Monumentos históricos

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17/04/2018

A polícia deteve, na noite da última quinta-feira, um casal suspeito de participar da pichação na fachada do Pateo do Collegio, um dos principais pontos históricos do centro de São Paulo. Os 2 foram liberados após prestar depoimento. Na madrugada da terça-feira passada, o monumento histórico paulistano amanheceu pichado com a frase “Olhai por nóis”.

Além do Pateo do Collegio, a polícia suspeita que eles estejam envolvidos em outros atos de vandalismo, como na estátua do Borba Gato, no Monumento às Bandeiras, no Masp – Museu de Arte de São Paulo – no Fórum do Butantã, na Secretaria da Educação e no muro do Pacaembu.

Na prática, os monumentos deveriam ser referência para o patrimônio cultural e histórico de uma cidade, mas a realidade é outra. Abandonados e sem manutenção adequada, eles estão se deteriorando a cada dia e, por isso, viram alvo fácil da ação de vândalos.

 

Entrevista com o arquiteto e responsável técnico do Centro de Estudos Avançados da Conservação Integrada, Jorge Eduardo Lucena Tinoco. Ele fala sobre monumentos históricos. Confira:

 

Brasil quer criar órgão de proteção de dados

A existência de uma legislação que proteja melhor as informações dos internautas se torna cada vez mais necessária para vários países. A criação de um órgão voltado a esse fim é uma das exigências propostas pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico e o Brasil está de olho nisso.

O Palácio do Planalto articula a criação de um órgão federal voltado à proteção de dados pessoais na internet no Brasil. Um marco regulatório sobre o assunto já estava em discussão no Congresso. Para fazer parte da OCDE, o país precisa ter uma legislação compatível com o entendimento da entidade na questão de proteção, uso, tratamento e armazenamento de dados pessoais na internet.

As discussões estão sendo feitas entre a Casa Civil e o senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), responsável pelo relatório de um projeto sobre o tema, que está em avaliação na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado Federal.

Fonte: UOL

 

Restrição de foro privilegiado em pauta no STF atinge apenas 1% dos 54.990 beneficiados

O Supremo Tribunal Federal retoma no início de maio a discussão sobre mudança no modo como deputados federais e senadores são investigados, processados e julgados.

Pelas regras atuais, os parlamentares estão submetidos apenas aos tribunais de instâncias superiores – o chamado foro privilegiado.

A maioria dos magistrados já se posicionou a favor da restrição dos privilégios para políticos, que passariam a ser exclusivos aos casos ocorridos durante o mandato e em decorrência dele.

A mudança atingiria 594 parlamentares, cerca de 1% do total de beneficiados pelo foro, 54.990, de acordo com um estudo divulgado pela Consultoria Legislativa do Senado no ano passado.

Fonte: G1

 

Capacitação

Um casal dono de uma cafeteria passou alguns dias fora da cidade Ao retornar o dono notou uma banqueta de bar no quarto dos fundos. Tinha sido colocada lá por causa de alguns parafusos frouxos. Ele pegou a chave de fenda, apertou os parafusos e colocou-a de volta ao balcão, deixando-a outra vez disponível para seus clientes. Foi quando lhe ocorreu que qualquer um de seus 15 empregados teria sido capaz de apertar esses parafusos e consertar a banqueta. Em vez de esperar que um deles tomasse essa iniciativa, entrou em ação.

Esse tipo de problema é comum. Tornamo-nos tão acostumados a resolver problemas que habituamos nosso pessoal a esperar que abordemos seus problemas, não importa o quão pequenos possam ser.

Não permitindo ou não insistindo que outros solucionem os problemas quando eles ocorrem, criamos muito mais trabalho para nós mesmos e ao mesmo tempo, impedimos o crescimento do negócio e deles mesmos. Muitas vezes é difícil delegar responsabilidades de modo apropriado. “Capacitar” outras pessoas não é algo fácil.

A capacitação de outros, delegação de autoridade e responsabilidade, é tema recorrente na Bíblia. No livro de Gênesis, Deus levou Noé a construir uma arca para sua família e os animais que seriam preservados do dilúvio (Gênesis 6:9-22). Antes disso, lemos sobre a criação do mundo por Deus. Teria seria bem fácil para Deus construir a arca ele mesmo. Ao invés disso, ele atribuiu essa tarefa a Noé. Na libertação dos israelitas da tirania do Egito, Deus guiou Moisés para ser seu mensageiro guiando o povo à Terra Prometida.

O maior exemplo de líder delegando autoridade é encontrado depois da ressurreição de Jesus e seu aparecimento aos seus seguidores. Pouco antes de sua ascensão, ele lhes disse: “Foi-me dada toda a autoridade nos céus e na terra. Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações, ensinando-os a obedecer a tudo o que eu lhes ordenei” (Mateus 28:18-20).

Se Deus acha apropriado delegar parte do seu trabalho a outros, não deveríamos fazer o mesmo?