Problemas respiratórios

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28/02/2018 – FIQUE POR DENTRO

O ar condicionado é essencial para muita gente, mas é preciso alguns cuidados com o aparelho. Isso porque ele pode provocar reações alérgicas, ressecamento da pele, sangramento do nariz e até irritação dos olhos e pulmões.

O que acontece é que reações alérgicas são causadas pelo ar frio e seco ou pelos fungos e ácaros presentes no ar expelido pelo aparelho. Ele pode desencadear a alergia ou apenas os sintomas, mas dificilmente o ar condicionado vai causar uma alergia em quem não tem.


Entrevista com o médico clínico e cardiologista, Sérgio Vaisman. Ele fala sobre os problemas respiratórios. Confira:

 

Fibrilação Atrial

A fibrilação atrial é a arritmia cardíaca mais comum na população. Possui maior prevalência nos homens e idosos. É um problema de saúde pública e evidências sugerem que sua prevalência e incidência mundial estão aumentando. Aproximadamente 1% a 2% da população terá Fibrilação Atrial em algum momento de sua vida.

Essa arritmia se caracteriza por um ritmo cardíaco irregular, diagnosticamente com o eletrocardiograma. O termo fibrilação refere-se a “tremulação” dos átrios, estado que reduz o débito cardíaco e predispõe a formação de trombo intracavitário, que por sua vez aumenta a chance de derrame cerebral por embolia, isquemia dos membros, além de poder resultar em elevadas taxas de mortalidade.

Agentes Públicos

De forma genérica, agentes públicos são todas as pessoas que exercem função pública. Contudo, este termo é apenas o gênero que comporta vários tipos de agentes públicos, cada um com suas características e peculiaridades.

Prefeitos, auditores da receita federal, carteiros, recenseadores do IBGE, mesários eleitorais, leiloeiros e ainda aqueles que representam o Brasil em algum evento internacional, todos eles são agentes públicos.

Quanto à classificação, os agentes públicos são divididos em grupos. Os mais conhecidos são: políticos, administrativos, honoríficos, delegados e credenciados.

Amigo de Deus

E Abraão foi chamado de “amigo de Deus”. (Tg 2.23)

Apesar de uma ou duas mentirinhas (Gn 12.13; 20.5), apesar de ter tomado Agar como sua concubina (Gn 16.3) e apesar de alguns tropeços na fé (Gn 15.3), Abraão é chamado de “amigo de Deus”. Sabe-se disso por causa de Josafá. A certa altura, o rei disse ao Senhor: “deste a terra deles para sempre a nós, os descendentes de Abraão, teu amigo” (2Cr 20.7). Sabe-se disso também por causa da palavra do próprio Deus dirigida ao povo na época do profeta Isaías, dizendo: “Vocês são descendentes de Abraão, meu amigo” (Is 41.8).

Seria Abraão o servo predileto de Deus? Por que não Enoque, que “viveu sempre em comunhão com Deus” (Gn 5.24)? Por que não Noé, o pregoeiro da justiça? Por que não Davi, o homem segundo o coração de Deus? Por que não Moisés, o homem que preferiu “sofrer com o povo de Deus em vez de desfrutar, por pouco tempo, os prazeres do pecado” (Hb 11.25)? Por que não o profeta Elias, o profeta Isaías, o profeta Jeremias, ou qualquer um dos outros profetas? Por que não João Batista, o precursor de Jesus? Por que não João, o discípulo amado de Jesus? Por que não Paulo, aquele que confessa “para mim viver é Cristo” (Fp 1.21)?

Essa distinção dada a Abraão tem muito a ver com a sua fé. Isso porque a Bíblia diz que “sem fé ninguém pode agradar a Deus, porque quem vai a ele precisa crer que ele existe e que recompensa os que procuram conhecê-lo melhor” (Hb 11.6).

Uma fé crescente, uma fé robusta, uma fé precisa, uma fé corajosa, uma fé continuada, uma fé viva, uma fé teórica e prática, uma fé que crê e faz – só pode agradar a Deus.

Deus não pode deixar de se agradar de um homem disposto a sacrificar para ele o filho que custou a nascer, o filho que ele tanto amava, o filho que seria seu herdeiro. Abraão amou tanto a Deus que lhe deu seu único filho e Deus amou tanto o mundo que lhe deu seu único Filho!

Por: Élben César
Fonte: Ultimato