Trombofilia

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14/01/2019 – FIQUE POR DENTRO

A gravidez é um momento de alegria para a maioria das mulheres, mas, às vezes, um diagnóstico pode trazer medo e preocupação, como o da trombofilia. O nome significa uma tendência, genética ou adquirida, de que o sangue forme trombos, ou seja, coágulos que entopem a circulação dos vasos sanguíneos. A possibilidade de um entupimento requer atenção médica e um tratamento durante a gravidez inteira.

O risco do quadro varia muito. Para a mulher, vai de uma trombose nas pernas e outros membros – que provoca inchaço e dores – a situações mais graves, como o tromboembolismo, quando o tal do trombo se desprende do local onde se formou e vai para o pulmão, quadro grave que pode levar a óbito. Já para o bebê, há controvérsias.

Isso porque o efeito clássico da trombofilia ligado a ele, o abortamento, costuma ocorrer no início da gravidez. Nesse período, os coágulos podem prejudicar a irrigação de sangue para a placenta e até antes dela aparecer. O trombo pode se formar e impedir a implantação do embrião no útero.

Mas, depois disso, alguns estudos indicam que os microtrombos poderiam ir progressivamente bloqueando o fluxo de sangue e nutrientes para o bebê. A resposta é uma diminuição da velocidade de crescimento do bebê e outras intercorrências graves, como o óbito fetal. Só que não há consenso oficial sobre esse assunto. Não existem evidências fortes o suficiente para afirmar que a trombofilia causa restrição de crescimento fetal e outros eventos obstétricos adversos.

De fato, uma das revisões mais recentes sobre o assunto, feita pela Universidade de Melbourne, na Austrália, avaliou 12 estudos e concluiu que a maioria dos casos de trombofilia não está ligado a eventos do tipo. Até por isso, nem todo mundo precisa investigar a presença dessa condição. Segundo as diretrizes, somente mulheres com histórico familiar de trombofilia descoberta na gestação ou doenças tromboembólicas devem fazer a pesquisa. A partir de três abortos espontâneos, o exame também pode ser solicitado.

Fonte: bebe.abril.com.br


Entrevista com o médico Alberto Guimarães. Ele é mestre em ginecologia e obstetrícia pela Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). Confira:

 


Escolas deverão notificar Conselho Tutelar se alunos faltarem a mais de 30% das aulas

Uma alteração na Lei de Diretrizes e Bases da educação deverá melhorar o monitoramento de estudantes de todo o Brasil e tentar minimizar os índices de evasão escolar e distorção de idade-série (quando o aluno apresenta defasagem no nível de ensino que deveria estar em relação à sua idade). Agora, os Conselhos Tutelares municipais deverão ser avisados sempre que um aluno faltar a mais de 30% das aulas. Antes, a medida era obrigatória para quando estudantes atingissem mais de 50% de ausências.

Faltar às aulas pode fazer com que o estudante não consiga acompanhar o currículo de ensino. De acordo com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), sete milhões de estudantes no Brasil têm dois ou mais anos de atraso escolar. Um levantamento do governo federal sobre evasão escolar indica que 12,7% e 12,1% dos alunos matriculados na primeira e segunda série do ensino médio, respectivamente, abandonaram os estudos entre os anos de 2014 e 2015.

Ainda segundo a análise, o nono ano do ensino fundamental tem a terceira maior taxa de evasão: 7,7%; seguido pela terceira série do ensino médio, com 6,7%. Considerando todas as séries do ensino médio, a evasão chega a 11% do total de alunos nessa etapa de ensino.

Já a pesquisa Conselho de Classe, divulgada em 2016 pelo Ibope, apontou que 51% dos professores consideram a defasagem um grande desafio para cumprir o currículo. Outros 16% dos docentes citaram a dificuldade de fazer todos os alunos chegarem ao nível que é esperado.

Fonte: G1


Único sangue

Não é o sangue de Abel, o primeiro a ser derramado sobre a terra.
Não é o sangue de um cordeiro sem defeito passado nas laterais e nas vigas superiores das portas das casas dos israelitas na noite da saída do Egito.
Não é o sangue de bode que o sacerdote oferecia em oferta pelo pecado e levava para dentro do Santo dos Santos no grande dia da expiação. Não é o sangue de carneiros, novilhos e touros seguidamente oferecidos ao Senhor.
Não é qualquer sangue que pode remover pecados.

O único sangue que tem o poder de aplacar a ira de Deus e produzir perdão e purificação é o sangue de Jesus Cristo.

Daí a palavra de Jesus: “Quem comer a minha carne e beber o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei no último dia”.
Daí a palavra de João Batista ao referir-se a Jesus: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”.
Daí a palavra de João: “Se andarmos na luz, como ele está na luz, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho nos purifica de todo o pecado”.
Daí o novo cântico entoado pelos quatro seres viventes e pelos vinte e quatro anciãos em louvor a Jesus Cristo: “Digno és de tomar o livro e abrir-lhe os selos, por que foste morto e com o teu sangue compraste para Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação”.

É no sangue de Cristo, no sangue do Cordeiro, no sangue da cruz de Cristo, no sangue da eterna aliança – que lavamos as nossas vestiduras para entrarmos com ele na presença de Deus!

Adaptado: Revista Ultimato.