Perdão

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01/03/2018 – FIQUE POR DENTRO

O perdão é uma das coisas mais libertadoras que alguém pode fazer. Se realmente compreendemos o que Jesus fez na cruz, o perdão deve fluir no nosso coração. Mas, infelizmente, temos o mau hábito de, ao longo de nossa vida, acumularmos mágoas e ressentimentos.

Em 1999, o Doutor Fred Luskin criou um projeto para a Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, para uma pesquisa sobre o perdão. O levantamento estudou o impacto das emoções negativas, como a raiva, a mágoa e o ressentimento no sistema cardíaco. Os primeiros resultados indicaram que, ao conceder e pedir perdão, os participantes apresentavam redução do nível de estresse, viam-se menos irados e mais confiantes.

Além disso, o estudo mostrou que o perdão pode promover uma melhora na saúde física, pois esse grupo de pessoas teve uma diminuição significativa em sintomas como dores no peito, na coluna, náuseas, dores de cabeça, insônia e perda de apetite.

 


Entrevista com o apresentador do Um Tempo com Deus, Pastor Marcos Garcia. Ele fala sobre o perdão. Confira:

 

Beber água com rodela de limão pode corroer os dentes

Uma equipe da King’s College, uma universidade de Londres, no Reino Unido, descobriu que tomar essas bebidas entre as refeições e saboreá-las por muito tempo aumenta o risco de erosão dentária por causa do ácido.

Na pesquisa, publicada em um periódico especializado, investigou-se a dieta de 300 pessoas com erosão dentária severa.

Concentrados, chás de frutas, bebidas diet, bebidas com açúcar e águas aromatizadas são todos ácidos e podem corroer dos dentes, aponta o estudo. A situação piora quando se passa muito tempo bebendo e saboreando essas bebidas na boca antes de engoli-las.

Além disso, os pesquisadores descobriram que pessoas que bebem água com uma rodela de limão ou chá quente de frutas entre as refeições tinham mais de 11 vezes a chance de ter erosão dentária média ou severa.

 

Perdão é mais que pedir desculpas

“Perdoa-nos as nossa dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores (Mt 6.12).

Usamos a palavra “desculpa” para muitas coisas que ocorrem durante o dia. Por exemplo: se pisamos no pé de alguém pedimos desculpas. Mesma coisa ocorre quando chegamos atrasados a um compromisso. Quando pedimos desculpas por estas e outras ações, geralmente não estamos preocupados se a pessoa nos desculpou ou não.

Nós assumimos que tudo se normaliza ante o pedido de desculpas.
Perdoar tem uma outra dimensão. Perdoar significa a remoção de alguma barreira entre nós e Deus, ou entre nós e o próximo. Esta barreira prejudica o nosso ser em todos os aspectos.

Ela nos impede de sermos livres, de sermos o que devemos ser e nos impulsiona ao uso de várias artimanhas para que possamos fugir das nossas responsabilidades.

Deus oferece o seu perdão gratuitamente, ou seja: ele não barganha. Este perdão é dado com base no que Cristo realizou na cruz. Este perdão nos introduz a uma íntima comunhão com Deus. Perdoados por Deus, somos livres para sermos o que Deus quer que sejamos.

Da mesma forma como Deus nos perdoou em Cristo, temos que perdoar aquelas pessoas que cometeram ofensas contra nós. Quando somos os ofensores, devemos pedir perdão. Quando as amarras da ofensa deixarem de existir, experimentaremos a liberdade em toda a sua plenitude.

Devemos pensar se existe alguém que precisamos perdoar. Se existe, a nossa primeira atitude é perdoar em nosso coração diante de Deus, procurá-la e pedir perdão. É uma tarefa difícil, mas genuinamente cristã.

Se a pessoa não tem o desejo de nos perdoar, este será um problema dela diante de Deus. Se alguém nos pedir perdão, devemos igualmente perdoar sem questionar se aquele pedido é sincero ou não. O perdão é o que vale sempre.