Temperos e especiarias

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20/04/2018

Quem gosta de cozinhar sabe a importância que os temperos têm. O consumo de ervas e especiarias é prática em todas as regiões do Brasil. Isso se deve às melhores condições socioeconômicas da população brasileira, que cada vez mais valoriza a qualidade dos pratos preparados e busca sabores diferenciados para as refeições.

Os temperos apresentam forte potencial de crescimento nos próximos anos, uma vez que é expressiva a valorização da gastronomia e da harmonização entre alimentos e bebidas. É o que revela um levantamento da Food Service Consultoria Especializada, que considerou a tendência mundial do consumo de alimentos.

 

Entrevista com a nutricionista Andrezza Botelho. Ela fala sobre temperos e especiarias. Confira:

 

Plano vai proteger espécies ameaçadas no Cerrado e Pantanal
Um Plano de Conservação Nacional vai proteger 41 espécies ameaçadas dos biomas Cerrado e Pantanal.
O objetivo é reduzir o risco de extinção de espécies de peixes, anfíbios, répteis e primatas das regiões nos próximos cinco anos.
As informações são Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
Entre as metas do plano estão a integração das espécies ameaçadas nos habitats nesse período, a diminuição da caça, a redução da degradação dos habitats e o planejamento e a aplicação de políticas públicas nas diferentes esferas do governo.

Serão produzidos relatórios informativos periódicos para auxílio à proteção animal.

 

Sinfônica de Heliópolis no Municipal de São Paulo

No dia 6 de maio, domingo, a Orquestra Sinfônica Heliópolis sobe ao palco do Theatro Municipal de São Paulo com seu diretor artístico e maestro titular Isaac Karabtchevsky.

Será apresentado um concerto que integra os tradicionais festejos da união europeia que ocorrem todos anos, em maio.

A apresentação, às 12h, vai contar com o violoncelista Victor Julien-Laferrière, vencedor da edição de 2017 do concurso Rainha Elisabeth.

O concerto irá desbravar a obra dos consagrados compositores Tchaikovsky e Dvorák.

Fonte: vilamundo.catracalivre.com.br

 

A Vaquinha

Um sábio homem passeava por uma floresta com seu amigo quando avistou ao longe um sítio de aparência pobre e resolveu fazer uma visita.
Durante o percurso, ele falou ao aprendiz sobre a importância das visitas e as oportunidades de aprendizado que temos também com as pessoas que mal conhecemos.

Chegando ao sítio constatou a pobreza do lugar. Sem calçamento, a casa de madeira, os moradores, um casal, três filhos vestidos com roupas rasgadas e sujas então se aproximou do senhor, aparentemente o pai da família, e perguntou: – “Neste lugar não há sinais de comércio e de trabalho, como o senhor e a sua família sobrevivem aqui?”. Ao que o homem respondeu: – “Nós temos uma vaquinha que nos dá vários litros de leite todos os dias. Uma parte desse produto vendemos ou trocamos na cidade vizinha por outros gêneros de alimentos e a outra parte produzimos queijo, coalhada, para o nosso consumo e assim vamos sobrevivendo.”

O sábio agradeceu a informação, contemplou o lugar por uns momentos, depois se despediu e foi embora. No meio do caminho voltou-se para o seu fiel amigo e ordenou: – “Pegue a vaquinha, leve-a ao precipício ali na frente e empurre- na lá pra baixo”.

O jovem arregalou os olhos espantado e questionou a ordem sobre o fato da vaquinha ser o único meio de sobrevivência daquela família, mas como percebeu o silêncio absoluto do seu mestre foi cumprir a ordem.
Assim empurrou a vaquinha morro abaixo e a viu morrer.

Aquela cena ficou marcada na memória daquele jovem durante anos, e um belo dia ele resolveu largar tudo o que havia aprendido e voltar naquele mesmo lugar e contar àquela família o fato, pedir perdão e ajudá-los. Assim fez, e quando se aproximava do local avistou um sítio muito bonito, com árvores floridas, todo murado, um belo jardim e um sorriso no rosto das crianças. Ficou triste e desesperado imaginando que aquela família tivera que vender o sítio para sobreviver.

Chegando lá logo foi recebido por um simpático caseiro e perguntou sobre a família que ali morava há uns anos – “Continuam morando aqui.” Espantado ele viu que era mesmo a família que visitara antes com o mestre. Elogiou o local e comentou com o dono da vaquinha: “Como o senhor melhorou este sítio e também de vida!” O senhor entusiasmado respondeu: “Nós tínhamos uma vaquinha, mas ela caiu no precipício e morreu. Daí em diante tiveram que fazer outras coisas e desenvolver habilidades que nem sabíamos que tínhamos. Assim, alcançamos o sucesso que seus olhos vislumbram agora!”

Todos nós temos uma vaquinha que nos dá alguma coisa básica para sobrevivência e uma convivência com a rotina. Descubra qual é a sua. Aproveite para empurrar sua “vaquinha” morro abaixo.
Você poderá se surpreender com o potencial e a criatividade que traz dentro de si, e que nunca teve a oportunidade de desenvolver.