Pescaria

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29/07/2017 – FIQUE POR DENTRO

“Tá estressado? Vá pescar!”

  A pescaria é recomendada por muitos médicos para as pessoas que sofrem com uma rotina pesada e estressante. Estudos médicos dizem que o ato de pescar como um todo, desde a metódica preparação dos equipamentos até o esperado momento de pegar um peixe, auxilia na diminuição do estresse e proporciona um momento de tranquilidade e bem-estar. Isso, porque a atividade pesqueira exige calma e muita atenção.

A pesca está entre as mais antigas atividades desenvolvidas pelos seres humanos; há muitos anos que o homem vem realizando esta prática, seja por necessidade ou por diversão.

Entrevista com o capitão e pescador, Marcos Dias. Ele fala sobre a pesca esportiva. Confira:

 

Cientistas descobrem nova espécie de ‘mamífero-réptil’ brasileiro

Uma equipe de cientistas brasileiros identificou no Rio Grande do Sul os primeiros fósseis de Aleodon, um gênero de “mamífero-réptil” que só havia sido achado na África. De acordo com o estudo, os fósseis pertencem a uma nova espécie e a outras 7 espécies já identificadas. Esses animais, segundo o estudo, conviveu com os precursores dos dinossauros e com outros animais que, eventualmente deram origem aos mamíferos.

Os fósseis foram encontrados no município de Vale Verde e, há 40 anos, os cientistas acreditavam que eles pertencessem ao gênero Chiniquodon outro grupo de “mamífero-réptil” que habitou a América do Sul.

Segundo os pesquisadores, a descoberta mostra que havia uma grande diversidade de animais na origem dos mamíferos e que algumas regiões da África, como Namímbia e Tanzânia, onde os primeiros Aleodon foram identificados, tinham uma fauna muito parecida com a do Sul do Brasil.

Crise de Fidelidade

Os dias de “fidelidade inabalável”, seja a uma empresa, seja de uma empresa aos seus empregados, ou, no caso da família, a um cônjuge, parecem estar indo embora.

Hoje, as pessoas mudam frequentemente de emprego, com boa ou sem razão nenhuma, talvez buscando mudança de responsabilidade, uns trocados a mais no contracheque ou simplesmente a grama aparentemente mais verde de outro “pasto”. Empresas demitem funcionários por razões sem sentido. Seja qual for a razão, a lealdade ao empregador, bem como a lealdade ao empregado, parece ter seguido o mesmo caminho dos dinossauros e do pássaro Dodô. O mesmo se aplica, infelizmente, a muitos casamentos. Atualmente parece que os votos matrimoniais são “até que o divórcio nos separe”.

Em qualquer área “compromisso” é uma qualidade nobre, raramente encontrada em nossa cultura. Taxas de divórcio, falências, falhas paternas e maternas e mudanças de emprego são sintomas de um problema real: falta de comprometimento pessoal.

O fato é que hoje, quando surgem tempos difíceis no casamento, a atitude que prevalece é a de que o divórcio, de comum acordo, apaga todo o passado. Se administramos mal o nosso dinheiro, a falência alivia a pressão e o sofrimento. Se cometemos um erro e geramos um filho, podemos optar por um aborto, que nos possibilita eliminar o problema sem deixar vestígios. No trabalho, se as coisas ficam difíceis, nos demitimos; em contrapartida, se a empresa enfrenta dificuldades, uma solução é se livrar de nós.

Na realidade, ações como essas aliviam o problema temporariamente, mas têm um alto custo tanto para a comunidade como para nós mesmos. Nós construímos uma cultura em grande parte destituída de caráter, pelo desejo de eliminar o problema, em vez de fazer o esforço necessário para permanecermos leais e perseverar até vencer as provações. A maioria dos líderes busca com afinco pessoas leais. Comprometimento é essencial para a formação de um líder forte e eficiente. Em nossos ambientes de trabalho, os que ocupam funções de liderança têm a obrigação de estabelecer padrões de integridade. Às vezes temos que desempenhar funções enfadonhas ou cansativas, mas temos que perseverar, mostrando compromisso com o cumprimento de nossas obrigações, mesmo quando se tornem desagradáveis.

Jesus disse: “Eu sou o bom pastor. O bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas. O assalariado não é o pastor a quem as ovelhas pertencem. Assim, quando vê que o lobo vem, abandona as ovelhas e foge(João 10.11-12). Em outras palavras, o bom líder permanece fiel à sua missão, não importando o preço a pagar ou a oposição.

 

Texto: Rick Boxx, adaptado por Israel Mazzacorati.