Poluição e desperdício de água

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20/06/2018

O Brasil possui a maior parte do estoque de água doce do planeta Terra: 12% de toda água superficial de rio do mundo. A aparente abundância esconde um histórico de desperdício, de poluição do recurso e de destruição da cobertura vegetal que protege as margens dos rios e suas nascentes.

Diversas cidades têm vivenciado situações críticas de escassez de água. Ao mesmo tempo, 5 mil piscinas olímpicas de esgoto são devolvidas para os rios e lançadas no litoral sem tratamento. Para piorar o quadro, episódios de vazamento de produtos tóxicos em rios se repetem. O rio Doce sofreu o maior derramamento de rejeitos de mineração da história, com o rompimento de uma barragem da Samarco em Mariana, no Estado de Minas Gerais.

Em 2016, o Brasil desperdiçou 38% da água potável nos sistemas de distribuição. Ou seja, o equivalente a quase 7 mil piscinas olímpicas cheias a cada dia. A perda financeira no ano foi de mais de 10 bilhões de reais, o que corresponde a 92% de todo o valor investido pelo setor de saneamento básico no mesmo ano no país. É o que aponta um estudo do Instituto Trata Brasil.
O desperdício é causado por vazamentos nas tubulações, erros de leitura de hidrômetros, roubos e fraudes. Os dados são do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento de 2016, os mais recentes, divulgados pelo governo neste ano.

Segundo Édison Carlos, presidente do Instituto Trata Brasil, outros fatores podem ter colaborado para a alta do desperdício, como a crise hídrica de São Paulo. Ele explica que água potável é distribuída através de um sistema pressurizado. Essa pressão normalmente é regulada ao longo do dia a depender do consumo das casas. Durante a crise, porém, as redes de distribuição trabalharam mais vazias, o que fragiliza o sistema. Em 2016, quando houve a retomada de um volume maior de água em São Paulo, apareceram novos vazamentos antes não identificados, ocasionando mais perda.

Apesar de ser um grande centro urbano, porém, São Paulo e sua crise não podem ser totalmente responsabilizadas pelo aumento de desperdício em nível nacional. Édison Carlos aponta, por exemplo, que municípios que não passaram por crise não melhoraram seus índices, e que a maior parte das grandes cidades perde entre 30 e 45%, indicadores muito altos para municípios que têm mais tecnologia e mais recursos que as pequenas cidades.
As perdas trazem consequências tanto para o próprio sistema de produção, quanto para o meio ambiente. Um elevado nível de desperdício equivale a uma necessidade de captação e produção superiores ao volume efetivamente demandado pela sociedade. Há ainda os impactos diretos na receita das empresas. É que a perda envolve água tratada, mas não faturada.

Fontes: UOL e G1

Regiões Norte e Centro-Oeste têm os maiores índices de obesidade

O índice de obesidade é maior entre as capitais das regiões Norte e Centro-Oeste do Brasil. Os dados são da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção de Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico e foram divulgados pelo Ministério da Saúde. Na lista, Manaus aparece como a capital com o maior indicador de obesos (23,8%), seguida por Macapá (23,6%), Campo Grande (23,4%), Cuiabá (22,7%), Porto Velho (22,4%) e Recife (21%). A média geral de obesidade entre brasileiros ficou em 18,9%.

Na ponta de baixo do ranking figuram as cidades de Florianópolis (15%), Distrito Federal (15,3%), Teresina (15,7%), Palmas (15,9%) e Belo Horizonte (16,4%). Já a ocorrência do sobrepeso está mais distribuída entre as regiões. Entre as capitais, o maior índice foi registrado em Campo Grande (59,8%). As capitais com menor ocorrência de sobrepeso são Palmas, Distrito Federal, Teresina, São Luís e Florianópolis. A pesquisa foi feita com maiores de 18 anos em 26 capitais e no Distrito Federal. Foram entrevistadas 53.000 pessoas entre fevereiro e dezembro de 2017.

Fonte: Agência Brasil

 

Bebendo água da Rocha

Jorrou água, e a comunidade e os rebanhos beberam (Números 20.11).

São muitas as lições espirituais que podemos aprender da jornada do povo de Israel pelo deserto. A certa altura o povo estava com falta de água e sedento, e começou a reclamar contra Moisés e contra Arão. Diante disso, a resposta que receberam de Deus foi para que, falassem diante de uma rocha, e com isto daria de beber à multidão.

Como Moisés estava irritado com o povo, ao invés de falar, ele levantou a mão e feriu a rocha por duas vezes. Mesmo assim jorrou água e a comunidade e os rebanhos puderam beber.

Este incidente lembra como a humanidade sem Deus está sedenta da verdadeira água espiritual. O Novo Testamento faz referência a ele para oferecer uma grande revelação, quando diz: “Todos comeram do mesmo alimento espiritual e beberam da mesma bebida espiritual; pois bebiam da rocha espiritual que os acompanhava, e essa rocha era Cristo” (1Co 10.3-4). De fato, Jesus Cristo é a Rocha ferida por nós e, apesar disso, jorra dele a verdadeira água espiritual que sacia a sede espiritual de todas as pessoas.

Em relação a isto, o próprio Senhor Jesus Cristo disse à mulher samaritana: “Quem beber desta água (do poço) terá sede outra vez, mas quem beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede. Ao contrário, a água que eu lhe der tornará nele uma fonte de água a jorrar para a vida eterna” (Jo 4.13-14).

Em outra ocasião, o Senhor Jesus declarou: “Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva” (Jo 7.37-38).

Se você também tiver a sede profunda da alma, chegue-se a Jesus Cristo. Creia nele como seu Senhor e Salvador, e receba também a água que sacia a sua sede espiritual.

Somente Jesus Cristo pode saciar plenamente a sede espiritual.