Mofo e ácaros

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02/08/2017 – FIQUE POR DENTRO

Um terço da população brasileira tem alergia, a maior parte respiratória ou alimentar. Ela pode aparecer em qualquer momento da vida. O ácaro vira um gigante para quem tem alergia respiratória, principalmente no inverno.

Os alérgenos mais comuns são: mofo, poeira, ácaro, poluição e fungos. No frio, a sensibilidade aos ácaros piora porque a limpeza das vias aéreas fica prejudicada. Ambientes fechados e cheios, tempo seco e mudança brusca de temperatura também favorecem a transmissão de vírus e proliferação de agentes infecciosos. Rinite e asma são as campeãs e podem levar à pneumonia, sinusite, faringite e irritação da garganta.

Para não sofrer tanto, os alérgicos podem tomar algumas atitudes: lavar e deixar no sol as roupas de frio que estão guardadas há muito tempo; não esquecer de tomar água; lavar cobertas, deixar a janela do quarto aberta para ventilar e com luz solar; aumentar a higiene dos bichos de estimação e alimentação balanceada, rica em vitaminas.


Entrevista com o alergista e imunologista, Wilen Brasil Júnior. Ele fala sobre mofo e ácaro. Confira:

 

Corrupção passiva e ativaEm um sentido amplo, corrupção pode ser definida como o ato ou efeito de se corromper, oferecer algo para obter vantagem, onde se favorece uma pessoa e se prejudica outra. Já a corrupção política, em particular, é definida por alguns estudiosos como o “uso do poder público para proveito, promoção ou prestígio particular”.

A forma ativa do crime de corrupção, prevista no artigo 333 do Código Penal, se dá pelo oferecimento de alguma forma de compensação, seja em dinheiro ou em bens, para que o agente público faça algo que, dentro de suas funções, não deveria fazer ou deixe de fazer algo que deveria fazer.

Já a corrupção passiva, segundo o Código Penal, em seu artigo 317, define o crime como o de “solicitar ou receber, para si ou para os outros, direta ou indiretamente, vantagem indevida, ou aceitar promessa de tal vantagem”.

Ou seja, se a corrupção ativa tem a ver com o ato de oferecer a compensação ilícita, então a modalidade passiva está relacionada com o ato de receber essa compensação.


Brasil é líder mundial em medidas de combate ao tabagismo
Um relatório divulgado pela Organização Mundial da Saúde, a OMS em Genebra e em Nova Iorque, afirma que 1 em cada 10 mortes por doença no mundo é causada pelo fumo. Mesmo que 63% da população mundial obter acesso a advertências contra o uso do tabaco, o número de mortes causadas pelo tabagismo ainda é grande. Por conta disso, o órgão sugere o aumento de políticas de controle do produto a nível mundial.

Entretanto, mesmo com os números negativos, o Brasil têm se mostrado responsável e mais consciente com o consumo do produto. Segundo o mesmo relatório da OMS, mais uma vez o Brasil aparece como um líder mundial no controle do tabagismo.

A Organização Mundial da Saúde afirma que a indústria do tabaco impede tentativas de governos de programar medidas contra o produto. E, além disso, as políticas efetivas de controle ajudam a economizar bilhões de dólares com gastos de saúde e também com a perda de produtividade de vítimas do tabaco.

Para o diretor-geral da OMS, governos de todo o mundo devem incorporar as orientações da Convenção-Quadro sobre o controle do produto e do agente químico.

Além de alertar sobre os prejuízos para a saúde, a OMS lembrou que, desde 2008, existe um conjunto de diretrizes chamado de Medidas Mpower para promover ações de governos em 6 estratégias de controle. Entre elas, o aumento nos impostos sobre o produto e a proibição de anúncios e propagandas, principalmente em áreas de esporte e de eventos sociais.

Deserto, uma escola de Deus

“Recordar-te-ás de todo o caminho pelo qual, o Senhor, teu Deus, te Guiou no deserto estes quarenta anos, para te humilhar, para te provar, para saber o que estava no teu coração, se guardarias ou não os Seus mandamentos.” (Deuteronômio 8.2)

O deserto tem muitas faces: solidão, aridez, desconforto, esterilidade. Todas as vezes que nos vemos em volta de tais realidades é porque estamos atravessando um deserto. Não precisa ser um Saara, pode ser uma doença inflexível, um problema familiar, uma angústia implacável, a perda de um ente querido. Não importa! Literal, geográfico, físico ou psicológico, o fato é que desertos têm sempre a mesma fisionomia: são secos, solitários e deprimentes. Geram a pior das sensações: a solidão.

Por que passamos por desertos? A Palavra de Deus nos diz que o deserto de dor, sempre é uma escola de Deus. Quando o curso de nossa vida toma esse aspecto é porque Deus está nos ensinando lições importantes. Só os desertos oferecem “fertilidade”.
Neles aprendemos a ouvir a voz de Deus. No hebraico deserto é ‘midbar’, mesma raiz da palavra ‘dabhar’ falar. Deserto é um lugar onde Deus fala e nos dispomos a ouvir. Onde ele nos comunica suas mais importantes mensagens e damos ouvidos à sua voz.. Neste lugar solitário, só a voz de Deus é maior do que a voz da solidão, da dor. Se não fosse essa experiência do deserto poderíamos viver a vida inteira sem ouvir ou conhecer o que Deus deseja nos ensinar.

Deus levou seu povo ao deserto para fazê-los humildes. Deserto não é só um lugar de condições precárias para a sobrevivência, mas um lugar de obscuridade e solidão. Lugar de solitário anonimato que nos ensina que não precisamos dos “tapinhas nas costas”, dos aplausos, dos holofotes da glória humana. Precisamos apenas de Deus.
No deserto aprendemos a lição do autoconhecimento. Ele nos revela quem somos. Não há nada como um deserto para nos ajudar a conhecer o nosso próprio eu. Quando estamos atravessando um deserto, é porque há uma face oculta do nosso ser que precisa ser conhecida e tratada na presença do Senhor.

Não obstante todas as múltiplas faces aterrorizantes que os desertos têm, todos cumprem esse propósito pedagógico em nossas almas.

Deus jamais nos põe na fornalha ardente do deserto para nos destruir. Ele apenas nos refina. Nos torna melhores. Pensemos nisso.