Rugby

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09/11/2018 – FIQUE POR DENTRO

O esporte surgiu na Inglaterra em 1871 como um “parente” do Futebol que a gente conhece, porém, com maior contato físico e com a bola correndo nas mãos dos jogadores. O Rugby chegou ao Brasil no final do século dezenove, trazido pelos ingleses que trabalhavam nas estradas de ferro do estado de São Paulo.

Charles Miller, conhecido como o “pai” do futebol no Brasil por ter trazido a primeira bola, e organizado a primeira partida em 1894, também é o introdutor do Rugby no nosso país. Ele foi um dos fundadores do São Paulo Athletic Club (SPAC), o mais tradicional clube de Rugby brasileiro.

Ao contrário dos nossos vizinhos Argentina e Uruguai, onde o Rugby sempre foi bastante popular e foram formadas seleções fortes, o Rugby não virou um esporte de massa no Brasil, ao contrário do seu “primo” futebol.

Mas, cresceu o número de praticantes do Rugby no Brasil, de times, tanto de clubes quanto de universidades, e de campeonatos. E as seleções brasileiras masculina e feminina também tem ganhado seu espaço!

Fonte: meggashop.com.


Entrevista com o jogador da seleção brasileira Josh Reeves. Confira:

 


Museu Casas das Rosas: Exposição Arquiteturas da Memória

A história do imóvel da Casa das Rosas, de sua preservação e utilização, bem como sua inserção no contexto da cidade de São Paulo, compõe o eixo temático desta mostra, que conta com imagens e outros elementos ligados à memória do atual museu-casa literário a partir da incorporação do acervo bibliográfico de Haroldo de Campos.

No térreo, na antiga sala de estar da residência, são contempladas as mudanças ocorridas na Avenida Paulista desde sua inauguração, e as diversas fases de utilização da Casa das Rosas: como residência, galeria pública de artes e como museu-casa literário.

No piso superior, na antiga saleta situada entre os dormitórios, são exibidos documentos e publicações sobre algumas das atividades realizadas no local como instituição pública.

A exposição incorpora também o Canto da Memória, um espaço criado no hall de entrada, que remonta o histórico da residência, pensado para servir como espaço para a realização de selfies e outros registros fotográficos.

A mostra, que teve início em setembro segue até o dia 31 de março de 2019 com entrada franca. Para mais informações entre em contato pelo telefone: 011 3285-6986

Fonte: Museu Casa da Rosa


Assim caminha a igreja

Nosso olhar da igreja é quase sempre um olhar inocente, purista e, principalmente, idealista. Temos saudades de uma igreja que nunca existiu e nunca existirá. Temos sonhos de pertencermos a uma igreja tipo “jardim do paraíso” e, por isso, nos frustramos com a nossa congregação. Almejamos a igreja ideal, quando possuímos apenas a real.

Somos imperfeitos, falhos, pecadores, indolentes, fracassados em muitas áreas da vida. Todavia, quando pensamos na igreja, queremos uma igreja boa, santa, justa, perfeita, pura e correta em todas as ações. Queremos uma igreja que ora, evangeliza, faz missão, jejua, prega, visita e tantas outras coisas mais. Não somos nada disso, mas queremos isso.

Não existe nada mais fatal para uma igreja do que esse olhar, pois é um olhar que não leva em consideração a pecaminosidade e fragilidade do ser humano, pois, mesmo salva e resgatada pela graça de Deus, a pessoa continua dizendo como o apóstolo Paulo: “Miserável homem que eu sou! Quem me livrará do corpo desta morte?” (Rm 7.24). Ele vai mais além quando afirma: “Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço” (Rm 7.19).

Entre a igreja do “jardim do paraíso” e a igreja “terrena” há um grande abismo de separação. A igreja não é o que ela será na eternidade. Hoje ela é imperfeita, impura e cheia de defeitos. A igreja é isso e não há como negar essa realidade.

Todavia, num outro olhar, a igreja não será o que ela é hoje. Ela caminha para ser santa, pura, sem defeitos, sem manchas. Este é o olhar de Paulo em Efésios 5.25-27. Creio que é por isso que ele não desistia da missão. Ele via a igreja com dois olhares: o olhar da eternidade e olhar do aqui e agora. A igreja faz parte destes dois mundos.

Assim caminha a igreja, assim caminha você, assim caminhamos nós. Às vezes, andamos nos vales sombrios da dor, do pecado, da miséria. Às vezes andamos nas nuvens, nas vitórias, na glória.

O melhor olhar para ver a igreja é o olhar que parte dos olhos de alguém que, salvo pela graça de Deus, continua aberto aos processos de modelagem do Criador (Fp 1.6). Enquanto não chegar aquele dia final, não desista da igreja de Cristo.

Crédito: Antonio Carlos Barro