Sobreviventes

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04/10/2018 – FIQUE POR DENTRO

A sobrevivência é uma das capacidades que qualquer ser vivo possui na hora de superar as circunstâncias específicas que possam ameaçar sua vida. Sobreviventes de um terremoto seguido de tsunami na Indonésia disseram nesta quarta-feira que estavam em busca de alimentos em fazendas para lidar com a fome. O saldo oficial de mortos do tremor de magnitude 7,5 que atingiu o litoral oeste da ilha de Sulawesi na última sexta-feira supera mil e 400, muitos deles vítimas das ondas de tsunami que o sismo desencadeou. Johnny Lim, dono de um restaurante da cidade de Donggala disse estar sobrevivendo de cocos.

A história de Aron Ralston mostra que situações extremas exigem medidas extremas. No dia 25 de abril de 2003, ele estava caminhando sozinho pelo Blue John Canyon quando caiu em uma fenda do desfiladeiro em Utah, nos Estados Unidos. Na queda, seu braço ficou preso em uma pedra de 500 quilos. Sem ter avisado ninguém sobre onde iria naquele dia e tampouco sem sinal de celular, ele não tinha esperanças de que seria encontrado. Depois de cinco dias preso, já sem água e com fome, ele precisou superar o desespero e amputar seu braço direito para sobreviver. Todo o seu sofrimento está documentado na sua autobiografia e no filme 127 horas.

Uma situação dramática e talvez uma das mais extremas que se tem conhecimento é o episódio em que um avião que levava vários passageiros, entre eles a equipe de rúgbi uruguaia, caiu nas montanhas nevadas dos Andes, no dia 13 de outubro de 1972. Apenas 16 dos 45 ocupantes sobreviveram ao longo de 72 intermináveis dias. Na batalha pela vida, foi necessário comer os corpos de outras vítimas. O drama só chegou ao fim quando dois passageiros caminharam por 10 dias na neve e foram vistos por um fazendeiro, que chamou o resgate.

Você se lembra do que estava fazendo na manhã do dia 11 de setembro de 2001? É bem provável que sim. O atentado às Torres Gêmeas, em Nova York, que matou cerca de 3 mil pessoas, marcou muita gente. Uma delas foi a administradora de empresas Adriana Maluendas, de 45 anos. A brasileira estava no World Trade Center exatamente na hora do atentado e lutou machucada para sobreviver.

No Fique por Dentro de hoje você vai conhecer a história de mais um sobrevivente. É o Frederick Gitonga, um rapaz do Quênia, que esteve no atentado da organização extremista Al-Shabab na Universidade de Garissa, em 2015. Na ação, 147 estudantes morreram.

Fontes: The Guardian , Mirror, HypeScience, Outdoor Life, Jornal Extra, seuhistory.com e revistaglamour.globo.com


Entrevista com Frederick Gitonga, um jovem queniano que sobreviveu ao ataque do grupo radical islâmico Al-Shabaab na Universidade de Garissa, em 2015. Confira:

 


Edital oferece até 100 mil reais para 24 cientistas jovens no Brasil

O Instituto Serrapilheira lançou uma chamada pública de apoio à pesquisa científica. O objetivo é financiar jovens cientistas com projetos nas áreas das Ciências Naturais, Matemática e Ciência da Computação. As inscrições serão abertas em 5 de novembro. Até lá, o candidato pode ir preparando a documentação exigida no edital que está disponível no site serrapilheira.org.

Para se candidatar, o pesquisador deve ter concluído doutorado entre primeiro de janeiro de 2011 e 31 de dezembro de 2016. Este prazo pode ser estendido em um ano para mulheres com um filho e em dois anos para mulheres com dois ou mais filhos. Os selecionados receberão o financiamento a partir de junho de 2019. Na primeira etapa, 24 pesquisadores serão selecionados para receber até 100 mil reais por um ano.

Posteriormente, até três deles serão selecionados para receber um financiamento que pode chegar a 1 milhão de reais ao longo de três anos. Após este período, o apoio pode ser renovado e o valor chegar a 300 mil por ano.

A chamada será repetida anualmente e fará parte de uma iniciativa maior, o Programa de Apoio a Jovens Cientistas de Excelência do Serrapilheira, instituição privada que financia projetos de pesquisa e divulgação científica.

Fonte: UOL


Tranquilidade para viver

Para que a paz na sua mente possa ser uma realidade, é necessário que você renuncie ao cargo de gerente geral do Universo.

Você alguma vez se sentiu ou sente como se fosse o diretor de uma peça teatral chamada Vida, à frente da qual se encontra, encarregado da supervisão, do gerenciamento, contabilidade, vendas e outras tantas responsabilidades e tudo ao mesmo tempo?

A realidade, porém, é que existe uma grande diferença entre controlar e ser controlado.

Quando você está controlando, passa a desejar que as pessoas façam aquilo que você quer, quando quer e da maneira que quer. Adquire o sentimento de que pode alcançar o que deseja.

Quando você deixa o controle, fica mais fácil aceitar que as outras pessoas assumam sua própria direção, não cabendo, portanto a você dirigi-las.

Em lugar de tentar gerenciar os outros, gerencie-se a si próprio.

Tente identificar onde está a sua ânsia de controlar as pessoas.
Faça um bem enorme a você afirmando: “Hoje eu me conscientizei de que não cabe a mim dirigir o destino das pessoas; assim como deve acontecer comigo, cabe a elas fazer suas próprias opções na vida”.

Precisamos sempre nos lembrar das palavras de Jesus de Nazaré: “Quem de vocês, por mais que se preocupe, pode acrescentar uma hora que seja à sua vida?”