Praia

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07/01/2019 – FIQUE POR DENTRO

Para garantir a diversão e a tranquilidade durante a programação de férias, pais e responsáveis devem redobrar a atenção e seguir alguns cuidados básicos. Uma simples ida à praia, por exemplo, pode, na verdade, representar vários riscos para a garotada, além, claro, do perigo do mar. Antes de deixar a criançada entrar na água, o responsável deve verificar se há avisos sobre as condições de banho. As prefeituras das localidades costumam sinalizar com placas, indicando se o mar está poluído e, portanto, impróprio, devido a dejetos de esgotos, vazamento de produtos químicos etc.

Vale o mesmo com relação ao movimento do mar: o aviso de “Mar Perigoso” deve ser respeitado. Ensine as crianças a observar as ondas e o movimento de quem já está no mar: se os banhistas permanecem tranquilos em suas brincadeiras, se as ondas não os derrubam; se há indicações de buracos; se o nado é viável; se há presença de salva-vidas.

Também deve-se observar, cuidadosamente, se existem embarcações próximas à praia, como lanchas, escunas, jangadas ou jet sky. Em caso positivo, é recomendável não ficar na água, lembrando que há normas da Capitania dos Portos que regulam a distância em que essas embarcações podem transitar, mas nem sempre são respeitadas.

Os pais e responsáveis devem advertir as crianças a não beber água do mar ou banhar-se perto da saída de rios, córregos e canais: nesses pontos, se concentram a sujeira trazida pela chuva e esgotos e também bactérias, parasitas e vírus causadores de doenças, sendo a mais comum a gastrenterite, que provoca disenteria, cólica, enjoo, vômito, febre e dor de cabeça, além de desidratação.

E lembre-se: o uso de protetor solar, de fator 30 ou maior, deve ser reaplicado regularmente a cada duas horas e sempre que saírem da água. O procedimento precisa ser seguido mesmo em dias nublados. É que os raios solares perigosos atravessam as nuvens e a neblina. Outro ponto importante de atenção: praia e chuva não combinam! A água do mar e os espaços abertos, como a faixa de areia, são ótimos para atrair raios. Por isso, em dias de temporal, deve-se ficar longe da praia.

Quanto às piscinas, é importante que pais e responsáveis verifiquem sempre a profundidade da piscina e avaliem se “dá pé”, além, claro, de exigir sempre a presença de salva-vidas. É importante ter consciência de que algumas aulas de natação ou o nado “cachorrinho” não asseguram que a criança possa ficar sozinha. Nunca deve-se deixar as crianças brincando na piscina sem um responsável por perto. Outra dica importante, é prender os cabelos compridos da criança em “coque” ou utilizar uma touca de natação, pois há perigo de sucção pelo ralo ou pela saída de água da hidromassagem. Piscinas com ralo de tampa anti-aprisionamento não apresentam esse risco, porém não são todos estabelecimentos que a possuem, apesar de seu baixo investimento e fácil.

Os pequenos não param um segundo, por isso é importante a vigilância constante. Como precaução, oriente as crianças maiores a decorarem o nome completo dos pais, endereço e telefone. Procure colocar uma identificação nas menores, com nome, endereço e telefone, como um crachá, que pode ficar pendurado numa correntinha, no pescoço. Cole etiquetas na roupa e nos pertences das crianças com os seus dados. Vale ainda estabelecer pontos de referência fixos, em terra, como prédios, quiosques, placas, estátuas, chamativos e suficientemente grandes para serem vistos mesmo de longe. E, para o caso de se perderem, o adulto deve ficar num ponto de encontro, como o posto de salva-vidas ou uma barraca de venda de bebidas.

Fonte: oglobo.globo.com


Entrevista com o tenente Eduardo Noguchi. Confira:

 


Lei que permite aluno faltar por motivo religioso é sancionada

O presidente Jair Bolsonaro sancionou a lei que permite que estudantes da rede pública e privada faltem a provas ou aulas por motivos religiosos. O ato foi publicado no Diário Oficial da União da última sexta-feira. De acordo com o texto, as provas ou as aulas deverão ser repostas sem custo ao aluno ou substituídas por trabalhos escritos. A lei entra em vigor em 60 dias e as instituições de ensino terão até dois anos para se prepararem para a mudança. A lei não se aplica ao ensino militar.

A lei beneficia diversas crenças, entre elas, os alunos adventistas que devem guardar os sábados por causa da religião. Para fazer o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), por exemplo, os sabáticos precisavam entrar no local de prova até uma da tarde, junto com os demais candidatos, mas só podiam começar a fazer o exame após as 7 da noite.

Na edição de 2017 o exame mudou e, entre as novidades, foi alterado o calendário de provas após consulta pública: em vez de ser aplicado em um sábado e um domingo, passou a ser feito em dois domingos. Em 2016, última edição do exame feito em um único fim de semana, 76 mil estudantes eram sabáticos.

Segundo o Ministério da Justiça e da Segurança Pública, a nova lei estabelece que para garantir o direito é necessário que o aluno avise a escola previamente. A instituição tem a liberdade para estabelecer como e até quando o aluno pode solicitar a ausência.
No texto da lei estão previstos ainda métodos alternativos de reposição, como prova ou aula em data alternativa, no turno do aluno ou em outro horário agendado. Também poderá ser feito um trabalho escrito ou outra modalidade de atividade de pesquisa, com tema, objetivo e data de entrega. Quem vai definir é a instituição de ensino.

O projeto de lei passou por comissões da Câmara e do Senado antes de ser aprovado e chegar à sanção presidencial. Na Câmara, o projeto era de autoria do deputado Rubens Otoni (PT-Goiás) e recebeu relatoria da deputada federal Maria do Rosário (PT-Rio Grande do Sul) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde foi aprovado em caráter conclusivo, ou seja, não precisou ser votado pelo Plenário.

“O projeto busca garantir o direito à liberdade de expressão e crença dos estudantes”, afirmou Maria do Rosário. A deputada ainda lembrou que esse é um tipo de liberdade que é inviolável e deve ser garantida, segundo o artigo quinto da Constituição Federal.

Fonte: G1


Água viva

Por que será que rios de água viva não se tornam evidentes na vida daquele que afirma crer em Cristo?

“Semeou Isaque naquela terra e, no mesmo ano, recolheu cento por um, porque o Senhor o abençoava… de maneira que os filisteus lhe tinham inveja. E por isso, lhe entulharam todos os poços que Abraão havia cavado”. Gênesis 26.12-15

Entenderemos melhor este texto, se considerarmos que a região da Palestina é extremamente seca. Uma fonte de água tem importância vital. Simplesmente , por terem inveja de Isaque, cujos rebanhos cresciam sob as bênçãos de Deus, os filisteus entulharam com terra os seus poços.

A inveja, no entanto, pode também entulhar uma vida. Aquela que deveria ser uma fonte a jorrar, torna-se seca e fechada. A característica de um poço é a de fornecer água. Basta secar e vira um simples buraco que, além de não fornecer água, oferece perigo aos que se aproximam.

Como está a sua fonte? Será que não foi entulhada pela inveja, pelo egoísmo, pela justiça própria, ou por outros pecados? Estes entulhos precisam ser removidos. A água deve voltar a jorrar.

Faça um autoexame e aproxime-se confiante de Jesus Cristo. Seu perdão e o seu amor são poderosos para retirar todo e qualquer entulho. Assim você terá a possibilidade de uma vida abundante.

“Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva”.