Reportagem

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03/07/2018

A reportagem é um gênero textual não literário. É um material jornalístico veiculado pelos meios de comunicação, como jornais, revistas, televisão, internet e rádio. O repórter é a pessoa que está incumbida de apresentar a reportagem.

Geralmente são textos mais longos e opinativos, enquanto as notícias possuem um conteúdo relativamente curto e impessoal que tem o objetivo de informar as pessoas sobre um fato atual ocorrido. A reportagem é um texto que precisa de mais tempo para ser elaborado pelo repórter, que desenvolve um debate sobre um tema, de modo mais abrangente que a notícia.

A reportagem pode ser um texto expositivo, informativo, descritivo, narrativo ou opinativo. Ela pode tanto se aproximar da notícia quanto dos artigos opinativos, porém não deve ser confundida com eles.

A reportagem pode apresentar várias estruturas, uma vez que permite integrar diversas possibilidades narrativas, desde que a veracidade do relato não seja comprometida. As sondagens e as entrevistas, por exemplo, constituem elementos auxiliares que ajudam a explicar os acontecimentos.

Fontes: todamateria.com.br e conceito.de/reportagem

 

Missão Cuagü inaugura centro de atendimento médico em 2019

A equipe da Rádio Trans Mundial esteve na Amazônia em junho. Foi conferir o trabalho realizado pela Missão Evangélica Cuagü. Quem traz mais detalhes dessa história é a jornalista Paula Ferreira em mais uma reportagem da série “Ser Humano”.

 

Quatro truques de design que nos tornam viciados em celulares

São 22h00. Você está com sono e se propôs a ir dormir mais cedo. Coloca seu pijama, escova os dentes, deita-se e olha o celular uma última vez antes de apagar a luz. Horas depois, é madrugada e você continua olhando para o telefone. O que aconteceu?

Permanecer “ligado” a um dispositivo tecnológico é uma experiência muito comum – e existe um campo de pesquisa dedicado a tornar as pessoas inconscientemente conectadas a smartphones, tablets e computadores. É conhecido como design de vício. Foi inventado por especialistas em Experiência do Usuário e usa truques neuropsicológicos para manter a atenção de nossas mentes.

Talvez você já tenha ouvido falar sobre como receber uma curtida em algo que postou em uma rede social te dá uma sensação de prazer e confiança, e sabe-se que esta injeção de dopamina nos faz usar cada vez mais esses sites. Mas há recursos muito mais sutis e menos óbvios em todos esses aplicativos que têm um grande impacto em nossa relação com a tecnologia.
Passar horas lendo comentários ou olhando fotos publicadas em redes sociais não seria possível sem a invenção da rolagem infinita. Basicamente, é a possibilidade de você continuar vendo novas informações sem limite a medida em que desliza seu dedo ou o mouse pelo seu feed de notícias. Desta forma, o seu cérebro nunca tem uma pausa, e apenas sua força de vontade pode fazer você parar de olhar para o aplicativo.

Outra ferramenta é aquela que força o usuário a deslizar para baixo ou clicar para atualizar a página. O conceito foi criado pelo Twitter. Quando você abre o Twitter, ele mostra as informações que você viu na última vez que entrou. Você tem que puxar manualmente, deslizar para baixo no seu telefone ou pressionar “ver novos tweets” no seu computador para acessar as informações mais recentes. Essa ação é semelhante à de uma máquina caça-níqueis em um cassino. Estudos mostram que ela libera dopamina, já que nosso cérebro antecipa que essa ação nos trará uma recompensa.

Agora, imagine que você queira entrar no Facebook, Instagram ou LinkedIn apenas para postar alguma coisa. Quando abre o site ou o aplicativo, encontrará comentários e postagens de outras pessoas. E será tentado a ler alguns. O fato de nenhuma dessas redes te direcionar ao seu perfil obriga você a interagir, ainda que com o canto do olho, com o conteúdo gerado por outras pessoas.

E assim que entra, a página avisa que alguém que conhece acaba de publicar algo ou que você tem uma quantidade X de novas mensagens sem ler. Sua curiosidade será ainda maior. As notificações são outro recurso muito eficaz de design viciante. São baseadas em estudos que mostram que a maioria das pessoas não gosta de ter tarefas pendentes. Agora você entende como ficou, sem perceber, olhando seu celular até o amanhecer?

Fonte: UOL

 

Invisível Perceptível

“Aquele que forma os montes, cria o vento e revela os seus pensamentos ao homem, aquele que transforma a alvorada em trevas, e pisa as montanhas da terra; Senhor, Deus dos Exércitos, é o seu nome” (Amós 4.13)

Para explicar que apesar de não enxergarmos Deus, sabemos que ele é real, alguns cristãos comparam-no ao vento. O vento é invisível, porém real. É possível senti-lo, mas não sabemos de onde vem e pra onde vai. Esse exemplo é uma boa maneira de tornar mais próxima da nossa compreensão a pessoa de Deus.

Ensinando os seus discípulos como eles deveriam ser, Jesus disse: “felizes os que sabem que são espiritualmente pobres, os que choram, os humildes, os que têm fome de sede de justiça, os que têm misericórdia, os que têm coração puro, os que trabalham pela paz, os que sofrem perseguição por fazerem a vontade de Deus”.

Com isso Jesus indicou que a conduta dos seus discípulos e de todos os cristãos deve ser tão distinta, a ponto de sermos comparados como o sal e a luz. Presença visível e percebida.

Jesus disse que a nossa luz “deve brilhar para que os outros vejam as coisas boas que você faz e louvem o Pai que está no céu” (Mt 5.13-16). É através de nós, cristãos, que a presença e a ação do Deus invisível se tornam visíveis. É em nós e na nossa vida, é que uma pessoa pode ver Deus agindo, conduzindo e guardando. É em nós que uma pessoa pode ver Deus transformando uma vida, a ponto de dar-lhe um novo caráter.

Jesus também advertiu sobre a possibilidade do sal perder o sabor e da luz ser ocultada. O que a sua maneira de viver tem revelado às pessoas que estão próximas de você? Suas palavras e atos têm apontado na direção de Deus?

Se tem fracassado no seu testemunho de sal e luz, confesse o pecado, arrependa-se e comece de novo no caminho de testemunho diário. Ainda há tempo!