Reforma

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25/09/2018 – FIQUE POR DENTRO

Aqueles que ainda não as encararam podem pensar que são criativas e divertidas. Mas quem as viveu na pele sabe que elas têm muito pouco de diversão: as reformas em casa provocam estresse, por menores que sejam. Na Espanha, por exemplo, um de cada dois habitantes tem aversão às reformas domésticas, e 40% preferem acumular danos e conviver com eles durante um período que varia entre seis meses e um ano, para não fazer a obra ou gastar dinheiro. É o que revela uma pesquisa da Reparalia, uma empresa especializada nos cuidados domésticos e na gestão de sinistros e consertos.

De acordo com a sondagem, o que causa mais rejeição às obras em casa é o gasto que elas acarretam: mais de 65% dos espanhóis apontam esse motivo para justificar a falta de conserto dos defeitos de sua moradia. “Mas nem sempre tem de ser caro”, assinala Alberto Murcia, vice-presidente da Associação Empresarial da Gestão Imobiliária. Se seu imóvel está bom, mas a ideia é deixá-lo mais atraente para alugá-lo ou consertar os danos causados pela passagem do tempo − e, de quebra, aproveitar para dar a ele um novo ar −, há técnicas que podem ser suas aliadas e não exigem um gasto exorbitante.

A obra seca é uma delas. Trata-se de um tipo de construção que não necessita de tempo de secagem porque são utilizados materiais que podem ser incorporados diretamente a um sistema de montagem, já que vão colados, pregados ou encaixados. Isso faz com que as obras sejam mais rápidas, limpas e mais baratas. A pintura pode exigir um gasto muito alto, principalmente se for preciso retirar azulejos da parede para poder iniciar o serviço. Se o que se pretende é reduzir custos na reforma, a melhor opção é pintar sobre os azulejos.

Quando se decide reformar a casa, é imperativo comparar tanto preços como propostas. Se, por um lado, o ideal seria analisar pelo menos três ou quatro orçamentos, por outro lado é recomendável exigir um preço fechado. É importante que no preço estejam detalhados tanto os valores da mão de obra como dos materiais. Trocar as portas da casa, por exemplo, pode ter um custo significativo. Para reduzir o impacto no seu bolso, existe a opção de lixá-las e voltar a pintá-las. Na decoração, as cores neutras e as linhas simples de móveis básicos são a opção menos arriscada e mais econômica.

Só de pensar em obra você já sente calafrios? Relaxe. Hoje você vai tirar suas dúvidas no Fique por Dentro. Mande sua pergunta para nós.

Fonte: El País

 


Entrevista com a arquiteta Cris Paola. Ela tem mais de 30 anos de experiência em arquitetura e designer de interiores. É autora do blog “Mil Ideias por Metro Quadrado”. Confira:

 


Cientistas inventam robô que pode voar como uma mosca

Aparentemente não existem limites para os robôs. Pesquisadores de uma universidade de Tecnologia na Holanda criaram um robô inspirado em moscas. E o resultado do experimento foi nada menos que incrível. A criação dos cientistas, de longe, pode ser facilmente confundida com uma mosca comum. O inseto robótico voa com traços bem semelhantes ao seu “clone natural” e pode atingir uma velocidade de aceleração de 25 quilômetros por hora.

O próprio movimento das asas foi criado para replicar o que as moscas fazem. A agilidade recriada pelos cientistas impressiona, já que o robô pode fazer acrobacias e mudanças de direção repentinas bem parecidas com as moscas originais. A movimentação pode ser para cima, para o lado ou para baixo.

