Tráfico humano

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27/03/2017

Dados da Organização Internacional do Trabalho, apontam que o tráfico de pessoas é uma das atividades criminosas mais lucrativas do mundo, envolvendo cerca de 2,5 milhões de vítimas e movimenta aproximadamente 32 bilhões de dólares por ano.

De acordo com o Relatório Nacional Sobre Tráfico de Pessoas, realizado pelo Ministério da Justiça, indica que entre os anos de 2005 e 2011, foram identificados 337 casos de brasileiros vítimas de tráfico para fins de exploração sexual. O país onde foi registrada uma incidência maior de brasileiras vítimas de tráfico de pessoas foi o Suriname, seguido da Suíça, Espanha Holanda.

Entre os motivos que favorecem o aliciamento de meninas e mulheres, são a desigualdade, pobreza e o número de rotas de tráfico de pessoas. A faixa etária de maior incidência do tráfico internacional de pessoas é entre 10 e 29 anos. Isto quer dizer que os aliciadores têm preferência por crianças e adolescentes.

 


Com a jornalista, Priscila Siqueira. Ela fala sobre o tráfico humano

 


Brasil já tem cerca de 40 alunos com Síndrome de Down nas universidades

No Brasil, os avanços na conscientização e inclusão de crianças, jovens e adultos com Down nas instituições de ensino são um motivo para celebrar. Levantamento do “Movimento Down” mostra que já há cerca de 40 alunos com Síndrome de Down nas universidades brasileiras.

Apesar de o direito à matrícula de pessoas com Síndrome de Down nas escolas e universidades ser garantido por lei, ainda são muitos os casos de instituições que, apesar de aceitarem a matrícula destes alunos, não fazem ajustes necessários para os receber de forma adequada.

Uma pesquisa realizada no fim do ano passado pela Universidade de Harvard em parceria com o Instituto Alana constatou que educar de forma inclusiva é frutífero para todos os alunos, com e sem deficiência. Segundo o estudo, pessoas sem deficiência que estudam em salas de aula inclusivas têm opiniões menos preconceituosas e são mais receptivas às diferenças. Já os alunos com Down apresentaram uma melhora acentuada na linguagem e na memória.

 

Controlar ou Ignorar

Eu me deparei, algum tempo atrás, com essas observações escritas por um autor desconhecido. Embora eu não possa dar o crédito devido, esta percepção atemporal é digna de consideração. Ouça cada pensamento e depois medite sobre eles e aplique as ideias às suas circunstâncias pessoais e profissionais:

  • “Não podemos controlar a extensão de nossa vida, mas podemos controlar sua profundidade e amplitude.
  • Não podemos controlar o clima, mas podemos controlar a atmosfera moral que está ao seu redor.
  • Não podemos controlar os contornos de nossa fisionomia, mas podemos controlar nossas expressões e aquilo que elas comunicam aos outros.
  • Não podemos controlar as oportunidades de outras pessoas, mas podemos assegurar-se de agarrar cada oportunidade que surja em nosso caminho.
  • Não podemos controlar os altos rendimentos que alguns de nossos amigos recebem, mas podemos administrar com sabedoria nossos próprios ganhos modestos.
  • Não podemos controlar os erros ou hábitos irritantes de outros indivíduos, mas podemos ficar atentos para não desenvolver ou abrigar tendências que possam servir de irritação para outros.
  • Não podemos controlar tempos difíceis ou de necessidades, mas podemos poupar recursos agora que nos farão atravessar tempos de adversidade e carência.
  • Não podemos controlar a distância que nossa cabeça vai se elevar acima do solo, mas podemos controlar o quão elevado será o conteúdo dentro dela.

Assim, por que se preocupar com coisas que não podemos controlar? Ocupemo-nos controlando aquelas que dependem de nós! Não nos preocupemos com circunstâncias que não podemos mudar. Concentremo-nos em atitudes que podemos mudar!”- Autor desconhecido.

Aqui estão alguns pensamentos bíblicos sobre esse assunto:

“Pois sabemos que todas as coisas trabalham juntas para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles a quem Ele chamou de acordo com o Seu plano” (Romanos 8.28).

“Se é o Senhor quem dirige os nossos passos, como poderemos entender a nossa vida” (Provérbios 20.24).

Texto de Por Robert D. Foster (Adaptado)