Trompete

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23/08/2018 – FIQUE POR DENTRO

O trompete é um dos mais antigos instrumentos musicais que se tem conhecimento. Acredita-se que o homem pré-histórico já utilizava um instrumento bastante parecido para assustar animais e se defender. Sabe-se também que várias civilizações da Idade Antiga faziam uso do mesmo em festas e rituais religiosos, pois acreditavam que o som emitido era capaz de afastar os espíritos maus.

Os primeiros trompetes, que na verdade eram mais parecidos com megafones, eram feitos de bambu, ossos de animais, conchas e madeira. Posteriormente, com o domínio do metal, os romanos passaram a elaborar instrumentos mais resistentes. Assim, os trompetes passaram a ter uma capacidade sonora muito maior, uma vez que isso era essencial para seu uso durante as atividades militares.

A partir do século 15, o trompete ganhou significativos aprimoramentos e passou a ser utilizado na música, uma vez que antes era usado apenas na marcação, ou seja, como reforço rítmico. Entretanto, todos esses avanços são pequenos se comparados com a criação do sistema de válvulas, idealizado pelo alemão Heinrich Stölzel em 1815. Tal sistema foi muito importante pelo fato de ter deixado o trompete totalmente cromático.

Hoje em dia, o instrumento ainda é bastante utilizado na música clássica, no jazz e em vários ritmos latinos.

Fonte: historiadetudo.com/trompete


Entrevista com Quinzinho Oliveira. Ele é trompetista, compositor e arranjador. Confira:


China apresenta robôs médicos, professores e guerreiros

Robôs capazes de diagnosticar uma enfermidade, jogar badminton, tocar instrumentos musicais ou lutar como guerreiros são as estrelas de um congresso na China sobre máquinas inteligentes que podem revolucionar a economia do país. Com 160 empresas representadas, este quarto Congresso mundial de robôs revela o surgimento de tecnologias que permitem que autômatos substituam humanos. O mundo da robótica exibido é fascinante: um braço articulado capaz de escrever caracteres, um robô-peixe que dá voltas em um aquário ou uma máquina-morcego que levanta voo. Autômatos capazes de exercer as funções de professor ou de vendedor, realizam uma coreografia sincronizada, enquanto outros robôs em miniatura disputam uma partida de futebol.

Também é testado um robô-jurista, que supostamente deveria ajudar os juízes a determinar o veredito. Por sua vez, uma empresa distribui braços articulados cirúrgicos. Em uma sala de operações, dotado com câmeras de alta definição e bisturis, o robô ajuda o médico. Mas a verdadeira atração continua sendo os combates de robôs, que se enfrentam em um ringue, entre as exclamações de espectadores. Além do aspecto lúdico, a China espera ganhar na arena internacional a batalha da robótica industrial, no contexto da exacerbada guerra tecnológica que trava com os Estados Unidos. Com uma população que envelhece e a crescente escassez de mão de obra local, o gigante asiático conta com a automatização das fábricas para manter seu desenvolvimento industrial.

A China já é o primeiro mercado para os robôs industriais, com mais de 140 mil unidades vendidas no ano passado e um terço da demanda mundial, segundo a federação internacional de robótica. Essa demanda pode crescer 20% em 2020.

Fonte: UOL


Som em Meio a Escuridão

“…porque só tu, Senhor, me fazes habitar em segurança” (Salmos 4:8).

Certa vez, quando uma orquestra apresentava uma peça de Mozart, uma tempestade com raios e trovões provocou a queda de energia deixando o teatro completamente às escuras. Os membros da orquestra conheciam bem a música e corajosamente, prosseguiram na escuridão. Ao final da apresentação, todo o público estava aplaudindo emocionado.

O mesmo acontece na vida espiritual. Quando conhecemos o Mestre, podemos tocar sua música mesmo na escuridão. Pondo o mesmo princípio em prática, podemos viver uma vida santa em um mundo contaminado pelo pecado. Podemos viver uma vida moral em um mundo imoral.

A nossa vida cristã tem estado alicerçada na Palavra de Deus? Temos guardado esta mesma Palavra no coração para que sejamos fortes na luta contra o pecado? Conhecemos bem a vontade de Deus a ponto de, mesmo quando cercado por densas trevas, continuar glorificando seu nome?

Quando vivemos preocupados apenas com a vida material e os muitos encantos que o mundo oferece, percebemos apenas luzes coloridas por toda a parte. Tudo parece maravilhoso e o prazer momentâneo não nos deixa ver as armadilhas que estão à nossa frente. De repente, os letreiros luminosos da falsa alegria se apagam e despreparados, ficamos perdidos e sem saber para onde ir. O encanto acaba, o prazer não existe mais, a incerteza enche nossa alma de angústia e aflição.

Quando Jesus é o nosso maior amigo e quando procuramos obedecê-lo em sua orientação a respeito de nossa vida e felicidade, podemos andar sobre solo pedregoso, atravessar vales de dificuldades, caminhar sob ferozes tormentas, sentar em um gramado sob o clarão do sol ou sob uma noite completamente escura.

A nossa paz será a mesma, nossa alegria independente da circunstância e nossa fé inabalável.

Pr. Paulo Roberto Barbosa