Limpeza

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12/12/2018 – FIQUE POR DENTRO

Se organizasse um encontro de todos os trabalhadores domésticos, o Brasil reuniria uma população maior que a da Dinamarca, composta majoritariamente por mulheres negras, de acordo com a Organização Internacional do Trabalho. Segundo dados de 2017, o país emprega cerca de 7 milhões de pessoas no setor – o maior grupo no mundo. São três empregados para cada grupo de 100 habitantes – e a liderança brasileira nesse ranking só é contestada pela informalidade e a falta de dados confiáveis de outros países.

Com um perfil predominante feminino, afrodescendente e de baixa escolaridade, o trabalho doméstico é alimentado pela desigualdade e pela dinâmica social criada principalmente após a abolição da escravatura no Brasil, afirmam especialistas. Em 2017, o trabalho doméstico respondeu por 6,8% dos empregos no país e por 14,6% dos empregos formais das mulheres. No começo da década, esse tipo de serviço abarcava um quarto das trabalhadoras assalariadas.

Há pouco mais de cinco anos, em 3 de abril de 2013, era aprovada a lei que equiparava os direitos dos empregados domésticos aos dos demais trabalhadores. A chamada PEC das Domésticas estabelecia, por exemplo, jornada de trabalho de 44 horas semanais e pagamento de horas extras. Os direitos foram ampliados em 2015, quando tornou-se obrigatório o recolhimento do FGTS e o pagamento de seguro-desemprego. Apesar da legislação, a informalidade continua alta, em grande parte resultado da recessão.

Ainda hoje a PEC está contribuindo para mudar a rotina da faxina nos lares. Devido ao aumento do custo para manter as mensalistas em casa, elas começaram a sair de cena e as boas diaristas passaram a ser mais disputadas. De olho nesse mercado, empresas de limpeza doméstica se disseminaram com a promessa de uma solução rápida e eficaz para pôr fim à sujeira.

Fontes: bbc.com, vejasp.abril.com.br e oglobo.globo.com

 

Entrevista com a Patricia Abilaine. Ela é gestora de relacionamento da Maria Brasileira. A empresa é especializada na prestação de serviços voltados à limpeza e cuidados domésticos e comerciais. Confira:

 

Pesquisadores brasileiros criam pomada contra picada letal de aranha

Ela é pequena, mas pode causar um estrago considerável. Todos os anos, a aranha-marrom pica cerca de 7 mil pessoas no Brasil. O veneno dela pode causar necrose da pele, falência renal e até a morte das vítimas. Para diminuir esses problemas, cientistas do Instituto Butantan desenvolveram uma pomada, cujos efeitos curativos já foram comprovados em testes realizados em cultura celular e animais.

O produto é feito à base de tetraciclina, substância conhecida e já usada como antibiótico. Além de lesão cutânea, a picada da aranha-marrom pode provocar, em 20% das vítimas, efeitos sistêmicos, como hemólise (alteração, dissolução ou destruição dos glóbulos vermelhos do sangue), agregação plaquetária (que causa coágulos nos vasos sanguíneos, que dificultam ou impedem a circulação), inflamação e falência renal, que podem levar à morte.

O estudo do Instituto Butantan decifrou o mecanismo de ação do veneno e a forma sistêmica e cutânea da doença. Os primeiros testes, realizados em cultura de células de pele humana e em animais começaram a ser feitos em 2005 e se estenderam até agosto de 2018. Se os resultados dos testes clínicos forem os esperados, a pomada poderá chegar às farmácias.

Mas não há prazo para isso. Depois de aprovada nos ensaios, a pomada ainda precisa ser liberada para uso em humanos e comercialização pela Anvisa. Se e quando isso ocorrer, seu mercado poderá ser maior que apenas o do Brasil. Além de acidentes nas Américas do Sul, Central e do Norte, nos últimos anos, ocorreram picadas na Europa, com relatos de casos em países como Espanha, França, Portugal e Itália.

Fonte: G1

 

Casa de ferreiro, espeto de pau!

Muitas vezes você já me ouviu falar sobre a paz que Cristo dá, insistindo para que você prove dessa paz.

E não é que nesta semana flagrei a mim mesmo todo angustiado, suspirando, com uma espécie de tristeza-que-vem-sei-lá-de-onde?

Não que eu não tivesse motivos para me irritar, mas uma análise um pouco mais detida e honesta mostrava que eram coisas de menor importância, coisas que eu mesmo sempre procuro incentivar as pessoas a deixarem em segundo plano.

Confesso que sofri um bocado por vários dias, andando com uma ansiedade muito desagradável, até que “a ficha caiu”, como dizem por aí.

A providência que tomei foi a única que caberia diante de tudo que tenho compartilhado com tanta gente: falei com Jesus. Simples assim. Disse a ele do mal estar que estava sentindo, da falta de paz que me afligia e confessei a ele que eu sabia que aqueles sentimentos não tinham cabimento, pois a minha paz interior não poderia ser decorrência das circunstâncias. E pedi a ele que derramasse sobre mim da sua paz. Basicamente fiz o que a Bíblia diz: “Não andem ansiosos por coisa alguma… apresentem seus pedidos a Deus.”

E já que tomei a liberdade de usar a mim mesmo como exemplo, deixe me completar: o resultado não poderia ter sido melhor. As circunstâncias, continuaram as mesmas, mas o meu estado de espírito, quanta diferença!

Escorregando e deixando de aplicar o que eu mesmo penso a respeito, permita-me um conselho: fale com ele, pois Jesus não vive lá no céu, distante, indiferente ao que você sente. Abra o coração com ele, e experimente o que ele faz!

“E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará o coração e a mente de vocês em Cristo Jesus.”

Por: Mensagem de Miguel Herrera e Rolando Korber (adaptado)