Profissões

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03/10/2018 – FIQUE POR DENTRO

Confundir carreira e profissão é muito comum, pois normalmente estão sempre caminhando juntas. Mas vamos esclarecer! Profissão é o ofício que alguém desempenha. Para se ter uma profissão é preciso estudar e se especializar em algo de maneira formal ou não. Por exemplo, a profissão dentista exige uma graduação no curso de Odontologia. Já para exercer a profissão de pedreiro, muitas vezes o estudo se dá de maneira empírica, ou seja, na prática e não necessariamente dentro de uma sala de aula. Ambas são profissões.

Carreira é a jornada de um profissional, em uma ou em várias áreas. Duas pessoas podem ter a mesma profissão, mas carreiras completamente diferentes, visto que existem demandas específicas no mercado de trabalho. Por exemplo, podemos citar dois psicólogos que se formaram juntos na faculdade, sendo que um deles optou por seguir uma carreira na área de Psicologia Jurídica e outro na área de Psicologia Social.

A escolha de uma profissão abre um leque de opções de carreira, algumas áreas exigem maior especialização, podendo requerer uma pós-graduação. A carreira deve ser escolhida de acordo com os interesses do profissional. Se o que uma pessoa procura profissionalmente é ter retorno financeiro mais rápido ou jornada de trabalho mais flexível, ela pode buscar opções que atendam o esperado e trilhar uma carreira nas áreas que a satisfaça.

O que escolher primeiro, carreira ou profissão? Não existe uma regra, mas muitas pessoas escolhem a profissão já com a ideia de uma carreira estabelecida.

Site: querobolsa.com.br


Entrevista com Fernando Godoy. Ele é CEO da Flex Interativa e especialista em experiência digital. Confira:

 


Somos programados para sentir preguiça?

Exercitar-se regularmente é um hábito importante para reduzir os riscos à saúde, aumentar nossos níveis de energia e manter nossa mente ativa. O sedentarismo é um dos principais fatores de risco de morte no mundo e há diversos indícios que o vinculam ao surgimento de problemas cardiovasculares, câncer e diabetes. Mas, apesar dos conselhos e das informações disponíveis sobre os benefícios da atividade física para a saúde, há algo em nós que nos leva a ter muita dificuldade de sair do lugar.

Um em quatro adultos e 80% dos adolescentes não fazem atividade física suficiente, segundo a Organização Mundial da Saúde. Mas, afinal, por quê? Um estudo da Universidade de British Columbia, no Canadá, e da Universidade de Genebra, na Suíça, pode ter encontrado a resposta. O trabalho indica que o principal obstáculo para movimentar o corpo está em nosso cérebro. Essa contradição entre saber que o exercício é bom para o corpo e não fazer nada a respeito foi a base da pesquisa.

No experimento, foi observada a reação do cérebro de 29 voluntários, entre homens e mulheres, por meio de um eletroencefalograma. Um dos requisitos era que essas pessoas se interessassem por atividade física, ainda que só algumas delas se exercitassem regularmente. Todas foram submetidas a um teste de computador em que controlavam um avatar, representado pelo símbolo de uma pessoa.

Em seguida, surgiam na tela imagens em que uma figura praticava atividades, como subir uma escada ou andar de bicicleta, seguida por outra em que a figura estava parada, deitada em uma rede, por exemplo. Os participantes tinham que aproximar o avatar o mais rapidamente possível de imagens que indicavam movimento e afastá-lo das imagens sedentárias, fazendo em seguida os movimentos contrários. Enquanto isso, eletrodos registravam a atividade cerebral.

Em geral, os participantes foram mais rápidos em se aproximar das imagens de atividade física e se afastar das sedentárias. Porém, as leituras indicaram que se afastar das sedentárias exigia que o cérebro trabalhasse mais, indicando uma disparidade entre a intenção da pessoa e o que, inconscientemente, o corpo deseja.

Esses resultados apontam que nosso cérebro é naturalmente atraído pelo sedentarismo. Os cientistas reconhecem se tratar de um estudo pequeno e que novas investigações são necessárias, em especial para potencializar a “vontade de fazer exercício” que demonstraram os participantes. Isso porque o ser humano tem a capacidade de escolher o que fazer de forma consciente, desafiando inclusive os sinais enviados pelo cérebro.

Fonte: G1


Trabalho é dom

Trabalhar é bom? Traz prazer?

O missionário e explorador David Livingstone trabalhava 12 horas por dia numa fábrica: das 6 da manhã às 8 da noite. Quando ele saía do trabalho, frequentava a escola noturna por duas horas e depois ia para casa estudar até tarde.

Leonardo da Vinci, o grande pintor, escultor, arquiteto, engenheiro e cientista italiano do século 15, reconhecia a necessidade do trabalho.

A natureza, obra de Deus, também providencia um forte exemplo de trabalho duro. As abelhas tem de coletar néctar de 125 cravos para produzir um grama de mel. Isto significa três milhões de viagens para produzir dois quilos de mel!

Sucesso “da noite para o dia”, “acertar em cheio”, e “ter sorte sempre” se disfarça de trabalho duro.

Dê graças a Deus todos os dias em que você tem algo para fazer, quer você goste ou não.

Cumpra seus deveres com o melhor de suas habilidades.

“ …ser feliz em seu trabalho, isso é um presente de Deus.” Eclesiastes 5.19