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16/08/2018 – FIQUE POR DENTRO

Todos falam da importância, mas o que são Recursos Humanos mesmo? A Gestão dos Recursos Humanos se tornou um processo fundamental no crescimento das organizações que visam a satisfação e o engajamento dos colaboradores. O sistema de Recursos Humanos é composto basicamente pelas funções de recrutamento ou captação, seleção, treinamento, desenvolvimento e retenção, remuneração e benefícios.

Depois da Revolução Industrial, as empresas precisaram modernizar as suas instalações para conseguirem economizar tempo e aumentar os ganhos, isso trouxe alguns empregos, e então nasceu a necessidade de existir essa administração. Naquele tempo não existiam leis trabalhistas que regulamentassem algo, existia o patrão e o funcionário que, se quisesse ganhar o dinheiro, a sua função era fazer exatamente o que o patrão queria, e muitas vezes sem reclamar. Alguns anos depois começaram a surgir diversas teorias administrativas, justamente para ajudar a administrar esse pessoal.

A partir daí é que a Gestão de Recursos Humanos começou a ser um pouco mais conhecida e estudada, pois os funcionários eram vistos agora como pessoas e, por isso, eram um recurso para a organização. Fica claro que as empresas têm que se conscientizar da importância da satisfação para o alcance dos objetivos. Do contrário, as emoções geradas pela insatisfação tomarão conta do ambiente das empresas, baixando sua produtividade, diminuindo a qualidade e aumentando o retrabalho.

Existem muitas organizações que não dão a devida importância que os Recursos Humanos têm e o resultado são funcionários desmotivados, uma má qualidade dos trabalhos e um nível de estresse muito alto. Por esse motivo é muito importante ter noção dos Recursos Humanos e da sua aplicabilidade também.

Fonte: https://blog.softwareavaliacao.com.br


Entrevista com Paulo Afonso Marques. Ele é Executivo de RH. Confira:

 

 


Por que as tampas de canetas têm um furinho na ponta?

As tampas de canetas esferográficas costumam ter um furinho na ponta. E isso não tem a ver com durabilidade, nem eficiência do material. O orifício foi projetado pensando na segurança de quem usa – ou até morde – as tampinhas. “Para evitar risco de asfixia, caso alguém engula a tampa por acidente, o objeto ganhou uma abertura que possibilita a passagem de ar”. É o que explica Bernardo Abrantes, gerente de papelaria da BIC Brasil. Na marca, essa mudança ocorreu em 1991, em adequação às normas internacionais de segurança.

Os números oficiais, na verdade, não registram muitos acidentes com tampas de caneta. De acordo com o Inmetro, 49% das lesões relacionadas a engasgo, inalação, ingestão de objeto e sufocamento envolvem produtos voltados para bebês e crianças. Chupeta e mamadeira, por exemplo, correspondem a 36% dos casos de asfixia. Além disso, um estudo realizado pela Universidade de Pádua, na Itália, aponta os principais causadores de engasgo: moedas, bolinhas de gude e alimentos como nozes, sementes e grãos.
Segundo dados do Ministério da Saúde, oitocentas e vinte e seis crianças de até 14 anos morreram vítimas de sufocamento em 2016. Desse total, 77% tinham menos de um ano de idade – o que faz dessa a principal causa de morte entre bebês.

Além das tampas, o corpo das canetas esferográficas também tem um furinho que deixa muita gente curiosa. A finalidade desse orifício, porém, é diferente: “Ele serve para igualar a pressão do interior da carga à do exterior. Isso faz com que o produto suporte ambientes de alta pressão, sem vazamentos e ainda ajuda na chegada da tinta na ponta esférica”, explica Abrantes.


Pequenos gestos

É curioso observar como a vida nos oferece resposta aos mais variados questionamentos do cotidiano.

Vejamos:
A mais longa caminhada só é possível passo a passo…
O mais belo livro do mundo foi escrito letra por letra…
Os milênios se sucedem, segundo a segundo…
As mais violentas cachoeiras se formam de pequenas fontes…
A imponência do pinheiro e a beleza ipê começaram ambas na simplicidade das sementes…
Não fosse a gota e não haveria chuvas…
O mais singelo ninho se fez de pequenos gravetos e a mais bela construção não se teria efetuado senão a partir do primeiro tijolo…
As imensas dunas se compõem de minúsculos grãos de areia…

Como já refere o adágio popular, nos menores frascos se guardam as melhores fragrâncias…
É quase incrível imaginar que apenas sete notas musicais tenham dado vida à tantas composições de Bach, e à “Aleluia”, de Hendel…

O brilhantismo de Einstein e a ternura de Tereza de Calcutá tiveram que estagiar no período fetal e nem mesmo Jesus, expressão maior de amor, dispensou a fragilidade do berço…

Assim também o mundo de paz, de harmonia e de amor com que tanto sonhamos só será construído a partir de pequenos gestos de compreensão, solidariedade, respeito, ternura, fraternidade, benevolência, indulgência e perdão, dia a dia.

Ninguém pode mudar o mundo, mas podemos mudar uma pequena parcela dele: esta parcela que chamamos de “Eu”.
Não é fácil nem rápido, mas vale a pena tentar!