Inadimplência

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14/08/2018 – FIQUE POR DENTRO

O número de consumidores inadimplentes no país chegou a 61 milhões e 800 mil em junho. É o que aponta um levantamento da Serasa Experian. Trata-se da quinta alta mensal seguida e do maior patamar da série da pesquisa, iniciada em 2016. Na comparação com junho de 2017, quando foram contabilizados 60 milhões e 600 mil inadimplentes, o índice teve aumento de 1,98%.

O montante alcançado pelas dívidas em junho deste ano foi de 273 bilhões e 400 milhões de reais, com média de quatro dívidas por CPF, totalizando 4 mil 426 reais por pessoa. Segundo a Serasa, o enfraquecimento do ritmo de crescimento econômico contribui para manter em patamares elevados as taxas de desemprego no país e, consequentemente, os níveis recordes de dívidas atrasadas.

No Brasil, 40,3% da população adulta está inadimplente. Alguns estados do Norte como Roraima, Amapá e Amazonas apresentam uma taxa de inadimplência acima de 50% da população adulta enquanto que as pessoas que moram no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraíba estão abaixo dos 35%.

A faixa etária mais inadimplente continua sendo a dos adultos entre 36 e 40 anos, com 47,3%, seguida pelos brasileiros entre 31 e 35 anos (46,3%). A inadimplência dos idosos, embora não seja a faixa mais elevada, foi a que mais cresceu nos últimos 2 anos. Em junho, 35% dos brasileiros com mais de 61 anos de idade estavam com contas atrasadas. Se comparado ao mesmo período de 2016, a inadimplência desse público registrou crescimento de 2,6 pontos percentuais.

Na análise por segmentos, apesar de as dívidas atrasadas com bancos e cartões de crédito terem o maior peso, a participação desse grupo caiu 1,5 ponto percentual enquanto a participação dos setores de utilidades, telefonia, serviços e financeira aumentou.

Fonte: G1


Entrevista com a educadora financeira da DSOP, Cintia Senna. Confira:

 


Por que é uma boa ideia usar papel alumínio para melhorar o sinal de Wi-Fi

Graças à nossa luta diária para ter um bom wi-fi em casa, ficou famosa a ideia de usar papel alumínio para direcionar o sinal de internet. Não é um truque novo, mas é bom saber que a ciência demonstrou que ele funciona. Segundo pesquisadores norte-americanos, colocar papel alumínio ou uma lata em volta das antenas do roteador pode melhorar o sinal, reduzir interferências e aumentar a segurança da conexão.

As antenas dos roteadores são geralmente omnidirecionais, ou seja, seu sinal se dispersa para todos os lados. Uma barreira de papel alumínio colocada em torno delas faz com que o sinal se torne unidirecional, ou seja, vá apenas em um sentido. Assim, você pode direcionar o wi-fi para a sala, por exemplo, o que fará com que outros ambientes fiquem sem sinal, mas ele estará concentrado onde pode ser mais necessário. Impedir que o sinal se propague em determinada direção e chegue apenas a alguns locais pode ter outros benefícios. Pode ser útil, por exemplo, para evitar que ele atinja um espelho e seja refletido, o que pode gerar interferências e afetar a qualidade da conexão.

Direcionar o sinal reduz a interferência e ainda pode melhorar a segurança do wi-fi. A barreira de alumínio pode servir para que o sinal não chegue a pessoas que queiram piratear a internet de sua casa ou que estejam tentando de alguma forma acessá-la para cometer uma fraude ou realizar um ataque.

Os pesquisadores criaram uma versão mais sofisticada desse truque caseiro. Fizeram um sistema que imprime modelos 3D em plástico, que podem ser envolvidos em papel alumínio para direcionar o sinal até onde se deseje. Parece bastante simples, mas não é comum ainda ter acesso a uma impressora 3D, então, é melhor por enquanto ter um pouco de paciência e criatividade para criar nossos próprios painéis de papel alumínio.

Fonte: G1


Construindo Casas Financeiras

Durante o furacão Rita, em 2005, Warren e Pan Adams perderam sua casa de praia na Costa do Golfo em Gilchrist, no Texas. Como amavam a praia, decidiram reconstruir. Preocupados com a dolorosa lição aprendida, construíram com alicerce mais resistente a tempestades, com colunas de suporte da estrutura muito mais fortes e altas. A casa foi construída num padrão para resistir a furacão categoria 5 e o piso inferior ficou a quase quatro metros acima do nível do mar.

Três anos mais tarde o furacão Ike rugiu passando pela pequena comunidade litorânea. Quando a tormenta cessou, tinham levado o posto do Corpo de Bombeiros, o Correio e a maioria das 200 casas de Gilchrist. A nova casa dos Adams, porém, permanecia de pé. Os cépticos perguntaram: “Como pôde esta única casa permanecer, quando nenhuma outra do lado da cidade que dava para a Costa do Golfo resistiu?” Ela sobreviveu porque fora planejada para resistir à força do furacão e às vagas causadas por tempestades.

Deveríamos prestar atenção a esta lição ao considerarmos nosso futuro financeiro. Não sabemos que tempestades virão nem quando, mas elas eventualmente ocorrem. Se formos sábios, construiremos nossas casas financeiras sobre alicerces fortes, para que estejam de pé quando o pior tiver passado.

Jesus nos ensinou como construir uma vida: “Portanto, quem ouve estas minhas palavras e as pratica é como o homem prudente que construiu a sua casa sobre a rocha. Caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram contra aquela casa, e ela não caiu, porque tinha seus alicerces na rocha. Mas quem ouve estas Minhas palavras e não as pratica é como um insensato que construiu a sua casa sobre a areia. Caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos e deram contra aquela casa, e ela caiu. E foi grande a sua queda” (Mateus 7.24-27).

Ele falou, em termos gerais, sobre como seguir Seus ensinamentos na vida diária. Isto inclui mordomia – a forma como administramos nossos recursos financeiros. Quantas casas financeiras não têm caído “com grande queda”, por terem sido construídas na areia do pensamento humano? Durante anos tenho dito que o erro número um que muitas pessoas cometem é ignorar os alicerces dos princípios bíblicos quando administram seu dinheiro, preferindo conselhos seculares. Já que um novo ano apenas começou, gostaria de encorajar você a:

Rever a força de seu alicerce financeiro. Dê atenção especial ao seu plano de se manter livre de dívidas, formar um fundo para emergências e alinhar seus riscos nos investimentos de forma a melhor refletir seu temperamento e estágio de vida. Renove seu compromisso de seguir os princípios protetores de Deus em todas as áreas de sua vida financeira.

Por: Austin Pryor