Indústria da moda

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31/03/2017

Nos últimos anos, as descobertas da ciência mudaram nosso entendimento sobre os bebês: eles são muito mais inteligentes do que se supunha, e capazes de aprender e se comunicar desde muito cedo.

O entendimento acerca dos saberes das crianças de até 18 meses mostra que elas são cientistas em potencial: adquirem conceitos cotidianos da física ao observarem como os objetos se movem, ou da biologia, através da observação dos seres vivos, por exemplo. Na escola, a socialização entre si e com outros adultos que não seus pais demonstra a capacidade de linguagem.

Como define o pedagogo Paulo Fochi, especialista nessa faixa etária, “os bebês são pop”. “Talvez eles nunca tenham aparecido tanto quanto agora. Isso é bom porque estamos tornando-os visíveis, tirando-os da invisibilidade”, define Paulo.


Com a publicitária, Karina Araújo. Ela fala sobre a indústria da moda

 

Proclamação de Dependência

Já observou como as crianças têm pressa de alcançar independência? Elas dependem de alguém para serem alimentadas, banhadas, vestidas elevadas de um lugar para outro. Quando, porém, atingem certa idade, por volta dos dois anos, começam a afirmar sua declaração de independência. Ao ajudar uma criança a calçar os sapatos ela dispensa a ajuda: “Eu calço sozinha!” – declara a pequena independente. Se for ajudá-la com a comer a resposta decidida é: “Não, eu como sozinho!” Os pais querem que se tornem independentes, mas não aos dois ou três anos de idade.

Esse impulso em direção à autoconfiança e autonomia permanece vigoroso ao longo de toda nossa vida. Muitos sonham em tornar-se financeiramente independentes, atingindo o ponto em que o salário não é o motivo que os leve a trabalhar. Outros anseiam por se encaixar na afirmação: “Sou o senhor do meu destino; sou o capitão da minha alma.”

É louvável tornar-se “senhor do próprio destino”, assumindo a responsabilidade pelos resultados das próprias ações e decisões. Entretanto, independência total tem desvantagem. Na história dos hebreus existiu um homem chamado Uzias, que por 52 anos serviu como rei em Judá: “Ele fez o que o Senhor aprova… Enquanto buscou o Senhor, Deus o fez prosperar” (Segundo livro de Crônicas 26.4-5). Durante grande parte da vida ele reconheceu que dependia de Deus.

Entretanto, chegou um momento em que aparentemente o sucesso lhe subiu à cabeça. Confrontado com sua rebeldia, recusou-se a assumir responsabilidade e aceitar correção. “…Entretanto, depois que Uzias tornou-se poderoso, o seu orgulho provocou a sua queda. Ele foi infiel ao Senhor, o seu Deus”  (Segundo livro de Crônicas 26.15-21). Ele tornara-se autossuficiente; não precisava de ninguém, nem mesmo de Deus.

Uzias viveu centenas de anos atrás, mas a natureza humana não mudou desde então. Muitos de nós, no início de nossos negócios ou carreiras profissionais, nos conscientizamos que o sucesso está fora do nosso alcance. Voltamo-nos, então, para outras pessoas – até mesmo para Deus – em busca de ajuda, especialmente quando responsabilidades e pressões nos sobrecarregam. Uma vez alcançado o sucesso, porém, perdemos o senso de dependência. “Venci por meus próprios esforços”, concluímos inchados pela vaidade.

Como Uzias aprendeu, essa atitude geralmente leva ao desastre. Deixar de reconhecer a ajuda recebida ao escalar a “escada do sucesso”, bem como o suporte oferecido para mantê-lo, nutre o orgulho e expõe nossa vulnerabilidade aos concorrentes e opositores. A Bíblia ensina como evitar essa calamidade: Reconhecer Deus como fonte de sabedoria e do sucesso e aceitar a correção e a repreensão.

Texto de Robert J. Tamasy (Adaptado)

Botânicos descobrem 600 novas plantas na Amazônia

Nem tudo são florestas e árvores gigantes, quando se fala na vegetação amazônica. Na Serra de Carajás, no sudeste do Pará, no topo de morros de 800 metros de altitude, se espalha uma vegetação rasteira que recobre os campos ferruginosos, também conhecidos como cangas.

Uma pesquisa que reúne 74 botânicos de 22 instituições do País e do exterior propõe revelar parte dessas espécies, algumas em risco de extinção. O grupo descreveu 600 espécies, entre samambaias, musgos, flores.

O estudo, parceria do Museu Paraense Emílio Goeldi e do Instituto Tecnológico Vale, será publicado em 3 volumes da Rodriguésia, prestigiada publicação do Jardim Botânico do Rio de Janeiro. O primeiro, lançado neste mês, descreve 235 espécies.

Palácio da Instrução em Cuiabá

 O Palácio da Instrução foi inaugurado em 1914 em Cuiabá para sediar 2 instituições de ensino de referência da cidade.

Projetado pelo engenheiro civil João da Costa Marques em estilo neoclássico, o prédio apresenta 2 pavimentos, com 88 janelas e 2 pátios internos. Foi construído em pedra canga, rocha típica do centro-oeste brasileiro, muito utilizada em edificações naquela região desde os tempos coloniais.

Reinaugurado em 2004, após passar por reformas, o prédio abriga atualmente a Secretaria Estadual de Cultura, o Museu de História Natural e Antropologia e a Biblioteca Pública.

O Palácio da Instrução fica na Rua Antônio Maria Coelho, 151 no Centro em Cuiabá. Mais informações: (65) 30-25-32-21.