Reciclagem

share on:

12/12/2017 – FIQUE POR DENTRO

Você sabia que o Brasil é o terceiro maior consumidor de fraldas descartáveis do mundo? O país está atrás apenas dos Estados Unidos e da China, de acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos.

Apesar de ser prática para o dia a dia, a fralda descartável tem produtos derivados do petróleo em sua composição e, por isso, leva 600 anos para se decompor, segundo estudo realizado pela Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo da Unicamp.

Quase 160 mil toneladas de resíduos urbanos são geradas diariamente no Brasil. Pode-se dizer que cada brasileiro gera aproximadamente 1,4 quilos de resíduos por dia, dos quais 60% são orgânicos e 40% são materiais recicláveis ou rejeitos sem utilização possível.

Aparelhos inteligentes podem salvar áreas afetadas por desastres naturais

Imagine se equipes de dispositivos inteligentes pudessem salvar áreas afetadas por desastres naturais? É isso o que os cientistas Emma Hart e Jeremy Pitt abordam em um recente artigo publicado. Segundo eles, os aparelhos poderiam minimizar oriundas mudanças climáticas, como as que ocorreram em 2017 nos Estados Unidos, México, Macau, Hong Kong e Tóquio.

Em todas essas situações, seus habitantes foram afetados de maneira negativa, havendo inclusive casos de morte.

Para os pesquisadores, porém, o uso de tecnologias modernas, como: smartphones, sensores e drones poderia minimizar tais consequências. Dessa forma, os dispositivos seriam planejados em uma rede inteligente.

De acordo com os cientistas, em áreas afetadas por furacões, terremotos e erupções vulcânicas, é essencial o uso de sistemas funcionais de comunicação. Isso pode ser fortemente aplicado em casos de resgate de vítimas e compartilhamento de informações referentes à arrecadação ou distribuição de suprimentos. Também é uma forma de garantir a comunicação entre as pessoas de modo geral, em especial familiares e amigos.


O que é o Ajuste Fiscal?

Ajuste Fiscal é um conjunto de políticas que busca equilibrar o orçamento do governo. Em 2014, o orçamento do governo federal obteve um déficit de 6,7% do Produto Interno Bruto, o PIB.

As causas desse desequilíbrio foram a desoneração fiscal de mais CEM bilhões de reais concedida pelo governo a grandes empresas, mais especificamente as elevadas despesas devido à alta dos juros Selic.

Antes, de 2003 a 2013, o governo alcançou déficits bem mais moderados. O governo quer agora reequilibrar o orçamento cortando gastos. Por isso, lançou as Medidas Provisórias 664 e 665. Com as metas lançadas o governo pretende gerar um superávit primário de 1,2% do PIB.


Reciclagem

Esta palavra pode significar o treinamento periódico de profissionais para mantê-los atualizados em relação aos assuntos do seu trabalho ou pode significar o tratamento de resíduos (lixo, sucata) de modo a permitir sua reutilização.

No primeiro caso, não se muda nada de fundamental, apenas acrescentam-se novidades, melhora-se ou elimina-se algo, mas basicamente fica tudo na mesma. Já no segundo caso, o objeto original é completamente destruído, se já não estava antes. O material é transformado em algo diferente, às vezes com finalidades também diferentes. É um processo complicado e seria traumático se não fosse apenas meros materiais. Por isso, quando se trata da nossa pessoa, preferimos aplicar só a reciclagem de primeiro tipo. Ela não dói, favorece o currículo e pode realmente ser útil para manter o conhecimento profissional.

Quando alguém negligencia essa reciclagem chega o momento que tudo fica mais difícil. As receitas então vão desde simples apelos à força de vontade, via manuais de autoajuda e sessões de meditação ou análise até psicoterapia com intervenção medicamentosa.

O problema das crises de vida é que não se trata de meros procedimentos obsoletos que se resolva com novidades. Trata-se, na verdade, de um desgaste que nos reduz à sucata, desgaste devido à deficiência de qualidade do “material” com que construímos nossas vidas. Falta um componente essencial – Deus, o próprio Criador da vida,
A Bíblia tem um “termo técnico” para essa carência de Deus na vida: chama-se pecado. E ela diz o seguinte a respeito: “O salário do pecado é a morte.” Nessa hora só cabe a reciclagem tipo 2 – é sucatear totalmente todas aquelas tentativas de manejar a vida do nosso jeito sem Deus, e entregar essa sucata ao Criador para uma reciclagem total.

É traumático, mas, por meio de Jesus Cristo, Deus mesmo envolveu-se nisso e quer incorporar sua própria pessoa ao nosso material de reciclagem e fazer algo totalmente novo – certamente diferente, mas de valor real: “Se dessa forma fomos unidos a ele [ou seja, a Jesus] na semelhança da sua morte, certamente o seremos também na semelhança da sua ressurreição. Pois sabemos que o nosso velho homem foi crucificado com ele, para que o corpo do pecado seja destruído e não sejamos mais escravos do pecado.”