Língua Brasileira de Sinais

Compartilhe em:

08/01/2019 – FIQUE POR DENTRO

Quem criou a língua de sinais para surdos? Foi o abade francês Charles-Michel. Na metade do século 18, ele desenvolveu um sistema de sinais para alfabetizar crianças surdas que serviu de base para o método usado até hoje. Na época, as crianças com deficiências auditivas e na fala não eram alfabetizadas. O abade fundou, em 1755, a primeira escola para surdos, ensinando o alfabeto a seus alunos com gestos manuais descrevendo letra por letra. Esse método foi, então, aperfeiçoado ao longo dos séculos nos vários países onde foi adotado.

Em 1856, o conde francês Eduard Huet, que era surdo, trouxe ao Brasil a língua de sinais francesa. Essa globalização do sistema foi facilitada pelo fato de os sinais também representarem – além das letras – conceitos como fome ou sono, permitindo a comunicação entre pessoas de diferentes nacionalidades.

Os surdos brasileiros só começaram a ter acesso à educação durante o Império, no governo de Dom Pedro II, que criou a primeira escola de educação de meninos surdos, em 26 de setembro de 1857, na antiga capital do país, o Rio de Janeiro. Atualmente, no lugar da escola funciona o Instituto Nacional de Educação de Surdos.

Em 1966, o médico norte-americano Orin Cornett deu uma importante contribuição a essa língua, unindo a utilização dos sinais com a leitura labial. Hoje, cada país tem sua própria língua de sinais para surdos. Todas elas derivam do alfabeto manual francês, mas podem apresentar pequenas variações em função da gramática local. No Brasil, o sistema é conhecido como Libras: Língua Brasileira de Sinais.

A partir de 2002, a Libras foi reconhecida como a segunda língua oficial de nosso país, ou seja, Libras não é uma linguagem, e sim uma língua capaz de expressar conceitos concretos e abstratos. Uma pessoa que saiba Libras fluentemente é considerada bilíngue. Segundo o Censo de 2010 do IBGE, 9 milhões e 700 mil brasileiros têm deficiência auditiva, sendo 1 milhão deles jovens de até 19 anos.

Fontes: super.abril.com.br, folha.uol.com.br e brasil.gov.br


Entrevista com Alberto Pimentel e Berenice Santos. Eles são missionários no ministério Filhos do Silêncio, da Primeira Igreja Batista em Santo André (SP). E a intérprete Cida Cavalcante. Confira:

 


WhatsApp clonado? Descubra se você está sendo vítima e veja como resolver

Não só as fake news ou grupos de família dão dor de cabeça no WhatsApp. Usuários da plataforma de mensagens agora também se preocupam com crimes como a clonagem de perfis, em que criminosos invadem a conta do aplicativo, fazem-se passar pela vítima ou por amigos e pedem dinheiro. Essa nova forma de crime está sendo investigada pela Célula de Inteligência Cibernética do Departamento da Polícia Civil do Ceará, que estima que mais de 5 mil pessoas em todo o Brasil tenham sido vítimas dos criminosos — existe um grupo que age em vários estados e alguns suspeitos já foram identificados, incluindo um dos chefes. A operação de clonagem consiste na compra de um chip e na solicitação do resgate do número da vítima escolhida pelos golpistas.

Existe uma maneira de saber se estão tentando invadir seu WhatsApp. Primeiro, faça a verificação em duas etapas porque ela oferece mais segurança para sua conta. Quando ativada, será pedida uma senha de seis dígitos em qualquer tentativa de verificação do número de seu celular no aplicativo, ou seja, sempre que for cadastrar o número. Ao ativá-la, terá a opção de cadastrar um e-mail que será utilizado para que o WhatsApp envie o link caso queira desativar o recurso. Portanto, se receber o tal e-mail sem ter solicitado, não clique no link, pois alguém está tentando acessar sua conta.

Além disso, a senha PIN será pedida periodicamente pelo WhatsApp como uma maneira de você não esquecê-la. Para ativar o recurso: toque no menu (três pontinhos no canto superior da tela). Escolha “Configurações”. Em seguida, entre em “Conta”. Toque em “Verificação em duas etapas”. Toque no botão “Ativar”. Insira o PIN de 6 dígitos e depois em “Avançar”. Confirme o PIN e toque em “Avançar” novamente. Insira um endereço de e-mail para recuperação de acesso e depois em “Avançar”. Confirme o e-mail e toque em “Salvar”. Por fim, clique em “Concluído”.

Está desconfiado de que sua conta se encontra em risco? Apague o histórico de mensagens das conversas que tenham informações pessoais. Desinstale o aplicativo e o instale novamente. Com isso, o programa pedirá o PIN de verificação em duas etapas, além do SMS de verificação. Esse procedimento pode cancelar a clonagem de sua conta em outros aparelhos. Acesse Configurações > Aplicativos > WhatsApp > Desinstalar.

Fonte: UOL


Faça-se de surdo!

Há vozes estranhas dentro de você, exigindo uma porção de coisas absurdas ao mesmo tempo.
O tom é excessivamente autoritário e por demais ousado.
Elas pedem que você abandone o seu cônjuge, que você cometa adultério, que você derrame o seu ódio contra o desafeto.
Que você volte às drogas, que você pratique um assalto, que você se relacione sexualmente com uma pessoa do mesmo sexo,.
Que você mande às favas sua experiência religiosa, que você negue a seu Deus, que você use sua língua para arruinar alguém, que você dê um tiro no ouvido.
É uma situação extremamente perigosa.
Numa situação assim, você não pode agir passiva e covardemente. Quando o poderoso Ben-Hadade, rei da Síria, mandou dizer a Acabe que a prata dele, o ouro dele, as mulheres dele e os melhores filhos dele eram seus, o rei de Israel, sem a menor resistência, respondeu: “Eu sou teu e tudo o que tenho” (1Rs 20.1-12).
Não, não faça assim!
Faça, porém, como os conselheiros de Israel falaram com Acabe: “Não lhe dês ouvidos, nem o consintas”.
Seja sensato, não dê ouvido a essas vozes estranhas e absurdas que, às vezes, quebram o silêncio e fazem exigências inaceitáveis!

Crédito: Revista Ultimato