Hackers

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08/11/2016

Por mais que se preocupe com a segurança de seu dispositivo, qualquer pessoa pode acabar se tornando vítima de hackers. E em alguns casos o usuário nem desconfia do que está acontecendo em seu computador, tablet ou celular.

“Em 60%  dos casos, as vítimas só ficam sabendo depois e por meio de uma terceira pessoa, a quem transmitiram o vírus, ou por uma instituição como o banco”, explica Jim Wheeler, diretor de ciberoperações.

Confira algumas dicas que podem indicar que o seu dispositivo foi hackeado e saiba o que fazer nesses casos:

  • Um dos principais sinais de que seu computador foi invadido é o comportamento diferente. Se os programas param de funcionar, há arquivos com conteúdo trocado e até flutuações na conexão, é bom ficar atento.
  • O surgimento de barras de ferramentas no navegador que não foram baixadas pelo usuário também podem indicar um malware no PC.
  • Se o antivírus parar de funcionar repentinamente ou parecer ter sido desativado, preste atenção.
  • No celular, um aumento no consumo de dados sem que o usuário tenha feito nada de diferente, pode ser sinal de um programa malicioso no dispositivo.

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Entrevista com o especialista em segurança de internet, Marcelo Lau. Ele dá dicas de prevenção contra hackers

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Imagens

Porque você me viu, você creu? Felizes os que não viram e creram (João 20.29).

A história da criação, no início do livro de Gênesis, relata que Deus fez o homem à sua imagem, isto é, parecido com ele. O Salmo 8 diz algo semelhante. Por causa disso, acabamos “devolvendo a bola” e ficamos imaginando Deus parecido conosco.

A imagem mais vulgar que produzimos, então, é aquela famosa figura do velho de barbas brancas, mas há também maneiras mais refinadas. A Bíblia não chama Deus de Pai? Pois então, muita gente imagina Deus parecido com o seu próprio pai, e se este infelizmente for alguém cheio de defeitos, imagina-se Deus também assim, e aí fica difícil confiar nele e amá-lo.

Deus nos proíbe de fazer uma imagem sua – não só em pinturas e esculturas, mas antes de tudo na nossa cabeça. Sabe por quê? Porque tudo aquilo que imaginarmos de Deus será deformado e muito menor que ele. O pior é quando a imagem que criamos é a de algum animal – aí Deus fica menor até mesmo que nós. Além de ser uma ofensa ao Criador, é uma enorme tolice. Se eu mesmo não dou conta da minha vida, algum animal vai fazê-lo?

Confiar em Deus sem tentar imaginá-lo mantém as portas abertas para todas as surpresas que ele tem para nós, justamente por ser muito maior e cheio de recursos do que conseguimos pensar.

Mas deixar de ter uma imagem de Deus também não quer dizer que ele seja algo distante e nebuloso. Ele veio ao encontro da nossa imaginação até onde necessitamos disso: um pouco do que ele é – justamente aquele pouco que é vital para nós – ele nos disse e mostrou que ele é amor, e esse amor ele tornou bem visível em seu Filho Jesus Cristo e seu sacrifício em nosso favor.

Portanto, continue não imaginando Deus. Seu amor você não precisa imaginar, porque ficou bem visível, e tudo o mais você não conseguirá imaginar, porque sempre haverá algo mais. Faça melhor: dê-lhe graças, adore-o e confie nele.

Por Roland Korber

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Alemanha abre investigação contra o Facebook por incitação ao ódio

A justiça da Alemanha anunciou nesta segunda-feira a abertura de uma investigação por uma denúncia de “incitação ao ódio” contra o criador do Facebook, Mark Zuckerberg, por falta de cooperação de sua rede social contra os comentários racistas.

A investigação, que está em uma fase preliminar, pretende “examinar se é possível identificar uma atuação penalmente repreensível e se o direito alemão pode ser aplicado” neste caso.

A investigação foi iniciada para examinar o fundamento de um eventual processo judicial por “incitação ao ódio” após a apresentação de uma denúncia neste sentido por um advogado alemão da Baviera, região de Munique. De acordo com o advogado, que recebeu com satisfação a iniciativa judicial, a investigação preliminar afeta Mark Zuckerberg e outros 9 executivos do Facebook.

O governo alemão já advertiu em várias ocasiões o Facebook e outras redes sociais por sua excessiva tolerância em relação a usuários que expressam posições racistas ou antissemitas.

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Marqueteiro político

 Marqueteiro é o profissional de marketing. O termo, todavia, é quase sempre utilizado pela imprensa para designar especificamente aqueles profissionais que fazem “marketing político”.

A ideia de vender ou promover um candidato a cargo político como se fosse um sabonete foi escrito pelo sociólogo austríaco Paul Lazarsfeld em 1969. Ele comparava a equivalência existente entre “o voto socialista e a compra de um sabonete”.

No Brasil, embora ações que poderiam ser definidas como “marketing político” já estavam presentes no governo de Getúlio Vargas, nos anos 1940, a profissionalização do setor só ocorreria mesmo com as eleições presidenciais de 1989, envolvendo os candidatos Luís Inácio Lula da Silva e Fernando Collor de Mello.

A partir daí, estratégias elaboradas pelos marqueteiros político de comunicação passaram a ser encaradas como de importância vital para o sucesso de uma campanha política.