Esta não é a primeira vez que os cientistas criam um robô do tipo – eles fazem parte de uma série chamada robôs “DelFly”. Esta novidade, contudo, tem uma diferença importante. Os robôs anteriores tinham uma cauda como a de um avião que fazia com que ficassem estáveis e era usada para a direção. Moscas e outros insetos não têm essa cauda. Eles controlam o voo por ajustes nos padrões de movimento das suas asas batendo.
O novo robô faz o mesmo: usa o movimento das asas não só para produzir força que mantém ele voando como também dar controle. Sem a cauda, ele fica muito mais ágil, como insetos. As quatro asas do novo DelFly deixam ele controlar três eixos de voo. É graças a isso que pode exibir movimentos parecidos aos de moscas reais – até mesmo um giro de 360 graus. Por enquanto, ele só consegue voar por cinco minutos, mas isso pode mudar no futuro com alguns ajustes.

O robô ainda pode carregar uma pequena câmera, que manda imagens em tempo real para o operador do pequeno objeto. Com carga total de bateria, a mosca-robô consegue voar por um quilômetro. Além de mostrar o potencial que robôs podem atingir, o controle completo e o conhecimento dos processos internos do robô oferecem aos cientistas mais ideias de como moscas fazem suas manobras aéreas.

Fonte: UOL


O tamanho da reforma

“Chegou o tempo em que os homens não suportam o sermão sobre a verdade nem a sã doutrina.” John Knox -1565.

Toda reforma tem tamanho e objetivo. Não estamos falando de manutenção, que deve ser constante. Reforma é basicamente a restauração de algo que se perdeu no tempo, que deteriorou, desviou, apodreceu.

A reforma de Martinho Lutero,em 1517, quando afixou na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg um texto contendo 95 Teses, ou propostas para debate, causou a maior divisão na chamada Igreja Cristã, até hoje.

Finalmente o povo alemão encontrou uma voz que falava em seu nome, contra as práticas questionáveis a que a Igreja recorria em sua busca da riqueza material. Em suma, Lutero acreditava que o homem sempre fora um pecador, mas sempre justificado, se apenas se voltasse para Cristo. Era o caminho da frase “somente a fé”, a fé única que ele descobriu através da “Sola Scriptura”, somente as Escrituras, apenas através das palavras da Escritura, e não através de convenções ou leis (eclesiásticas). Todo o medo foi banido na certeza da Graça de Deus.

Esta reforma que começou com Martinho Lutero e não tem hora para acabar, é considerada a mais importante e a mais profunda em toda a história da Igreja. Esta reforma depois de passar pela Suíça, mais especificamente na cidade de Genebra, onde homens como Calvino, Beza, Farel e Knox, imortalizados em monumento memorial dedicado à Reforma, lemos : “Post Tenebras Lux”, “Depois das Trevas, a Luz”, onde a Bíblia Sagrada foi destacada como autoridade singular, “a única regra infalível de fé e prática”.

A pergunta hoje é o que aconteceu com a Reforma? Verdadeiramente qual foi o tamanho da Reforma? Não conseguimos concluí-la? Quando achávamos que estava concluída, houve novamente desvios? Faz-se necessário Nova Reforma? Nem todas as Igrejas Evangélicas são Igrejas Reformadas?

Aqui temos perguntas suficientes para alguns Congressos, Seminários, livros e muitos, muitos debates. A resposta mais prática e simples, sem desmerecer a gravidade e importância do assunto, é:

Sejamos, cada um de nós, um Reformador. Parece pequena a proposta, no entanto se praticada, será uma reforma de grande tamanho. Ser um reformador é praticar a Bíblia, é considerar somente a fé como meio de salvação em Jesus Cristo.

John Knox escreveu somente um de seus sermões: AOS INIMIGOS DA VERDADE , em 1565, ainda inflamado pela Reforma de Lutero onde nos alerta para as palavras de Paulo a Timóteo encontrada em I Timóteo capítulo 4.

“…mas a piedade para tudo é proveitosa, porque tem a promessa da vida que agora é e da que há de ser. Fiel é esta palavra e digna de inteira aceitação.” I Timóteo, capítulo 4: 8 e 9.

Somos amigos da verdade. Vamos colocar nossa esperança no Deus vivo, lutar pela Igreja, praticar a fé e crer nas Escrituras. Assim, continuaremos esta grande e abrangente Reforma.

Pr. Paulo Cirelli