Senhas

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24/11/2017 – FIQUE POR DENTRO

Todo mundo está cansado de saber: as senhas devem ser fortes e, se possível, não ter relação com a vida pessoal, como data de nascimento ou nome do bichinho de estimação e parentes, por exemplo.

Mas, mesmo com todas as recomendações, ainda tem gente que insiste escolher combinações óbvias para proteger e-mails, redes sociais e até para contas no banco.

Uma pesquisa, realizada todos os anos por uma empresa de segurança digital, revelou uma lista das senhas mais usadas em 2016. O estudo levou em consideração 10 milhões de combinações vazadas em violações de dados e descobriu que as mais populares incluem “123456”, “qwerty” e palavras como “senha” e “google”.

Fonte: Superinteressante

Entrevista com o especialista em segurança eletrônica, Leandro Ramos. Ele fala sobre senhas eletrônicas. Confira:

 

Governo lança Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa

Durante a 23ª Conferência do Clima, conhecida por COP 23, realizada na Alemanha, o governo anunciou o Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa, conhecido como Planaveg. O plano tem como meta a recuperação da vegetação nativa de, pelo menos, 12 milhões de hectares até 2030.

O Planaveg vai atuar na ampliação e no fortalecimento de medidas para a recuperação em áreas degradadas, além de baixa produtividade, de preservação permanente e de Reserva Legal.

De acordo com a pasta, o Brasil dá um passo importante para a recuperação da vegetação nativa e avança para o cumprimento dos compromissos sob o Acordo de Paris.


O clamor pela justiça

“[…] venha o teu reino; faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu.” (Mt 6.10).

No Salmo 7, capítulo 11 está escrito que Deus é justo juiz. Sabemos que é da vontade de Deus que a justiça seja realizada entre os seres humanos. A Palavra de Deus é clara em nos alertar quanto à necessidade de orar pelos nossos governantes, para que haja justiça (I Tm 2.1, 2), e também para que nós sejamos praticantes da justiça (Mq 6.8).

De dois em dois anos vamos às urnas para eleger nossos representes, mesmo que pouco saibamos sobre eles. Não podemos saber se governarão justamente. Não há garantia de que cumprirão suas promessas de campanha. Não sabemos se serão corrompidos pelo poder e tomados por ganância e vaidade. Para agravar a situação, a fama dos políticos brasileiros não é das melhores, e o histórico sugere que, de alguma maneira, eles falharão. Quanto ao futuro, aparentemente, estamos com as mãos atadas.

Muito antes de existir os partidos que disputam as eleições no Brasil, já havia um ser humano corrupto por causa do pecado. Não se deve culpar um partido pela corrupção nacional, tampouco sacralizar outro por apresentar ideias supostamente cristãs. Não podemos nos esquecer de que a corrupção não está nos partidos, mas no coração das pessoas que estão por trás de todos os partidos. A corrupção faz parte do ser humano, como a Bíblia nos ensina de forma enfática (Jr 17.9; Jó 15.14-16), e a justiça dos seres humanos não vale nada perante Deus (Is 64.6).

Onde, então, devemos buscar a justiça verdadeira? Jesus nos deu a resposta em Mateus 6.10: “venha o teu reino; faça-se a tua vontade, assim na terra como no céu”. O mundo carece da justiça que provém do trono de Deus. O mundo precisa da justiça perfeita e absoluta que só pode ser encontrada plenamente no Reino de Deus.

Como Igreja de Jesus Cristo, o Senhor dos senhores, não podemos deixar esta verdade escapar de nossas vistas: Jesus Cristo é justo! E por sermos o seu povo, em nós deve ser encontrada a verdadeira justiça. Nós, os chamados para viver no Reino de Deus, somos as pessoas que oram pela justiça. Não uma justiça provisória, ou uma justiça para alguns poucos privilegiados da sociedade. Não. Somos o povo que clama pela justiça que é vontade de Deus. Pedimos que sua vontade seja realizada na terra, assim como ela é plenamente realizada no céu.

Não devemos deixar que a injustiça, a corrupção e a impunidade deste mundo nos tirem a esperança. A função da Igreja na sociedade não se limita em ir às urnas, e muito menos orar pelas autoridades somente em períodos de eleição, mas devemos orar insistentemente (At 12.5).

Orar insistentemente não significa orar aos gritos e somente nos momentos de culto, com frases soltas ao ar. Significa traduzir em palavras dirigidas a Deus, e de modo constante, o nosso mais profundo e sincero desejo de ver a vontade dele, sua justiça e reinado, operando entre nós, e fundamentalmente, através de nós.

Por que depositar nossa esperança em um mundo mais justo? Não seria esta uma utopia? Será que Deus fará isto acontecer? A verdade é que Deus já enviou o seu Filho, a maior expressão de seu amor, graça e justiça, para viver no lugar mais corrupto, injusto, podre, soberbo e impune da face da terra: o nosso coração.

Israel Mazzacorati