Outubro Rosa

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30/10/2017 – FIQUE POR DENTRO

Em 1990 nasceu o movimento conhecido como Outubro Rosa, para estimular a participação da população no controle do câncer de mama. A data é celebrada anualmente, com o objetivo de compartilhar informações sobre o câncer de mama, promover a conscientização sobre a doença, proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento e contribuir para a redução da mortalidade.

O câncer de mama é o segundo tipo mais frequente no mundo. No Brasil, as taxas de mortalidade por esse tipo de câncer continuam elevadas, especialmente porque a doença ainda é diagnosticada em estágios avançados. Por isso, o autoexame das mamas e a mamografia são essenciais.


Entrevista com o diretor do Hospital do Câncer III do INCA, Marcelo Bello. Ele fala sobre o Outubro Rosa. Confira

 

Brasil tem 13 milhões de analfabetos

O Brasil ainda tem 13 milhões de analfabetos e não consegue reduzir esse número há 3 anos. As informações são de um relatório da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura.

A conclusão do relatório é que faltam incentivos para a educação profissionalizante, e para o aluno terminar o ensino médio. Em todo o mundo, são 100 milhões de analfabetos.

Os resultados do relatório avaliam como os países conseguem ou não cumprir o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável da ONU, que assegura a educação inclusiva e equitativa de qualidade, além de promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos.

Os dados mostram que, nos países ricos, 84% dos jovens concluem o ensino médio, enquanto no Brasil o índice é de 63%. Os resultados obtidos também são distintos: no Brasil, menos de 50% dos alunos demonstram habilidades em ciências. No Japão, esse percentual é de 90%.


O Deus da Esperança
“Jamais tires da minha boca a palavra da verdade, pois nas tuas ordenanças coloquei a minha esperança.” Salmo 119.43

Meditando sobre este assunto, li a frase do Rev. Elben M. Lenz César, “A esperança não vem de cálculos bem elaborados baseados na história, na filosofia, na matemática, na estatística, na tecnologia, na informática. A esperança nunca é visível…Embora concreta, a esperança que não decepciona é captada pela fé e não pelos olhos nem pelo raciocínio.”

Que maravilhosa verdade. Sem esperança é impossível viver. É certo que ela é mais necessária para nós quando estamos em crise. Em tempos de dor ou sofrimento clamamos muito mais por esperança.

O livro de Jó aborda muito este assunto por abranger o sofrimento humano. Jó fala mais de esperança que o livro de Provérbios que é o Livro da sabedoria.

O maior problema da esperança é onde, ou em quem colocá-la. O mundo já decidiu e deposita sua esperança na loteria, que agora tem vários nomes e opções. Também confia no ouro, que não dá certo: Jó 31.24. Confiar nas riquezas materiais, é arrogância: 1 Timóteo 6.17. Colocar a esperança na ciência ou na política é uma grande ilusão.

Já a esperança do crente, é a esperança do salmista: “Na tua palavra coloquei minha esperança.” Não se trata de palavra frívola, mas na palavra de Deus corretamente interpretada. A Bíblia não contém a palavra de Deus, ela é a palavra de Deus. Já que os crentes têm a maior de todas as esperanças, a esperança de novos céus e nova terra, baseada na promessa de Deus em 2 Pedro 3.13.

Às vezes somos levados a pensar que em determinada circunstância não há mais esperança. Não é verdade, pois “Abraão, esperando contra a esperança, creu, para vir a ser pai de muitas nações”. (Romanos 5.18). Nosso Deus é fiel e zela em cumprir suas promessas. Para isso é preciso “guardar firme a confissão da esperança, sem vacilar. (Hebreus 10.23). Este guardar firme significa proclamar, confessar em voz alta aos quatro cantos, sem vacilar que Jesus é a nossa única esperança.

Só a esperança que é centrada em Deus não decepciona. Ele é “o Deus da esperança” conforme Romanos 15.13 e Jesus é “a esperança da glória” conforme Colossenses 1.27.
Proclame a verdade, faça como o salmista, seja obediente a Deus e com certeza absoluta haverá esperança para você.

Por: Paulo Cirelli