Teste do Pezinho

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06/06/2018

Basta uma picadinha no calcanhar do bebê para detectar precocemente algumas doenças sérias, que podem afetar o seu desenvolvimento. Esse é o Teste do Pezinho, que, de tão importante, ganhou até uma data comemorativa instituída pelo Ministério da Saúde: 6 de junho. Sim! Hoje é o Dia Nacional do Teste do Pezinho.

Trazido ao Brasil pela APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) em 1976, o exame de triagem neonatal é obrigatório e gratuito no país desde 1992. O Brasil foi a primeira nação da América do Sul a realizar o procedimento. Atualmente, a versão básica do teste, oferecida na rede pública de saúde, detecta seis doenças, entre elas, anemia falciforme.

Na rede privada, a maioria das maternidades oferece o teste ampliado, que na versão conhecida como Mais faz o diagnóstico de outras 4 doenças. Há ainda o teste Super, que é capaz de apontar até 48 patologias.

Em 2016, mais de 2 milhões e 300 mil recém-nascidos realizaram o exame em todo o país. Alguns municípios, inclusive, não permitem que a criança seja registrada em cartório se não tiver feito o teste anteriormente.

Fonte: Exame

 

Entrevista com a médica Tânia Bachega, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional São Paulo. Confira:

 

OMS lança plano de ação global para a atividade física

A Organização Mundial da Saúde lançou um plano de ação global em prol da atividade física. A entidade considera que ser ativo é fundamental para a saúde. E que, no mundo moderno, isso tem se tornado um desafio, principalmente pelo fato de as cidades e comunidades não serem projetadas de forma correta.

O plano de ação mostra como os países podem reduzir o sedentarismo em adultos e adolescentes em 15% até 2030. O documento recomenda ainda um total de 20 áreas de políticas que, combinadas, visam criar sociedades mais ativas por meio de melhorias nos ambientes e em oportunidades para pessoas de todas as idades e habilidades.

Dados da OMS indicam que, no mundo, 1 em cada 5 adultos e 4 em cada 5 adolescentes (de 11 a 17 anos) não praticam atividade física de forma suficiente. Meninas, mulheres, adultos mais velhos, pessoas de baixa renda, com algum tipo de deficiência e com doenças crônicas, além de populações marginalizadas e indígenas têm menos oportunidade de serem ativos. O grupo responde por 71% das mortes registradas no planeta.

A atividade física regular é chave para prevenir e tratar doenças como a do coração, derrame, diabetes e câncer de mama e de colo. O sedentarismo representa custos estimados em 54 bilhões de dólares no atendimento à saúde, dos quais 57% são registrados na rede pública.

Fonte: Agência Brasil

 

Caminhando

A gratidão é um atributo de quem realmente espera em Deus. Não se agradece o que se quer receber, mas aquilo que Deus ofereceu por meio das condições adversas. Nem tudo é proveitoso para agradecermos, segundo nossa perspectiva, mas se olharmos para o futuro e crermos na presença de Deus, saberemos que já podemos ser gratos.

Assim, temos que cultivar uma esperança persistente A paciência do cristão tem raízes na esperança da vitória de Jesus Cristo. Não se alcança a vitória por nossos próprios méritos ou por nossas ações bem planejadas e executadas. O Senhor da história está presente nos acontecimentos e ele é o autor da própria esperança e consumador da própria fé.

O que se espera do cristão é o caminhar com seus irmãos para a realização da vontade de Deus. Quando somos caminhantes velozes e ágeis no caminho, precisamos por um gesto de amor e fé, aguardar aqueles que, apesar de caminharem lentamente, necessitam de nossa ajuda para continuar a jornada da fé.

Como prosseguir no caminho sabendo que deixamos irmãos para trás? O mérito da vitória não é alcançar a meta da fé a qualquer preço, mas ter comunhão plena com os demais caminhantes da jornada.

Apesar de todo o cansaço que a jornada cristã produz em quem caminha é preciso persistir com a esperança de que Cristo permanece conosco. Ele tem demonstrado o quanto é tolerante com a nossa falta de fé, falta de compromisso, falta de discernimento, de amor, de respeito, falta de crença no trabalho dos outros, falta de tolerância com os fracos, e tantas outras. O que seria de nós se Jesus não tivesse tanta paciência conosco?