Repetência escolar

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06/11/2017 – FIQUE POR DENTRO

Nas últimas décadas, diversos estudos buscaram compreender os efeitos da reprovação no percurso escolar de um aluno. O assunto, no entanto, ainda divide opiniões de educadores brasileiros.

Enquanto 13% são contrários a essa prática e 9,4% dizem ser a favor da retenção, outros 78% dos docentes adotam uma postura intermediária, eles concordam ou discordam parcialmente da medida.

Os dados fazem parte da pesquisa “crenças de professores sobre reprovação escolar”, divulgada pelo centro de pesquisas e estudos em educação, cultura e ação comunitária. Com a intenção de analisar as principais crenças sobre os efeitos dessa prática na educação básica, o levantamento considerou as respostas de mais de cinco mil docentes, espalhados por todas as regiões do país.

Entre outros resultados, o estudo demonstra que quanto mais os professores conhecem os efeitos da repetência, menos eles tendem a concordar com a prática. Entre outros dados, os educadores favoráveis consideram a meritocracia como um bom critério de distribuição de conhecimento, são partidários da avaliação normativa e possuem menos tempo de experiência docente.


Entrevista com o professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo, Ocimar Munhoz. Ele fala sobre a repetência escolar. Confira

 


Prêmio Educador do Ano vai para professora de aldeia indígena de Rondônia

Uma professora formada em pedagogia a distância e que trabalha em uma escola rural indígena no interior de Rondônia foi eleita a Educadora do Ano. Ele foi premiada por seu projeto de alfabetização na língua indígena Paiter Suruí em Cacoal. Elisangêla Suruí, de 38 anos, dá aulas na Escola Indígena Estadual de Ensino Fundamental e Médio Sertanista Francisco Meireles.

O projeto da educadora, batizado de “A Fala e a escrita da criança”, inclui a elaboração de um material didático próprio na língua local para 15 alunos do primeiro e ao quinto ano do ensino fundamental, que estudam todos na mesma sala.

No total, a escola tem apenas 33 alunos e é uma de 10 escolas localizadas na terra indígena dos Suruí em Rondônia, que tem cerca de 1800 habitantes.


Nada como saber…
“Graça a vós, e paz da parte de Deus nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo. Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual nos abençoou com todas as bênçãos espirituais nas regiões celestes em Cristo” (Efésios 1.2-3)

Nada como saber o que Deus tem para nós: favor que a gente não merece e paz que a gente sabe, mas não compreende.

Nada como saber que Jesus, o Ungido, onde estamos, manda em tudo e tudo pode.

Nada como saber que tudo o que a gente precisa, para ter identidade plena, nos foi dado em Jesus, não porque a gente fez por merecer, mas porque a gente foi posto no lugar certo, ou melhor, na pessoa certa.

É como relacionamento: a gente não ama o perfeito, ama o que invadiu o nosso coração, todo relacionamento é afetivo, mesmo quando não parece. Tratamos todos a partir do lugar que ocupam em nosso coração, mesmo o absolutamente estranho, pois, ainda que como conceito, ele ocupa um lugar em nossa afeição: respeitar é ter afeição, ainda que mínima, pelo com quem nos relacionamos, ainda que seja pelo que a pessoa significa.

Nada como saber que estamos no lugar da afeição plena de Jesus. Isto é o que faz toda a diferença em nós, e que nos faz totalmente diferentes.
Esse foi o favor que Deus, o Pai de Jesus Cristo, em quem estamos e de quem somos. Falemos bem de Deus, como os serafins que Isaías viu e descreveu no capítulo 6 de seu livro.

Por: Ariovaldo Ramos