Reforma

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21/08/2017 – FIQUE POR DENTRO

Mudar a aparência ou a estrutura de sua casa ou o local de trabalho requer planejamento. Só assim, será possível administrar o tempo e gastar apenas o necessário com a obra.

Com algumas dicas, você consegue fugir das dores de cabeça que uma reforma pode gerar. O certo é que, no fim, uma obra, se bem executada, renova o visual do imóvel e pode até valorizar o preço dele no mercado.

Quais os problemas mais comuns da reforma? Como colocar a documentação da obra em ordem? Quando é necessário contratar um arquiteto? As respostas você terá no Fique por Dentro de hoje.

Nós vamos voltar a conversar com a engenheira civil Vania Tammerick.


Entrevista com engenheira civil Vania Tammerik. Ela tem experiência em gerenciamento de reforma de espaços. Confira:

 

COP 21 traz luz para os governos locais

Em dezembro do ano passado, 195% países aprovaram, por unanimidade, Acordo de Paris, que tem como objetivo limitar o aquecimento global em 2 graus até o final do século. A decisão também ressalta a importância da cooperação regional e internacional para mobilizar ações climáticas por parte dos países que participaram da Convenção.

Contando com a colaboração das cidades dos respectivos países, a WWF organizou o ‘Desafio das Cidades’. Com isso a organizadora visa estimular ações locais, incentivando a agenda de mitigação e adaptações às mudanças climáticas nos municípios.

E não pense que o Brasil ficou de fora dessa medida. Somente nesta edição nove prefeituras formalizaram suas inscrições. Entre elas: Belo Horizonte, Betim, Campinas, Fortaleza, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo e Sorocaba, estão na lista das cidades que vão participar do desafio.


Igreja

Jesus perguntou aos discípulos sobre si. Sobre quem o povo e os seus alunos diziam ser ele. Jesus andou com o povo e com os discípulos, saber como o percebiam depois de o terem ouvido, e visto, e sido beneficiados por seus milagres, fazia todo o sentido.

Jesus tinha a sua identidade sustentada por seu relacionamento com o Pai (Jo 13.3), não na impressão que causava ou não nas pessoas, fosse quem fosse. Sabia, porém, que ninguém poderia vir a ele se o Pai não o trouxesse (Jo 6.44). E, sem vir a ele, pessoa alguma receberia a qualidade de vida, chamada de “Vida Eterna” (Jo 17.3). Ninguém seria salvo!

Ele soube, por seus alunos, que o povo o considerava como um profeta, ainda que semelhante aos profetas mais contundentes. E se deu conta de que tinha, no povo, cliente, gente que o procurava pelo serviço que ele lhe poderia prestar.

Jesus estava interessado em formar uma Igreja. Termo, que, no tempo de Jesus, significava um movimento de seres humanos em torno de uma pessoa e de suas ideias. A reação de Jesus à fala de Pedro, chamando-o de bem-aventurado, dá conta da importância do movimento do Pai.

Pedro soube: Jesus é a pessoa do Deus que veio em carne e osso para nos salvar. Ninguém, dos patriarcas e profetas, suspeitou que o Messias prometido seria a encarnação de uma das pessoas do Deus. E Pedro o soube porque o Pai lhe contou. Pedro passou a ser o primeiro dos seres humanos dados, pelo Pai, ao Filho. Por isso ele receberia as chaves do Reino, mas, todos, que viessem a ter a mesma revelação, receberiam as mesmas chaves.

Pedro era a primeira pedra do incontável número de pedras, que, a partir da Pedra Angular, que é Jesus de Nazaré, o Cristo, como a pessoa do Deus, que veio em carne e osso para nos libertar, formaria o edifício de pedras vivas para o agrado da Trindade (1Pe 2.5).

Estas pessoas pedras-vivas, frutos da revelação do Pai, são tornadas adoradoras de Jesus de Nazaré, o Cristo. Passam a anuncia-lo, a imita-lo e a reproduzir as suas obras, e, em, e a partir da comunidade, passam a destruir as obras do maligno, cujas defesas não conseguem deter o avanço da Luz.

Jesus de Nazaré chama esse edifício vivo que, em seu nome, convoca pessoas, comunidades e nações, ao arrependimento transformador de “A minha Igreja”.

Ariovaldo Ramos