Sobremesa

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14/12/2017 – FIQUE POR DENTRO

A sobremesa, como diz o próprio nome, é considerada o momento final das refeições. Mas por ser o final não deixa de ser menos importante. Para muitos é considerado o mais relevante.

Nos banquetes da Idade Média, que precederam o que conhecemos hoje como gastronomia, não existia ordem para comer: a mesa era posta com carnes, ensopados, pães, tortas, queijos, frutas, bolos, mel. Não havia diferenciação entre categorias de pratos e tudo era comido ao mesmo tempo, do jeito que cada um quisesse.

A ideia da sobremesa servida no final da refeição é relativamente moderna e se deu graças a Catarina de Médicis, que em 1533 saiu de Florença para se casar com o futuro rei francês Henrique II. A italiana levou para a França muitos livros de receitas e seus próprios cozinheiros. Além deles, a jovem apresentou à corte novos hábitos, como abrir os banquetes à participação feminina, e introduziu regras de etiqueta e a comer com garfos, além de transportar a sobremesa para o fim da refeição.

Entrevista com o chef e mestre confeiteiro, Diego Lozano. Ele fala sobre confeitaria. Confira:

 


Astrônomos descobrem buraco gigantesco que é o mais antigo e distante já observado

Ele está a 13 bilhões de anos luz de distância, tão longe que é visto por nós como algo muito grande e distante. Com uma massa de 800 milhões de vezes maior que o sol, esse buraco negro foi capaz de alcançar um tamanho surpreendente pouco tempo após a origem do Universo.

A descoberta foi descrita na publicação científica Nature. Segundo os cientistas, essa relíquia se ocupa em devorar materiais no centro de uma galáxia sendo, assim, caracterizado como um “objeto quase estrelar”.

Ao cair no centro do buraco negro, matérias como gás formam uma massa extremamente quente ao redor dele, conhecida como “disco de acreção”.


Ajustando a balança

Você tem observado práticas ou políticas no seu ramo de atividade que você não gosta? Coisas que lhe parecem erradas ou impróprias e que, no entanto, persistem porque “todo mundo faz”? O que você acha que seria necessário fazer para mudar e corrigir essas práticas?

O livro “Vida Integrada”, de Ken Eldred, aborda circunstâncias como essas, ilustrando-as com algumas pessoas que tomaram posição contra práticas antiéticas nos negócios. Eldred conta de dois comerciantes londrinos na Idade Média que decidiram que a prática comum daqueles dias – uso de balanças e pesos desonestos para pesar carnes e outros itens alimentícios – era inaceitável para Deus. O que fizeram foi simples: começaram a testar e verificar as balanças um do outro e a prestar contas um ao outro, por adotarem os padrões de Deus como expressos na Bíblia, e não se renderem aos padrões que prevaleciam em seus dias.

Era uma atitude ousada para aquele tempo e a consequência poderia facilmente ter sido o fechamento de suas mercearias pelos concorrentes inescrupulosos. Ao invés disso, Deus honrou o seu compromisso com a integridade e sua fidelidade levou-os a formar as “The Livery Companies”, associações de comércio que continuam atuantes até hoje e ainda cobram de seus membros a adoção de elevados padrões éticos.

Por que aqueles merceeiros estavam tão determinados a combater a trapaça praticada contra os fregueses por meio pesos e medidas incorretos? Devem ter tido inúmeras razões, mas um versículo da Bíblia, Provérbios 11.1, claramente ensina: “O Senhor repudia balanças desonestas, mas os pesos exatos lhe dão prazer”. Aqueles homens assumiram que esse texto significa exatamente o que diz e agiram de acordo com ele.

Um princípio de aplicação mais geral que eles podem ter considerado é a chamada “Regra de Ouro”. Jesus disse a Seus discípulos: “Assim, em tudo, façam aos outros o que vocês querem que eles lhes façam; pois esta é a Lei e os Profetas” (Mateus 7:12). Os merceeiros devem ter se dado conta de que não gostariam de ser enganados por alguém que usasse medidas que calculassem de forma errada as mercadorias que comprassem. O fundamental para eles não era o ganho, mas o reconhecimento de sua responsabilidade diante de Deus.

Pode ser que as questões que você observou em sua área não envolvam a prática de medidas inexatas. Talvez envolvam promessas e compromissos não cumpridos, faturamento indevido por fornecimentos e serviços ou o não pagamento de obrigações no tempo apropriado. O que aconteceria se você e alguns colegas do ramo de atividade se juntassem para estabelecer novos padrões para seu negócio? Você teria coragem para fazer isso?

Por: Rick Boxx (Adaptado por Israel Mazzacorati)