Sobrepeso e obesidade

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24/01/2018 – FIQUE POR DENTRO

Um estudo global feito pelo Instituto de Métricas e Avaliação em Saúde da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, mostrou que 2,2 bilhões de pessoas têm sobrepeso ou obesidade. O número é 30% da população mundial.

A pesquisa levou em conta o Índice de Massa Corporal, o IMC, de mais de 68 milhões de pessoas em 195 países. Ao todo, estima-se que há 700 milhões de obesos no mundo. Destes, cerca de 100 milhões são crianças. Além disso, existem 1,5 milhão de indivíduos com sobrepeso. O IMC de uma pessoa adulta saudável deve estar entre 18 e 25.

Os autores do estudo acreditam que o aumento da taxa de obesidade está ligado a uma maior oferta alimentícia em diversos países. “Há mais disponibilidade e acessibilidade de produtos com densidade energética, juntamente com o marketing intenso de tais alimentos”, afirmam no relatório da pesquisa.


Entrevista com a endocrinologista, Maria Edna de Melo. Ela fala sobre obesidade. Confira:

 


Europa emite alerta de febre amarela para o Carnaval no Brasil

A Agência Europeia de Controle de Doenças emitiu na última quinta-feira um alerta recomendando que turistas se vacinem contra a febre amarela. O órgão teme que o forte fluxo de turistas europeus ao país nesse período acabe gerando uma importação de casos da doença.

Apesar do baixo risco de transmissão da doença no continente europeu, as autoridades locais pedem que os turistas que estejam viajando ao Brasil sejam vacinados de acordo com as recomendações da Organização Mundial da Saúde.


Genocídio

Em 1944, o advogado polonês Raphael Lemkin cunhou o termo “genocídio” em sua obra, “O Domínio do Eixo na Europa Ocupada”, para descrever os assassinatos sistemáticos do povo judeu na Europa pela Alemanha Nazista.

No ano seguinte, o termo foi utilizado no Tribunal Militar Internacional, que julgou os crimes pelos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial, junto à acusação de “crimes contra a humanidade”.

Esse foi o primeiro passo para que, em 1948, a recém-criada Organização das Nações Unidas, a ONU aprovasse a Convenção para a Prevenção e Punição de Crimes de Genocídio, caracterizando o genocídio como crime de caráter internacional e o definindo como “atos cometidos com a intenção de destruir, total ou parcial, um grupo nacional, étnico, racial ou religioso”.

Dentre esses atos, estão explicitados: o assassinato e provocação de danos à integridade física ou mental de membros do grupo; a imposição de condições de vida que possam causar sua destruição física e mental, ou que ainda impeçam a reprodução física de membros do grupo e a transferência à força de crianças de um grupo para outro.


Jesus e as nossas doenças

“E os seus discípulos lhe perguntaram, dizendo: Mestre, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego? Jesus respondeu: Nem ele pecou nem seus pais; mas foi assim para que se manifestem nele as obras de Deus”. (João 9.2, 3)

As doenças sempre foram um mal da humanidade. A deterioração do corpo humano, seja pela velhice ou pela doença, é consequência do pecado que atingiu a todos nós.

Não podemos dizer que todos os doentes tem seu estado de saúde debilitado, provocado pelo pecado familiar. Quando os discípulos se depararam com este pobre cego, imediatamente perguntaram ao Senhor Jesus: “Quem pecou, este ou seus pais?” A pergunta dos judeus era acerca do pecado do pai que trazia consequências sobre as gerações futuras. A resposta de Jesus desmonta essa equivocada ideia dos judeus. Ele afirmou que a doença daquele homem serviria para mostrar a obra de Deus.

Naquele caso, a cegueira era o mal que estava fora do alcance de cura por meios humanos. Quando Jesus o curou, mostrou que Deus se compadecia dos doentes e que o poder de tirar o mal das pessoas estava em suas mãos. Jesus Cristo operou muitos milagres durante o tempo em que ele exerceu seu ministério. Ele causou espanto naquele tempo justamente por causa da quantidade de milagres que realizou.

Mas o milagre, como as curas, por exemplo, não definiam o seu ministério. Eles serviam para atestar que Jesus havia sido enviado da parte de Deus. Os milagres de Jesus eram manifestações da graça do Pai. Jesus Cristo tem poder e pode curar todas as doenças, se essa for a vontade do Pai.