definição criada pela The Vegan Society, da Inglaterra, mais antiga entidade vegana do mundo. O termo inglês vegan foi criado em 1944. Embora a abstenção de produtos e serviços derivados da exploração animal pareça resultar em um modo de vida bastante restritivo, a prática do veganismo é relativamente simples e fácil. Veganos são, primeiramente, vegetarianos. Muitos vegetarianos optam por não consumir alimentos industrializados para, desta maneira, evitar o consumo de alimentos cuja composição não seja bem conhecida.

A experimentação animal é uma das formas mais cruéis de exploração animal. É bastante difundida, sobretudo nos produtos farmacêuticos, de higiene e em cosméticos. Há, porém, diversas marcas e linhas de produtos que não utilizam elementos de origem animal e nem animais para testar seus produtos.

O mercado vegano no Brasil tem registrado taxa de crescimento de 40% ao ano e estima-se que seja movimentado por aproximadamente 7 milhões de adeptos. Segundo pesquisa Ibope deste ano, 55% dos entrevistados disseram que consumiriam mais produtos veganos.

Fontes: revistapegn.globo.com, sociedadevegana.org e bbc.com


Entrevista com empresária Aline Nunes Costa. Ela é proprietária da Paixão Vegan, um negócio no setor de alimentação que completou três anos e já registra um faturamento mensal de 55 mil reais. Confira:

 

Mais informações:

Facebook: facebook.com/paixaovegan/
Instagram: @paixaovegan_


Bike elétrica da Uber chega ao Brasil em 2019

A Uber terá em breve bicicletas elétricas compartilhadas no Brasil. Elas devem chegar aos poucos ao país em 2019. A Jump, nome da companhia adquirida pelo aplicativo em maio de 2018, já opera em 10 cidades dos Estados Unidos e anunciou recentemente expansão para a Europa. O objetivo é marcar presença em boa parte do mundo no próximo ano.

Quando chegar ao Brasil, o usuário não precisará usar um outro aplicativo: a nova plataforma funcionará dentro do app principal da Uber. O sistema de compartilhamento do uso da bicicleta lembra o da Yellow, que atua em uma região limitada de São Paulo. A diferença da Uber é que a bicicleta é elétrica. Na tela inicial do app da empresa, o usuário pode escolher no topo se quer “viajar” ou “pedalar”. Ao marcar a segunda opção, será mostrada uma variedade de bicicletas disponíveis na sua área. As duas opções são dadas ao usuário e, segundo a Uber, já há uma tendência de mais pedidos por bikes do que carros durante a tarde em San Francisco, nos Estados Unidos, por exemplo.

Para escolher a bike, o usuário tem que selecionar uma bicicleta no aplicativo, digitar nela um PIN que aparecerá no app e sair pedalando. O veículo é bastante pesado e tem um sistema elétrico que promete ser o diferencial principalmente para cidades como São Paulo, com muitos morros. Andar nele é como subir andando uma escada rolante – o usuário faz um esforço, mas ele é mínimo e quem te impulsiona é a bike. A bicicleta tem ainda diferentes marchas no guidão para usar em terrenos distintos.

A Jump planeja até mesmo fazer parcerias com cidades para incentivar uma construção de infraestrutura para bicicletas. A empresa também aposta em patinetes elétricas. O equipamento requer apenas uma impulsão inicial e depois o usuário pode acelerar e frear com botões no guidão. Tanto a bike elétrica quanto a patinete são vistos pela Uber como um modal para complementar outros como o carro oferecido pela empresa – são voltados a distâncias curtas.

Fonte: UOL


Negócios e Benefícios

Diariamente recebemos propagandas de lojas e sites. Algumas delas, imperdíveis! Todas estas propostas prometem satisfação, felicidade e garantia de bom negócio para quem comprar.

Tudo é engano fantasiado de diversão e prazer. Na Palavra de Deus há uma passagem que diz: “Seja Deus gracioso para conosco e nos abençoe, e faça resplandecer sobre nós o seu rosto, para que se conheça na terra o teu caminho; em todas as nações, a tua salvação… Abençoe-nos Deus e todos os confins da terra o temerão” (Salmos 67.1-7).

Essa deve ser nossa expectativa do dia a dia. Você não é um endereço, um número, um cliente, alguém que pode ser empurrado a comprar ou um consumidor para Deus. Deus não tentará vender-lhe nada.

Tudo quanto Deus lhe estende é graça, favor imerecido de sua parte, mas que ele dirige a você com alegria.

Para que não restasse dúvidas quanto ao amor de Deus por nós, o Espírito Santo nos convence de todas as verdades anunciadas por Deus.

Deus não mudou nem mudará. Deus não irá empurrar a ninguém propaganda sobre a verdade salvadora que é o Seu Filho, Jesus Cristo.
Entretanto, ordenará que ouçam a Jesus.

O preço foi pago. Caríssimo. Essa oferta pelo nosso pecado deu-nos a vida plena; e é de graça.