Investimentos

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17/09/2018 – FIQUE POR DENTRO

Uma pesquisa da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais mostra que 58% dos brasileiros não têm nenhum investimento financeiro. Segundo o levantamento, dos 42% que têm alguma aplicação, apenas 9% zeram algum aporte em 2017. O estudo revela ainda que mais da metade dos brasileiros não conhece produtos de investimento. Em respostas espontâneas, ou seja, sem opções de escolha, apenas 45% da população disse conhecer um ou mais tipos de produtos, com destaque para a poupança, citada por 32%. Segundo a superintendente de Educação da Anbima, Ana Leoni, a primeira razão para não fazer investimento financeiro é a de que não sobra nenhum recurso.

A compra ou a quitação do imóvel próprio é o principal objetivo do retorno das aplicações financeiras do investidor brasileiro. De acordo com a Anbima, 31% dos investidores pretendem comprar ou quitar parcelas de imóvel ou terreno; 15%, guardar para emergências; 11%, comprar carro, motocicleta ou caminhão; 10%, fazer uma viagem; 7%, investir em negócio próprio; 6%, investir em estudos; 6%, deixar para os filhos ou investir no futuro deles; 6%, construir ou reformar a casa; 5%, usar na velhice ou aposentadoria; e 5%, manter o valor do dinheiro e ir usando quando precisar.

Apesar de não ser o investimento que mais rende, o brasileiro continua a ter preferência pela caderneta de poupança. Os investimentos em títulos públicos somam 3%; em títulos privados, 4%; em fundos de investimento, 5%; em previdência privada, 6%; e na poupança, 89%.

Estudos mostram que as pessoas que tentam começar a investir falham em 90% das vezes. Isso ocorre porque a maioria começa a investir antes mesmo de adquirir conhecimento e entender seu perfil de investidor. Mas o que é investir? Investir significa colocar seu dinheiro para trabalhar para você. É uma forma diferente de pensar sobre como fazer dinheiro.

Por mais ansioso ou ansiosa que você possa estar para começar a investir, é melhor respirar fundo, controlar sua empolgação, e aplique em seu conhecimento. Se você quer investir, mas ainda tem dúvidas sobre qual é a melhor alternativa, estamos aqui para te ajudar. Confira a entrevista logo mais e mande sua pergunta.

Fontes: Agência Brasil e queroficarrico.com

 


Entrevista com David Urbat, assessor de investimentos pessoais e sócio-proprietário da TABRU Investimento & Educação . Confira:

 


Professores apontam dificuldades na implementação da Base Nacional Comum Curricular

Professores e escolas não estão preparados para colocar em prática todos os pontos previstos na Base Nacional Comum Curricular do ensino médio. É o que mostra o documento entregue pelo Conselho Nacional de Secretários de Educação ao Conselho Nacional de Educação. O documento é resultado de ação promovida no dia 2 de agosto, quando gestores e professores de 21,5% das escolas públicas e privadas que ofertam ensino médio no país debruçaram-se sobre a BNCC. Eles apontaram fragilidades na proposta e sugeriram mudanças.

Os professores identificaram conteúdos que consideram muito complexos, que, para eles, deveriam ser aprendidos apenas no ensino superior. Mostraram também que as escolas precisarão de adequações e profissionais, de formação, para colocar em prática determinados pontos, sobretudo os que demandam o uso de tecnologias. A questão de falta de estrutura aparece quando se trata da habilidade esperada dos alunos de analisar redes sociais, comparando os feeds e discutindo manipulações e formas de minimizar o chamado efeito bolha – que, de forma simplificada, faz com que os usuários de redes sociais recebam conteúdos com os quais já têm afinidade, dificultando o contato com ideias diferentes.

Outras habilidades demandam ainda a capacitação dos professores, como “utilizar os conceitos básicos de uma linguagem de programação na implementação de algoritmos escritos em linguagem corrente e/ou matemática”. Os docentes e gestores afirmam que a Base Nacional “só poderá ser implementada caso haja capacitação dos professores para o domínio da área e laboratórios de informática para os alunos”.

Para a presidente do Consed, Cecilia Motta, a BNCC não deve trazer apenas o que poderá ser executado imediatamente, mas objetivos ambiciosos. Ela enfatiza que ainda haverá um prazo para que a base seja implementada, suficiente para escolas e professores serem preparados. Segundo Cecilia Motta, “em 2019 ainda vamos estar em processo formativo dos professores, de escrita dos currículos, com pretensão de mudar o que está posto para o ensino médio”.

Fonte: Agência Brasil


Felizes com Pouco ou com Muito

“Melhor é o pouco com o temor do Senhor, do que um grande tesouro, e com ele a inquietação” (Provérbios 15.16).

O botânico americano George Washington Carver disse que certa vez pediu a Deus que lhe falasse sobre o universo. De acordo com Carver, o Senhor respondeu: “George, o universo é muito grande para que você o compreenda. É melhor que você me deixe cuidar dele.”

Humilhado, Carver perguntou: “Senhor, e o que me diz do amendoim?” Deus lhe falou: “Agora sim, George, você me pergunta sobre algo do seu tamanho. Vá trabalhar nele e eu lhe ajudarei.”

Quando Carver começou a estudar sobre o amendoim, ele descobriu mais de 300 produtos que podiam ser feitos com tão minúscula partícula do mundo de Deus.

Como aquele botânico americano, nós também estamos constantemente interessados em grandes coisas. Calculamos nosso sucesso ou mesmo felicidade pela grandeza de nossos feitos e pelo ponto mais alto que podemos chegar na busca de nossas conquistas.

Se não alcançamos notoriedade ou não conseguimos galgar postos elevados, perdemos a paz, classificamo-nos como fracassados e a tristeza embaça o brilho que deveríamos ter como filhos de Deus.

Essa forma de avaliar o nosso êxito pode ser muito enganosa. Muitas vezes chegamos ao topo e não somos vencedores. As conquistas humanas em grande parte são efêmeras e nem sempre trazem o regozijo ou a felicidade almejada.

Melhor do que sonhar alto é buscar fazer a vontade de Deus. Subir apenas um degrau sob a direção do Senhor vale mais do que a escada inteira por conta própria.

Deus nos dirige a trabalhar onde os talentos que nos deu mais se adaptam. Cumpre-nos desenvolver nossas habilidades e diligentemente aproveitar as oportunidades que o Senhor nos oferece, não importa o quão pequenas possam parecer.

Se Deus nos quiser promover, fará isso da maneira que lhe aprouver e no tempo que julgar oportuno.

Não se deixe inquietar por coisas que não tem o valor que você julga ter. Confie em Deus e ele lhe dará os verdadeiros tesouros para sua felicidade.

Crédito: Pr Paulo Roberto Barbosa