Talento

share on:

22/08/2018 – FIQUE POR DENTRO

Talento quer dizer em primeiro lugar aptidão, dom, habilidade, capacidade para realizar algo que apresente um expressivo grau de dificuldade para a média das pessoas. Esse sentido é relativamente recente: surgiu no latim medieval e data do século 14 em inglês e do 17 em português. Antes disso, talento era uma medida de peso e uma (vultosa) medida monetária.

A acepção mais clássica de talento era medida de peso. Usada no Egito, na Babilônia, em Israel, na Grécia e em Roma, aparece como kikkor no texto hebraico da Bíblia, termo que foi traduzido para o grego como talanton (“balança”). A medida era variável de lugar para lugar e ao longo do tempo, acredita-se que oscilando entre 20 e 40 quilos.

Que um talento era uma pequena fortuna ninguém discute, mas seu valor monetário preciso é incerto. Há registros de que um talanton grego equivalia a 6 mil dracmas numa época em que o salário de um militar era uma dracma por dia. Foi o dinheiro que, por figuração, deu origem ao significado de talento hoje dominante.
A passagem da grana à aptidão pode parecer contraditória. Pois o talento não é justamente um tipo de riqueza que o dinheiro não consegue comprar? Não esbarramos o tempo todo em ricos sem talento e em pobres talentosíssimos? A ligação entre os dois sentidos se deu por meio da ideia de dote, presente – no caso, de Deus. Um dom que o agraciado tem que empregar bem.

Acredita-se que a ideia se espalhou a partir da popularidade de uma interpretação da “parábola dos talentos”, contada pelo evangelista Mateus. Trata-se da história de um senhor de terras que presenteia três servos com somas variáveis de talentos. Após algum tempo, descobre que dois duplicaram sua riqueza, enquanto o terceiro, que preferiu enterrar o dinheiro, está na mesma. Os dois primeiros receberam elogios, mas o terceiro foi punido.

Fonte: Veja


Entrevista com a cantora Sarah Renata. Confira:

 


Casos de sarampo nas Américas chegam a 5 mil

O número de casos confirmados de sarampo na região das Américas mais que dobrou em um mês. Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde, 11 países do continente notificaram 5 mil e 4 casos da doença este ano: Antígua e Barbuda, Argentina, Brasil, Canadá, Colômbia, Equador, Estados Unidos, Guatemala, México, Peru e Venezuela. Até 20 de julho, os mesmos países haviam confirmado 2 mil 472 casos.

“Tendo em vista a velocidade de propagação da doença pela região, a Opas ampliou as recomendações que já vinham sendo feitas. Entre elas, aumentar a cobertura vacinal e fortalecer a vigilância epidemiológica para aumentar a imunidade da população e detectar/responder rapidamente a casos suspeitos de sarampo”, informou a entidade, por meio de comunicado. Na nota, o organismo internacional orienta ainda que, durante surtos, seja estabelecido um manejo correto de casos intra-hospitalares para evitar a transmissão nas próprias unidades de saúde, com um fluxo adequado de pacientes para salas de isolamento.

No Brasil, o Ministério da Saúde promove até o dia 31 deste mês a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e Sarampo. A meta é imunizar pelo menos 95% das 11 milhões de crianças com idade entre 1 ano e menores de 5, e criar uma barreira sanitária de proteção do povo. Até segunda-feira, dia 20 de agosto, metade do público-alvo havia sido vacinado.

Fonte: Agência Brasil


Um Trabalho Grandioso

“Depois disto ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem irá por nós? Então disse eu: Eis-me aqui, envia-me a mim” (Isaías 6.8).

Uma grande companhia de petróleo precisava de um escritório de Relações Públicas para a empresa no Oriente. Eles convidaram um missionário para assumir a direção do escritório, com um salário bem superior ao que a igreja poderia lhe oferecer. Este recusou o convite.

Os diretores da companhia, sabedores da grande competência do missionário na área de relações públicas, insistiram e aumentaram o salário a um ponto que seria muito difícil uma nova recusa. Novamente o missionário disse “não.”

“O que está errado?” perguntou um dos diretores, “o salário não é suficientemente grande?”

A resposta foi simples e objetiva: “O salário é grande o suficiente, mas o trabalho não é.”

Não há trabalho em todo o mundo que dê mais prazer àquele que o executa do que servir ao Senhor. Quando Deus escolhe alguém para ser um trabalhador em sua seara, o escolhido não só deve se colocar à disposição do Senhor como sentir-se privilegiado e imensamente feliz.

Não há salário que pague a bênção de estar diante do altar de Deus para ser dirigido segundo os seus propósitos.

Nem todos são chamados para servir exclusivamente a Deus.

Muitos devem ficar em suas empresas e ali dar o seu testemunho e ser uma bênção, mas se você for chamado pelo Senhor, diga “sim” e a felicidade será completa em todos os dias de sua vida.

Pr. Paulo Roberto Barbosa