Independência do Brasil

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07/09/2017 – Fique por Dentro

A independência do Brasil foi proclamada no dia 7 de setembro de 1822. A partir desta data, o país deixou de ser uma colônia de Portugal e passou a ter liberdade política e de organização. Tornou-se uma nação independente.

Voltemos um pouco no tempo. Portugal iniciou o processo de colonização do Brasil em 1500 e por mais de trezentos anos explorou economicamente a região, principalmente com o cultivo de cana-de-açúcar e a exploração de ouro e diamantes. Baseada na força de trabalho de africanos escravizados, a exploração colonial proporcionou a ampliação das fronteiras para além do Tratado de Tordesilhas, e criou ainda alguns aglomerados urbanos, em pontos do litoral do Brasil.

Em 1808, a Família Real portuguesa fugiu de Portugal para o nosso país, após a invasão das tropas de Napoleão Bonaparte. Esse episódio foi extremamente importante para a Independência do país. É que a presença dos membros da Família Real, comandada por Dom João VI, mudou o cenário social e cultural do Rio de Janeiro, além de permitir a abertura econômica da colônia.

Mas os comerciantes portugueses que viviam em Portugal queriam que o Brasil voltasse à condição de colônia para que fossem restaurados seus privilégios econômicos. Essa intenção desagradava os brasileiros que comercializavam nos portos.

Em 9 de janeiro de 1822, o então príncipe regente Pedro negou-se a voltar a Portugal, afirmando que, por conta da vontade do povo brasileiro, ficaria no Brasil. Esse dia ficou conhecido como “Dia do Fico” e aprofundou os conflitos entre Portugal e Brasil.

Para manter a unidade territorial do país e evitar divisões como as que ocorreram nas colônias espanholas, o príncipe regente Pedro decidiu proclamar a Independência, em 7 de setembro de 1822. Com essa medida, o Brasil tornou-se uma Monarquia independente de Portugal, e o príncipe regente passou a ser o imperador Dom Pedro I.


Entrevista com o historiador Luiz Henrique Borges. Ele fala sobre a Independência do Brasil.

 

Clique nos links abaixo e ouça a série de reportagens especiais da Rede Nacional de Rádio sobre personagens históricos que lutaram pela Independência do Brasil:

Bárbara Heliodora

Frei Caneca

Maria Quitéria

Cipriano Barata


Silêncio Reparador

“Depois do fogo houve o murmúrio de uma brisa suave. Quando Elias ouviu, puxou a capa para cobrir o rosto, saiu e ficou à entrada da caverna. E uma voz lhe perguntou: O que você está fazendo aqui, Elias?” (Primeiro livro de Reis 19.11-13)

Algumas vezes acordamos de manhã com uma sensação estranha que não conseguimos explicar. Sentimos uma necessidade de ficarmos quietos. Será que isto é falta de fé? Se fizermos uma lista dos heróis da Bíblia constataremos que a maioria eram pessoas que viveram situações difíceis e com poucas chances de acordar plenamente alegre pela manhã.

Acordar com vontade de ficar em silêncio é perfeitamente natural! Não é falta de fé! O lado positivo destas ocasiões é que são momentos excelentes para, na quietude e com a Palavra de Deus, examinar a própria vida, os planos, os objetivos e de como se está vivendo os compromissos estabelecidos com Deus e com os irmãos na fé.

Quem usa o “dia-do-silêncio” com esta prática, se torna um cristão maduro, com capacidade maior de fazer escolhas e tomar decisões sóbrias. Nestes dias tem-se a oportunidade de descobrir coisas antes nem notadas na Palavra de Deus. A sensibilidade do dia torna a pessoa mais atenta a detalhes que, em outra oportunidade, não perceberia.

Descobrimos também que Deus sutilmente revela grandeza em detalhes. Deus mesmo é que proporciona esta quietude para falar mais intimamente conosco. O que precisamos avaliar é se esta quietude está sendo constante. Se é um isolamento ou fuga de situações difíceis ou fuga de contato com pessoas com as quais se têm dificuldades.

Avalie também se não é culpa por trabalhos não executados, por rompimentos de acordos, por pequenos atos desonestos ou por envolvimento com pessoas inadequadas. Avalie também se não é alguma amargura ou ressentimento contra Deus. Por último, se esse estado tem sido frequente, avalie a necessidade de uma supervisão médica.

Se há paz com Deus, aproveite o tempo de silêncio. Torne-o em tempo de crescimento.