Miniminalismo

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01/11/2018 – FIQUE POR DENTRO

A palavra minimalismo surgiu originalmente como uma expressão artística no começo do século 20. O movimento utilizava poucos elementos visuais e questionava o campo social, foi ela que serviu de inspiração para esse novo estilo de vida.

O minimalismo não tenta implantar uma nova sociedade alternativa, mas sim combater o consumismo, fazer com que as pessoas diminuam o consumo e invistam dinheiro em experiências, como viagens, mais tempo com a família e amigos e outras atividades que lhe deem prazer.

Sendo assim, se gostou da ideia miniminalista, basta começar pensando sobre a quantidade de coisas que tem em sua casa, quantos objetos repetidos e que nem usa, além de dar um garimpada para achar o que não sabia que tinha. Comece se conscientizando que sair da zona de conforto é bem complicado.

No minimalismo é assim: você tem que se adaptar à nova realidade, experimentando coisas novas e vivenciando fatos que antes não faziam parte do seu cotidiano. Com o tempo, isso será uma rotina.

Fonte: estudopratico.com.br


Entrevista com a CEO da revista Master of Simplicity Magazine Fátima Teixeira. Confira:

 


Estudantes desenvolvem tijolos feitos a partir de urina humana

Tijolos comuns precisam ser submetidos a altas temperaturas em fornos para serem fabricados, o que produz uma grande quantidade de dióxido de carbono. Contudo, no projeto sul-africano, urina, areia e bactérias foram combinadas em um processo que permite que os tijolos se solidifiquem em temperatura ambiente.

Os estudantes de Engenharia coletaram urina de banheiros masculinos. Depois de produzir um fertilizante sólido, o líquido restante é usado em um processo biológico para “cultivar” o que a universidade chamou de “biotijolos”.

O processo é chamado de precipitação de carbonato microbiano. Bactérias produzem uma enzima que separa a ureia presente na urina, formando carbonato de cálcio, que depois faz com que a areia se solidifique, formando tijolos cinzas tão duros quanto rochas.

Fonte:BBC


Viver com fé e esperança

Parte da sabedoria em viver com fé e esperança é a humildade de reconhecer limites e possibilidades – o equilíbrio entre a dependência e a autonomia. Discernir o que cabe a mim, o que cabe ao outro e o que pertence só a Deus. Conhecer a Deus e saber mais sobre seu caráter, seus sonhos e planos, seu coração. Acreditar e confiar que Deus é onipresente, onipotente, onisciente. Está em todo lugar, tudo pode e sabe de todas as coisas. O plano e o sonho é dele e somos participantes de uma história que está sendo escrita.

Parte do que significa uma fé viva e responsável é entender que muitas coisas solicitam minhas escolhas, outras tantas as escolhas dos que me cercam, mas fundamentalmente crer que é em Deus que nos movemos e existimos. Nossa fé e amor estão firmados em uma pessoa, alguém confiável, fiel, leal, todo amor, diferente da minha e da sua inconstância.

Viver essa fé implica em conhecer e aprender do que ele já fez no passado, mas em ter um relacionamento com ele no dia de hoje, conhecer mais sobre seu caráter e seu coração – reconhecer sua presença e companhia viva e constante. Somos transformados nesta amizade que se cultiva diariamente, crescemos em fé, esperança e amor – frutificamos em amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio (Gálatas 5.22).

Relacionar-se à partir disto nos faz crescer e amadurecer nesta fé. Olhar para mim e para o outro através do coração e do olhar de Deus que são tão claros na pessoa de Jesus Cristo, nos ajuda a enxergar mais da nossa identidade e encontrar estes limites e possibilidades – agindo sob a orientação de Deus, nos rendendo aos seus pés, reconhecendo que dependemos dele e da sua ação e intervenção nas nossas vidas. Então cresceremos em amor a Deus e viveremos uma fé viva, responsável, regada pela Graça, leve e abrangente.

Difícil assim. Simples assim. Vamos conversar mais com Deus sobre isso.
Bom dia pra você por aí.

Por Karen Bomilcar