Mioma

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24/09/2018 – FIQUE POR DENTRO

Nos exames de rotina, foi detectado um mioma no útero? Não se desespere. Várias mulheres desenvolvem miomas ao longo da vida e muito raramente esse tipo de tumor evolui para um câncer. Na verdade, os miomas são tumores benignos que não aumentam os riscos do câncer. Mas eles podem causar outras complicações. O mioma nasce no útero na idade fértil. O pico de incidência é aos 40 anos, mas pode atingir as mais jovens.

Os miomas têm tamanhos variáveis e, na maioria das vezes, não são percebidos pelas mulheres porque não provocam nenhum sintoma. Mas, em alguns casos, eles podem apresentar alguns sinais. O mais comum é o sangramento menstrual intenso que dura mais de uma semana, o que pode causar anemia, pressão ou dor na pélvis, necessidade de urinar com frequência, constipação e dores nas costas e nas pernas.

A causa do mioma é desconhecida. Porém, é sabido que os hormônios progesterona e estrogênio influenciam no desenvolvimento desse tipo de tumor benigno. Por isso, durante a menopausa, que é um período em que a produção desses hormônios diminui, os miomas também costumam diminuir.

Já durante a gravidez, os miomas tendem a aumentar. Fatores como herança genética, etnia (mulheres negras tem maior incidência de miomas), início da menstruação em idade precoce, uso de controle de natalidade, obesidade, alimentação e consumo de álcool podem aumentar o risco de miomas.

Os miomas geralmente são descobertos por meio de exames ginecológicos, que podem ser feitos para acompanhamento ou porque você teve algum sintoma. Os meios mais comuns para detecção são a ultrassonografia – que usa ondas sonoras para obter imagens do útero e confirmar, mapear e medir o tamanho dos miomas – ou exames de sangue.

Fonte: pfizer.com.br


Entrevista com o médico André Moreira de Assis. Ele é membro titular da Sociedade Brasileira de Radiologia Intervencionista e Cirurgia Endovascular. Confira:

 


Ensino superior cresce no país, mas graças à modalidade a distância

O Brasil teve no ano passado uma expansão de apenas 3% nas matrículas do ensino superior, segundo mostram dados do Censo da Educação Superior 2017 divulgados na última quinta-feira, dia 20 de setembro. O crescimento só foi possível por causa do aumento de alunos no ensino a distância, de 17,6% – o maior desde 2008. Já na modalidade presencial, houve queda de 0,4% de estudantes, puxada pela redução na rede privada.

O ministro da Educação, Rossieli Soares, admitiu que é preciso “acelerar o ritmo e mudar a direção” do que tem sido feito para a expansão das matrículas nessa etapa. Ele disse estar preocupado com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) que mostram que o país tem 8 milhões e 900 mil jovens que concluíram o ensino médio, mas não ingressaram no superior.

O aumento do total de matrículas em 2017 foi maior do que o registrado em 2016, quando o país teve o pior cenário de ampliação (de 0,2%) do ensino superior desde 1992. Apesar da recuperação no número de matrículas, o avanço ainda está longe do que o Brasil vinha vivendo nos últimos anos. De 1992 a 2015, a média de crescimento de alunos no ensino superior foi de 7,5% ao ano.

A dificuldade de voltar ao mesmo ritmo deixa o país ainda mais distante de atingir a meta do Plano Nacional de Educação, que prevê elevar a taxa líquida de matrículas nessa etapa para 33% da população de 18 a 24 anos. Apenas 18,1% dos jovens estão no ensino superior. O ministro disse também considerar um avanço o aumento na modalidade a distância, que já representa 21,2% do total de matrículas. A expansão deve ser mantida nos próximos anos, pois o MEC mudou a regulamentação para a abertura de novos polos que ofertam cursos nessa modalidade, impulsionando em mais de 130%.

Para as entidades que representam as instituições de ensino superior, o aumento das matrículas no EAD não se reflete no aumento do ingresso de jovens de 18 a 24 anos nessa etapa, uma vez que os cursos dessa modalidade atraem pessoas mais velhas. Para eles, a inclusão da faixa etária mais nova ainda depende da ampliação de vagas no ensino presencial, estagnado desde a redução de programas como o Financiamento Estudantil (Fies) e o Programa Universidade para Todos (Prouni).

Fonte: O Estado de São Paulo


Todas as religiões são iguais?

“Todas as nossas justiças são, como trapo de imundícia” Isaías 64.6

“Sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus”. Romanos 3.24

Frequentemente se ouve dizer: “Todas as religiões são iguais, o que importa é a consciência de cada um”.

A única semelhança entre elas é que nenhuma pode abrir a porta do céu.

Não é a doutrina a qual você se apega, nem o conjunto de práticas religiosas seguidas à risca, nem uma vida irreprovável diante dos outros que pode produzir salvação.

No tempo de Jesus havia um jovem cujas qualidades morais eram excepcionais e sua vida, vista exteriormente, era muito boa. Ele nunca prejudicara ninguém. Ele sempre guardara os mandamentos de Deus, contudo, esse jovem, preocupado com a salvação da sua alma, pergunta: “Que farei para herdar a vida eterna?” A Escritura fala que esse jovem rico, impedido por suas riquezas, se recusou a seguir Jesus e “retirou-se triste” (Marcos 10.17-27).

Aquilo de que precisamos, que realmente nos faz falta, não é uma religião nem muitas regras morais, mas um Salvador, Jesus Cristo, que veio ao mundo “para salvar os pecadores”.

“Não há salvação em nenhum outro” (Atos 4.12).

Não procure em lugares errados, você também, se afastará “triste”, de Deus por toda a eternidade