Sanduíche

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02/03/2017

Muitas pessoas têm uma relação de amor e ódio com os sanduíches. Enquanto são apontados como vilões da dieta, eles também são objeto de desejo. Confira alguns dos sanduíches mais conhecidos do mundo:

Hambúrguer – Apesar de a criação dessa comida ser atribuída aos alemães da região da cidade de Hamburgo, são os Estados Unidos que assumiram o título de pátria do hambúrguer. Enquanto a receita literal do hambúrguer é um simples pão com carne, há muitos derivados do lanche.

Cachorro-quente – Não há consenso sobre a origem do prato, mas fato é que, assim como o hambúrguer, ele se consolidou nos Estados Unidos. No Brasil, os ingredientes são ainda mais variados, de acordo com a região. Além da salsicha, ketchup, mostarda e maionese, são usados molho de tomate, batata palha, milho, purê de batata, vinagrete e queijo. Depois de colocar tudo no pão, ele ainda pode ser prensado ou não.

Bauru – Esse sanduíche foi criado pelo radialista Casimiro Pinto Neto, em 1934, quando ditou ao garçom do bar Ponto Chic a seguinte receita: pão francês sem miolo, rosbife, tomate, sal, orégano e queijo.O lanche foi aprovado por ele e por vários clientes que passaram a pedir sempre o sanduíche feito por ele, que era chamado de Bauru, sua cidade natal.

Beirute – Apesar de ter o nome da capital do Líbano, o beirute não foi criado no país árabe, mas em São Paulo, com a imigração libanesa. Em geral, os itens mais presentes nos beirutes feitos em diferentes partes do país são pão sírio, rosbife, alface, tomate, queijo e ovo frito.

 

Entrevista com o Octavio Luz Rodrigues Alves, o Chef Taico. Ele fala sobre sanduíche, hambúrguer, lanches.

 

SpaceX vai levar turistas em viagem ao redor da lua em 2018

Dois turistas devem fazer uma viagem de volta à lua durante uma semana em 2018, como parte de uma iniciativa da empresa SpaceX com apoio da NASA, a agência espacial dos Estados Unidos. Segundo a rede CNN, é provável que a dupla esteja pagando “milhões de dólares” pelo passeio particular.

Os turistas entraram em contato com a empresa mostrando interesse na viagem. Assim que eles forem aprovados nos exames físicos e médicos necessários para o treinamento e o percurso, seus nomes serão divulgados.

Os dois serão os únicos tripulantes da Dragon 2, que decolará em 2018 de uma plataforma do complexo de Cabo Canaveral, na Flórida, a mesma do lançamento das missões lunares do programa Apollo. O programa teve 11 voos tripulados entre 1968 e 1972, incluindo a viagem que levou Neil Armstrong e Buzz Aldrin a pisar na superfície da lua pela primeira vez em 20 de junho de 1969.

 

Proclamação de Dependência

Já observou como as crianças têm pressa de alcançar independência? Elas dependem de alguém para serem alimentadas, banhadas, vestidas elevadas de um lugar para outro. Quando, porém, atingem certa idade, por volta dos dois anos, começam a afirmar sua declaração de independência. Ao ajudar uma criança a calçar os sapatos ela dispensa a ajuda: “Eu calço sozinha!” – declara a pequena independente. Se for ajudá-la com a comer a resposta decidida é: “Não, eu como sozinho!” Os pais querem que se tornem independentes, mas não aos dois ou três anos de idade.

Esse impulso em direção à autoconfiança e autonomia permanece vigoroso ao longo de toda nossa vida. Muitos sonham em tornar-se financeiramente independentes, atingindo o ponto em que o salário não é o motivo que os leve a trabalhar. Outros anseiam por se encaixar na afirmação: “Sou o senhor do meu destino; sou o capitão da minha alma.”

É louvável tornar-se “senhor do próprio destino”, assumindo a responsabilidade pelos resultados das próprias ações e decisões. Entretanto, independência total tem desvantagem. Na história dos hebreus existiu um homem chamado Uzias, que por 52 anos serviu como rei em Judá: “Ele fez o que o Senhor aprova… Enquanto buscou o Senhor, Deus o fez prosperar” (Segundo livro de Crônicas 26.4-5). Durante grande parte da vida ele reconheceu que dependia de Deus.

Entretanto, chegou um momento em que aparentemente o sucesso lhe subiu à cabeça. Confrontado com sua rebeldia, recusou-se a assumir responsabilidade e aceitar correção. “…Entretanto, depois que Uzias tornou-se poderoso, o seu orgulho provocou a sua queda. Ele foi infiel ao Senhor, o seu Deus” (Segundo livro de Crônicas 26.15-21). Ele tornara-se autossuficiente; não precisava de ninguém, nem mesmo de Deus.

Uzias viveu centenas de anos atrás, mas a natureza humana não mudou desde então. Muitos de nós, no início de nossos negócios ou carreiras profissionais, nos conscientizamos que o sucesso está fora do nosso alcance. Voltamo-nos, então, para outras pessoas – até mesmo para Deus – em busca de ajuda, especialmente quando responsabilidades e pressões nos sobrecarregam. Uma vez alcançado o sucesso, porém, perdemos o senso de dependência. “Venci por meus próprios esforços”, concluímos inchados pela vaidade.

Como Uzias aprendeu, essa atitude geralmente leva ao desastre. Deixar de reconhecer a ajuda recebida ao escalar a “escada do sucesso”, bem como o suporte oferecido para mantê-lo, nutre o orgulho e expõe nossa vulnerabilidade aos concorrentes e opositores. A Bíblia ensina como evitar essa calamidade: Reconhecer Deus como fonte de sabedoria e do sucesso e aceitar a correção e a repreensão.

Texto de Robert J. Tamasy (Adaptado)