Hanseníase

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30/01/2019 – FIQUE POR DENTRO

Considerada a enfermidade mais antiga da humanidade, a hanseníase tem cura, mas ainda hoje representa um problema de saúde pública no Brasil. Doença tropical negligenciada, infectocontagiosa de evolução crônica, se manifesta principalmente por meio de lesões na pele e sintomas neurológicos como dormências e diminuição de força nas mãos e nos pés. É transmitida por um bacilo por meio do contato próximo e prolongado entre as pessoas.

Seu diagnóstico, tratamento e cura dependem de exames clínicos minuciosos e, principalmente, da capacitação do médico. No entanto, fica o alerta: quando descoberta e tratada tardiamente, a hanseníase pode trazer deformidades e incapacidades físicas. No Brasil, o tratamento é gratuito e oferecido pelo Sistema Único de Saúde. Os pacientes podem se tratar em casa, com supervisão periódica nas unidades básicas de saúde. 

Anualmente, no mês de janeiro, são promovidas ações de conscientização sobre a hanseníase para marcar o Dia Nacional de Combate e Prevenção, lembrado no último domingo do mês. Conhecido como Janeiro Roxo, a iniciativa é apoiada pela Sociedade Brasileira de Dermatologia, por intermédio do Departamento de Hanseníase. O objetivo é melhorar o controle da doença por meio da disseminação de informações especializadas e conscientização da população.

Os sinais da hanseníase são manchas claras, róseas ou avermelhadas no corpo, geralmente com diminuição ou ausência de sensibilidade ao calor, frio ou ao tato. Também podem ocorrer caroços na pele, dormências, diminuição de força e inchaços nas mãos e nos pés, formigamentos ou sensação de choque nos braços e nas pernas, entupimento nasal e problemas nos olhos.

O Brasil vem se mantendo em segundo lugar mundial no número de casos novos de hanseníase diagnosticados anualmente, sendo superado apenas pela Índia. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, em 2017, 150 países contabilizaram 210 mil 671 novos casos da doença, o que corresponde a 2,8 casos a cada 100 mil habitantes. No Brasil, no mesmo ano, foram detectadas mais de 26 mil ocorrências, o que expressa 12,9 casos a cada 100 mil habitantes. Os estados do Mato Grosso, Tocantins, Maranhão, Pará e Piauí são os que apresentam os maiores indicadores da doença.

A transmissão da hanseníase ocorre pela respiração e a partir do contato com pacientes ainda não tratados. Ao suspeitar dos sintomas, procure uma unidade de saúde da família mais próxima ou um dermatologista nas unidades de saúde do SUS e, também, no site da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Fonte: sbd.org.br

Entrevista com com a médicaSandra Durães. Ela é coordenadora da Campanha Nacional de Psoríase da Sociedade Brasileira de Dermatologia . Confira:

São Paulo e Minas Gerais representam 63% dos casos em investigação de febre amarela

O Ministério da Saúde recebeu 682 notificações suspeitas de febre amarela desde julho de 2018. Dessas, 554 foram descartadas, 12 foram confirmadas e 116 seguem em investigação. Todos os casos comprovados foram registrados em São Paulo – incluindo as cinco mortes devido à doença.

As suspeitas estão concentradas nos estados de São Paulo e Minas Gerais: são 74 casos dos 116 ainda em análise pelo Ministério da Saúde. O número representa 63% dos registros recebidos pela pasta até agora. Os casos da doença são contabilizados em ciclos anuais que ocorrem de julho a junho do ano seguinte.

Entre os anos de 2018 e 2019, o primeiro caso de febre amarela foi registrado em outubro do ano passado. O paciente acabou morrendo devido à infecção. O local do registro foi o município de Caraguatatuba, litoral norte paulista, onde 8 epizootias da doença (adoecimento ou morte de macacos por conta do vírus) foram registradas.

As epizootias são uma forma de detectar precocemente a circulação do vírus e estabelecer medidas de controle contra a febre amarela. A vacina é a estratégia mais efetiva de prevenção. Está disponível no Sistema Único de Saúde e é recomendada para todo o território nacional. Uma dose é válida por toda a vida.

Fonte: G1

 A mancha que não sai

“Fostes resgatados… pelo precioso sangue, como cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo.” (1Pe 1:18-19)

As pessoas gastam muito do seu tempo com limpeza: varrendo a rua, aspirando a casa, lavando roupas, carro, etc. Não há dúvida que uma boa faxina é necessária de tempos em tempos. Ninguém gosta de sujeira.

Mas há uma mancha que ninguém consegue remover, não importa quanto esforço despenda: a mancha do pecado! Muitos tentam encobri-la com um manto de civilização ou com uma capa de boas obras, mas tudo é em vão. O pecado permanece no coração humano, e Deus o vê com todo o seu horror. Ninguém pode escapar dele. Deus diz isso com muita ênfase em nossa leitura de hoje.

Só Deus mesmo pode remover o pecado, e Ele o faz a todos que clamarem a Ele: “Deus, tem misericórdia de mim, que sou pecador!” O homem nada pode fazer, pois Deus já fez tudo. E que preço Ele teve de pagar! Nada menos que o sangue do Filho de Deus foi oferecido para remover os nossos pecados – Deus “não poupou o seu próprio Filho, antes o entregou por todos nós”, palavras de Paulo em Romanos 8.32.

Cristo levou os meus próprios pecados como se fossem os Seus próprios pecados. Ele se pôs à disposição para tirar os nossos pecados, embora Ele fosse sem pecado. Ele “não cometeu pecado”; “nele não existe pecado”. Quer remover essa mancha da sua alma? Fale com Jesus sobre isso experimente como é bom ser uma nova pessoa. Presente Diário