Temperaturas extremas

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20/06/2017 – FIQUE POR DENTRO

Lidar com diferentes opiniões, com diferentes personalidades e manter um bom relacionamento, é um grande desafio. Desde a época do colégio, algumas pessoas já preferiam fazer o trabalho individual a trabalhar com o grupo.

E hoje, uma das principais características procuradas no mercado, é saber trabalhar em equipe. Essa capacidade é bastante benéfica para o ambiente corporativo, pois permite que as tarefas sejam cumpridas com mais rapidez e eficiência, além de estimular o aprimoramento das habilidades de cada profissional.

Entrevista com o fisiologista, Turíbio Leite de Barros. Ele fala sobre temperaturas extremas. Confira:

 

Programa de reconhecimento facial pode detectar dores nas ovelhas

Para saber o que os animais estão sentindo, proprietários e veterinários precisam prestar atenção em sinais e sintomas que possam indicar algum desconforto nos bichos. Mas agora essa tarefa pode ficar mais fácil. Cientistas da Universidade de Cambridge, na Inglaterra desenvolveram um software de reconhecimento facial que ajuda nessa tarefa.

As sentirem qualquer tipo de dor, as ovelhas, como os humanos reproduzem uma expressão facial específica naquele instante. A fisionomia de incômodo é sempre a mesma e, com muita habilidade, é possível que qualquer pessoa identifique a agonia e o seu grau. O problema é que nem todo mundo possui a aptidão de saber como o animal se sente com um simples olhar, e é nesse momento que entra o computador.

Os pesquisadores programaram um computador para reconhecer as expressões faciais das ovelhas baseando-se em técnicas de softwares que usam o mesmo serviço em humanos. Para determinar diferentes graus de incômodo no animal, primeiro o programa faz a detecção do rosto das ovelhas e depois a extração das características faciais. Ao todo, o sistema foi capaz de identificar nove níveis de dor e a precisão da nova tecnologia foi de 67% cento.

De acordo com a equipe, a precisão do resultado pode aumentar conforme mais dados e amostras forem coletados e cadastrados no programa. Os pesquisadores também afirmam que a técnica pode ser ampliada para ajudar os veterinários e tornar mais fácil o tratamento e diagnóstico de outros animais.

Supremo decide se Fachin continua como relator da delação da JBS

O plenário do Supremo Tribunal Federal marcou para a próxima quarta-feira o julgamento para que o ministro Edson Fachin deixe a relatoria da delação da JBS.

Com isso, caberá aos 11 ministros da Corte definir se Fachin continua ou não como delator. No pedido ao Supremo, o ministro alega que a delação da JBS não tem ligação com os desvios na Petrobras e, portanto, com a Lava Jato.

Além disso, também será julgada em plenário uma questão, apresentada pelo próprio ministro, sobre o papel do relator de um caso na homologação de delações premiadas. Pelas regras atuais, cabe ao relator, de forma monocrática, decidir sobre a validade dos acordos firmados entre delatores e o Ministério Público Federal.


Aquecer é preciso

A melhor definição para a palavra “clássico” que já ouvi foi: “clássico é um livro que todo mundo cita, mas ninguém lê”. Para alguns isto pode soar como ofensivo e injusto, mas antes que intelectuais de plantão apanhem pedras, deve-se deixar claro que a definição não inclui, obviamente, as honrosas exceções. Se me permitem uma paráfrase: “oração é um assunto de que todo mundo fala, mas poucos praticam”. Principalmente, quando pensamos em oração como expressão de dependência e intimidade com o Pai amoroso, quando oração é um tempo-espaço de ouvir Deus falar e de experimentar o desnudar da alma.

Acho a prática da oração muito mais difícil do que encarar um clássico, pois ler é questão de hábito, de se acostumar; já orar vai contra a nossa natureza. Eugene Peterson, em seu excelente livro: A Oração que Deus ouve, destaca dois grandes obstáculos à oração: distração e intimidação.

Distração é fruto do caos interior e do mundo barulhento que vivemos. Temos muita dificuldade em “fazer calar e sossegar a alma” (Sl.131:2). Estamos sempre apressados e agitados, pobre cidadãos urbanos cuja mente mais parece um turbilhão.

A intimidação é fruto do mundo onde o dinheiro reina absoluto. Somos diariamente convencidos pela mídia que nossa sobrevivência depende totalmente do poder político-econômico. A intimidação cria um mundo gigantesco e um deus minúsculo.

Como vencer o gigante da distração e da intimidação? Os Salmos 1 e 2 apontam o caminho: meditando na palavra de Deus e reconhecendo que o Senhor reina do céu e ri do poder humano. Assim como é preciso alongar-se (aquecer) na prática de exercício, a repetição pausada da palavra nos prepara para a corrida da oração. Os inexperientes, por preguiça ou impaciência, querem correr sem alongar, mas é sábio resistir e não queimar etapas. Isto evita muitas contusões e estiramentos, evita que o prazer e benefício do exercício sejam perdidos pela dor e o desconforto.

Pr. Israel Sifoleli