Hábitos e costumes

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01.11.2016

Hábitos culturais e regras de comportamento são diferentes no mundo todo. Veja algumas delas em alguns lugares do mundo:

Itália: Palitar os dentes após as refeições significa que gostou da refeição.

Irlanda: Nunca recuse uma bebida. É imperdoável e um gesto rude.

Arábia Saudita: Arrotar após as refeições é sinal de boa educação e de satisfação pela comida.

Egito: Deixar um pouco de comida no prato durante as refeições, mesmo que esteja com muita fome, simboliza abundância, fartura e elogio ao anfitrião.

Tibete: Mostrar a língua para as pessoas, em algumas tribos, é um ato de cumprimento.

Coréia do Sul: Nunca converse com as mãos nos bolsos ou para trás. Isso é considerado um ato grosseiro.

Oriente Médio: Antes de uma reunião de negócios, é comum o ato de se compartilhar uma xícara de café ou chá de menta.

Tailândia: Numa conversa informal os tailandeses podem fazer perguntas muito pessoais, consideradas invasivas em nossa cultura. Mas não é por mal, é uma forma de demonstrar interesse em conhecê-lo melhor.

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Entrevista com o doutor em sociologia, Paulo Silvino Ribeiro. Ele fala sobre os hábitos culturais do brasileiro.

 

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Vendo além do avesso

A Bíblia e a experiência testificam: a vida é uma obra de arte. Na encantadora percepção e poesia do cantor Stênio Marcius, a vida é obra de tapeçaria! No entanto, obra de tapeçaria é “tecida de cores alegres e vivas que fazem contrastes no meio das cores nubladas e tristes”.

Assim, conforme reconhece o próprio Stênio, quando surge “uma cor escura, densa; dói, é ruim, sem dúvida”. O fato é que a gente precisa acreditar que o tapeceiro, que é Deus, sabe o que está fazendo, “sabe o fim desde o começo” e que no fim das contas tudo coopera para o nosso bem. A fé nos faz antecipar e enxergar a obra pronta, começamos a ver a vida do lado certo e não do avesso. Aleluia, Deus é o grande tapeceiro! Com sua habilidade e arte vai tecendo nossa vida!

O salmo 85 ilustra de forma muita rica esta verdade: a vida é um contraste de cores. O salmo está dividido em três momentos: no primeiro (vs.1-3), os verbos estão no passado e descrevem com cores vivas e alegres um momento de restauração na vida do povo (provavelmente a volta do exílio). Todo o país estava em festa, havia benção e prosperidade. No segundo momento (vs.4-7), os verbos estão no imperativo, são orações para que Deus restaure novamente a sorte de Israel. São tempos difíceis, tempos de crise; as cores tornam-se escuras e densas. Mas o salmista conhece o seu Deus, sabe que Ele é o Deus da restauração (que nos dá motivos de celebrar/festar), fez no passado e pode fazer novamente. No último momento (vs.8-13), a visão do salmista é futura. Ele vê novamente uma festa, e que festa! É uma grande “coreografia universal”! Os pares se juntam para a dança, se beijam e geram fruto. Que pares! Graça (amor leal) e verdade; justiça e paz. Deus e o ser humano (céus e terra) cooperam numa grande força tarefa. Resultado: benção/alegria/alimento (festa). O destaque na palavra terra evidencia que os tempos de crise se resumem a falta de pão (fome), por isso, a restauração assume a forma de grande colheita.

O povo da Bíblia vivia basicamente da agricultura/ pecuária, por isso a terra torna-se termômetro da vida, se a terra está produzindo então há festa/alegria/benção e prosperidade, ao contrário, instalam-se os tempos difíceis (crise).  Atualizando, a “falta de pão” em nossos dias toma a forma do desemprego, enfermidades graves, relacionamentos desestruturados (qualquer situação que ameaça a vida).

São tempos de crises, a paz é roubada. Mas, quem crê em Deus, mesmo na crise, sabe que dias melhores voltarão. Esta nova perspectiva começa quando paramos para escutar Deus. Acho muito significativo que Jesus tenha começado seu ministério em uma festa de casamento (cf. Jo. 2: 1-12). O vinho acabou, a crise chegou; porém, ele estava presente. Ele é a garantia que a festa deve continuar!

Pr. Israel Sifoleli

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Ucraniano troca seu nome para ‘iPhone SETE’ para ganhar um celular

Um homem na Ucrânia trocou oficialmente seu nome para iPhone 7 depois que uma loja de eletrônicos ofereceu o novo aparelho da Apple às primeiras cinco pessoas que fizessem esta mudança.

Antes chamado Olexander Turin, de 20 anos, ele recebeu seu aparelho como prêmio nesta sexta-feira. Um iPhone 7 na Ucrânia custa a partir de 850 dólares, cerca de 2700 reais. Enquanto a troca de nome no país custa apenas 2 dólares.

O garoto, iPhone 7,  disse à agência que seus amigos e família ficaram chocados com a mudança no início, mas depois apoiaram a ideia. Ele afirmou que pode mudar o nome de volta para Olexander Turin quando tiver filhos.

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Marqueteiro político

 Marqueteiro é o profissional de marketing. O termo, todavia, é quase sempre utilizado pela imprensa para designar especificamente aqueles profissionais que fazem “marketing político”.

A ideia de vender ou promover um candidato a cargo político como se fosse um sabonete foi escrito pelo sociólogo austríaco Paul Lazarsfeld em 1969. Ele comparava a equivalência existente entre “o voto socialista e a compra de um sabonete”.

No Brasil, embora ações que poderiam ser definidas como “marketing político” já estavam presentes no governo de Getúlio Vargas, nos anos 1940, a profissionalização do setor só ocorreria mesmo com as eleições presidenciais de 1989, envolvendo os candidatos Luís Inácio Lula da Silva e Fernando Collor de Mello.

A partir daí, estratégias elaboradas pelos marqueteiros político de comunicação passaram a ser encaradas como de importância vital para o sucesso de uma campanha política.