Pilates

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16/10/2018 – FIQUE POR DENTRO

Pilates é considerado um dos melhores exercícios para quem deseja aperfeiçoar a musculatura corporal, evitar doenças cardiovasculares, eliminar o estresse ocasionado pela correria do dia a dia, emagrecer, corrigir a postura, aumentar a flexibilidade, estimular a coordenação motora, prevenir fraturas ocasionadas pela osteoporose, melhorar a concentração e amenizar dores. Enfim, muitos benefícios que, certamente, irão auxiliar seu corpo e sua mente.

A prática pode ser feita por qualquer pessoa, desde que acompanhada por profissionais responsáveis. O Pilates é um método composto por exercícios físicos e alongamentos que utilizam o peso do próprio corpo na sua execução. Além disso, é também uma técnica de reeducação do movimento que visa trabalhar todo o corpo.

O método está baseado em seis princípios que pretendem devolver ao homem uma movimentação mais espontânea e consciente. São eles: o centro de força, a concentração, o controle, a fluidez de movimento, a precisão e a respiração.

A técnica foi criada pelo alemão Joseph Pilates e sua origem está ligada à trajetória desse profissional que, por ter sofrido com doenças como asma, raquitismo e febre reumática, ficou interessado em adquirir um corpo sadio. Ao buscar técnicas do oriente e do ocidente, o alemão criou uma que combina o fortalecimento do corpo e da mente e utiliza aparelhos de molas criados por ele.

O Pilates surgiu em 1914 quando Joseph foi enviado a um campo de concentração por ter sido considerado inimigo estrangeiro da coroa britânica. Foi aí que ele passou a experimentar técnicas de exercícios em outras pessoas, além de si mesmo, e contava com a ajuda das molas dos colchões para trabalhar a resistência dos músculos. Na época, o alemão estava em território inglês como professor de autodefesa da famosa Scotland-Yard e lutador profissional de boxe, mas quando eclodiu a Primeira Guerra Mundial foi enviado ao isolamento por conta de sua nacionalidade.

Após o início dos exercícios no campo de concentração, Joseph Pilates teve seu trabalho posto à prova e o resultado foi surpreendente: após uma epidemia de influenza que matou muitos internos em Lancaster, aqueles companheiros que se submeteram aos seus treinamentos não foram contaminados.

Com o fim da guerra Joseph Pilates retornou à Alemanha onde passou a interagir com pioneiros das técnicas de movimentos e também trabalhou como treinador para a força policial de Hamburgo. Em 1923, junto com sua esposa Clara, Joseph embarcou para Nova York, nos Estados Unidos, para montar seu primeiro estúdio. Clara, que era enfermeira, auxiliou Joseph a incorporar seus exercícios de forma que auxiliassem pacientes enfermos.

Fontes: purepilates.com.br e revistapilates.com.br


Entrevista com Fernanda Eleutério. Ela é instrutora de Pilates do MetaLife Studio. Confira:

Mais informações sobre a MetaLife:

Instagram: @metalifestudios
Site: metalifepilates.com.br


Por que fechar os apps que usamos não economiza bateria do celular?

Encerrar simultaneamente os aplicativos abertos no celular pode ser, para alguns, até divertido. Como num passe de mágica, fazemos sumir tudo. Ao contrário do que muita gente pensa, porém, isso não ajuda a economizar bateria nem deixa o aparelho mais rápido. Na maioria dos iPhones, basta clicar duas vezes no botão home, até que as janelas dos aplicativos apareçam empilhadas, e depois deslizar com o dedo para cima para fechar cada app. No Android, você clica no botão “multitarefas”, geralmente o terceiro dos botões virtuais no pé da tela, em forma de quadradinho – e também pode deslizar em cada um para os lados para fechar. Mas, segundo engenheiros da Apple e da Android, fechar os aplicativos abertos em segundo plano pode até ajudar a consumir mais energia.

O vice-presidente de engenharia da Android, Hiroshi Lockheimer, disse que isso “pode até piorar as coisas” porque tentar enganar o algoritmo que gerencia o aparelho, desenhado para otimizar o uso de energia, pode desacelerar o sistema. É, segundo ele, melhor deixá-lo agir por conta própria. O diretor-executivo da Apple, Tim Cook, afirmou que aplicativos que estão em segundo plano não comprometem de nenhuma maneira a bateria do iPhone. Por isso, não faz sentido encerrá-los repentinamente. Mas qual é a lógica dessa afirmação? É que esses aplicativos não consomem a bateria. Deixar suspenso o sistema operacional, seja iOS ou Android, permite que você os mantenha como os deixou quando estava usando.

Se o aplicativo é encerrado à força, vai obrigar o sistema a reiniciar o processo caso o app seja aberto outra vez, consumindo o dobro de energia sem necessidade. Para especialistas o que justifica encerrar um aplicativo de repente é em caso de falha inesperada no sistema ou vírus. Se não for o caso, é melhor deixar o software do celular atuar por conta própria.

Mas, então, como economizar bateria? Especialistas orientam que reduzir o brilho da tela ou desativar os sinais de wi-fi e o bluetooth são maneiras mais eficientes de poupar bateria e otimizar o uso do aparelho. Outra estratégia é desativar os dados ou usar o modo de pouca energia. Desativar a geolocalização de aplicativos também auxilia – este último ainda ajuda a manter a privacidade.

Fonte: UOL


Paz ou razão?

Recentemente li a seguinte frase: “escolha bem as suas batalhas; às vezes viver em paz é melhor do que estar com a razão”.

Não são poucos os exemplos de pessoas que se distanciaram umas das outras por causa de um conflito de opiniões. De fato, a vida em comunidade traz o conflito como uma consequência lógica. Todos temos que lidar com conflitos em variados ambientes, tais como família, escola, universidade, instituições religiosas, trabalho, entre outros.

A razão disso é que os seres humanos são variáveis, imprevisíveis. Seres humanos não são máquinas cuja resposta, opinião e ação são facilmente calculáveis. Não há fórmula matemática que explique o ser humano. Portanto, conflitar com o nosso semelhante não é um acidente, mas sim uma questão de tempo. Basta ter opinião sobre determinado assunto que certamente encontraremos pessoas que pensem diferente de nós. Basta querer defender nossa opinião com “unhas e dentes” que o conflito está instalado.

Querer estar com a razão é uma constante em nós, seres humanos; buscar viver em paz é uma variável. Por isso que uma das definições de inteligência que mais me agradam afirma que ser inteligente é ter a capacidade de resolver conflitos.

Como você tem lidado com seus conflitos? Muitos de nós colecionam separações ao longo da vida: perdem cônjuge, filhos e amigos. Se este é o seu caso, ou se você percebe que está caminhando para ser esse indesejável colecionador ou colecionadora de separações, pare e reflita sobre isso.

Prefira viver em paz com pessoas, ao invés de viver sozinho com suas certezas. Busque a harmonia com o mundo ao seu redor, ao invés de mergulhar no solitário mar de suas opiniões. Como diz o velho e bom conselho bíblico: “Esforcem- se para viver em paz com todos…”.