Orquestra

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01/12/2016

A orquestra é uma das mais belas formas artísticas de nossa civilização. Através dela é possível vislumbrar a engrenagem de dezenas ou centenas de vozes entoando num mesmo sentido a música escrita numa partitura.

A origem da palavra é grega: “orkestra” significava “lugar destinado à dança”. No século 5 antes de Cristo, os espetáculos eram encenados em anfiteatros e “orquestra” era o espaço situado logo à frente da área principal do palco, ocupado pelo coro e pelas danças. Ficavam ali também os instrumentistas.

Séculos depois, mais precisamente no século 17, na Itália, as primeiras óperas começaram a ser executadas. Como eram imitações dos dramas gregos, o espaço entre o palco e o público, onde ficavam os instrumentistas, também era chamado de orquestra. Daí o sentido da palavra evoluiu ao que hoje conhecemos, designando o conjunto de instrumentos musicais reunidos com o intuito de executar uma obra musical.

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Entrevista com o maestro, Carlos Moreno. Ele fala sobre orquestra.

 

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O Magnificat

Pode uma mulher cantar em tempos como estes? Pode uma mulher pobre encontrar motivo para cantar em um mundo tão desigual e desumano? O que esperar da vida quando os ricos e poderosos se tornam cada vez mais ricos e poderosos e os pobres e miseráveis se tornam cada vez mais pobres e miseráveis?

Entretanto, há uma voz que toca o coração dessa mulher e que traz a resposta. Há uma voz que a faz cantar um canto de alegria e coragem, como o de uma virgem que descobre a alegria de ser mãe, como a de um povo que descobre a alegria de ser livre, como a de um guerreiro que descobre o caminho da paz. Essa voz “nos alerta” e ensina que “é preciso ter força, é preciso ter raça sempre”, ainda que essa força venha misturada à fraqueza.

É preciso que o riso aformoseie o rosto, ainda que molhado pelo choro. É preciso que o som da alegria quebre o silêncio do terror e da morte. É preciso que a vida “severina” aprenda a vencer as incontáveis léguas dos descaminhos da morte.

Maria sabe que vive, e “não apenas aguenta”, pois traz em seu corpo a prova maior de que o tempo é de mudança e graça: o Deus conosco. Então ela canta: “Minha alma engrandece ao Senhor!”. O canto de Maria declara que há Alguém maior que reis e poderosos, Alguém que traz esperança e vida aos pobres e famintos. Ela anuncia a presença de Deus na história humana, a presença redentora de Deus no mundo.

A experiência de Maria confirma que o Senhor faz o pobre cantar de esperança. Ele anima o abatido, enxuga as lágrimas dos que já não encontram consolo em si mesmos e em ninguém. Ele torna grande nossa vida breve. Quebra o orgulhoso, derrota os poderosos e redime o humilde.

Certamente, Maria haveria de provar em sua própria vida mistérios de fazer calar seu pobre coração. Aliás, muitas coisas sobre o menino Jesus ela guardaria a sete chaves em seu humano coração: Maria, porém, guardava todas essas coisas e sobre elas refletia em seu coração (Lc 2.19).

Gladir Cabral

 

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Cientistas anunciam a 1ª missão espacial brasileira para a Lua

Um grupo de cientistas brasileiros planeja lançar a primeira missão espacial do país para a Lua em 2020. O objetivo é desenvolver a tecnologia nacional e estudar a vida em partes distantes do cosmo. Batizada de Garatéa, que em tupi-guarani significa “busca-vidas”, a missão é a primeira do Brasil a viajar ao espaço profundo, região além da órbita da Terra, que irá orbitar a Lua durante pelo menos 6 meses.

A missão espacial, orçada em 35 milhões de reais, um valor baixo em termos de pesquisa espacial, será feita por meio de uma parceria público-privada, algo também inovador na área de pesquisas brasileiras do cosmo.

A ideia é não depender totalmente dos laboratórios e recursos públicos, mas também contar com investimentos privados que garantam a continuidade da missão. Para isso, os cientistas pretendem negociar direitos de uso de imagem, patentes e royalties.