Gestão de conflitos

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17/01/2019 – FIQUE DENTRO

Em ambientes onde há concentração de pessoas, é natural que diferenças e divergências de opiniões gerem conflitos. Nas micro e pequenas empresas, onde a convivência de todos é mais próxima, essas situações podem ocorrer com mais frequência. Uma gestão empresarial eficiente está preocupada não apenas em evitar conflitos, mas também em resolvê-los da melhor maneira. Não importa quais membros da equipe estejam envolvidos, o importante é minimizar o impacto do problema. Por isso, é essencial que o planejamento estratégico de qualquer negócio contenha iniciativas de conciliação e mediação.

O principal desafio para gestores é identificar as causas das situações conflitantes. Elas podem ser geradas por diversas razões. Algumas são: imposições intransigentes, pressão do trabalho, expectativas frustradas, preconceito, mudanças repentinas na empresa, problemas nos fluxos de comunicação e insubordinação. Esse processo exige atenção e indica a necessidade de o gestor acompanhar de perto a condução de seus negócios. Ele tem a missão de minimizar o problema para que os impactos representem menos riscos à saúde da empresa e promovam ambiente mais cordial entre funcionários, colaboradores, clientes e chefias.
Cada situação vai exigir abordagem específica para a resolução de conflitos gerados no ambiente de trabalho. O empresário (ou funcionário responsável pela administração do setor) deve ter conhecimento dos fatos, ouvir os envolvidos, deixá-los à vontade para falar e identificar soluções que sejam equilibradas e justas para todas as partes.

O sucesso na administração dos conflitos na empresa vai demonstrar a habilidade do gestor de superar situações de crises e fazê-lo ser reconhecido como o ponto de equilíbrio da organização. O conciliador não pode deixar-se levar pela emoção. Caso contrário, suas tentativas de resolução podem ser insatisfatórias.

Entrevista com a Maressa Ribeiro, diretora do MoveLeaders. Confira:

Mais informações sobre MoveLeaders: moveleaders@gmail.com

Chineses fazem algodão brotar na lua Uma semente de algodão brotou na lua a bordo da sonda chinesa Chang’e 4. Essa é a primeira vez que qualquer matéria biológica cresce no nosso satélite, e representa um passo significativo para a exploração espacial. A capacidade de cultivar plantas no espaço é vista como essencial para missões longas, como uma viagem à Marte, que levaria cerca de dois anos e meio. Plantas haviam sido cultivadas na Estação Espacial Internacional antes, mas nunca na lua. As sementes estão armazenadas em um recipiente lacrado de 18 centímetros contendo ar, água, terra e nutrientes, a bordo da Chang’e 4. Elas foram adormecidas por meio do uso de “tecnologia biológica” durante a jornada de 20 dias da Terra à lua, e só começaram a crescer quando o centro de controle chinês no solo enviou um comando para a sonda regar as sementes. O broto de algodão emergiu de uma estrutura dentro do recipiente, projetado com a ajuda de 28 universidades chinesas. Além dele, o tanque possui ovos de moscas-da-fruta, levedura, sementes de batata e de uma planta comum da família da mostarda. Nenhuma germinou até agora. O experimento da mini biosfera lunar é destinado a testar a fotossíntese e a respiração – processos em organismos vivos que resultam na produção de energia. Um dos desafios é manter a temperatura favorável para o crescimento quando as condições na lua oscilam descontroladamente entre -173 e 100 graus Celsius ou mais. Além disso, os cientistas têm que controlar a umidade e os nutrientes. Caso você esteja se perguntando se o experimento corre o risco de “contaminar” a lua com material biológico, os cientistas acham que isso é de pouca preocupação. E vale lembrar que já existem contêineres de resíduos humanos por lá, deixados pelas missões Apollo.
Fonte: BBC

Confusão

Entre o santo e o comum não fazem diferença (Ezequiel 22.26). Confusão é mistura, desordem, alvoroço, caos. Quem mora nas grandes cidades, inevitavelmente enfrenta confusões no trânsito, nos mercados e feiras, nos estádios e recintos de espetáculos, enfim, nos mais diversos locais e acontecimentos da vida urbana. Verdade é que muitos desejam a confusão. No meio da desordem, o falso pode passar por verdadeiro, o ilegal tentar ser legítimo, o mau ser confundido com os bons e o criminoso simular sua inocência. Isso é confusão! Especialmente grave diante de Deus é a confusão espiritual, como a praticada por sacerdotes do povo hebreu que não distinguiam as coisas santas das profanas, ou, na expressão do autor sagrado, não discerniam o puro do impuro. Mal conduzido por seus líderes, Israel, no Antigo Testamento, costumeiramente procedia de maneira a confundir o que era agradável ao Senhor com o que era objeto de sua ira. Exemplo marcante dessa situação foi a construção de um bezerro de ouro para ser adorado no lugar do culto espiritual que era devotado a Deus (Êxodo 32). Os dias atuais não diferem dos confusos tempos vividos pelo povo escolhido. A miscelânea espiritual contamina a ética cristã, confunde e perverte a sexualidade e sacrifica o autêntico louvor ao Senhor. Por isso cresce a preocupação por uma religião de aparências ou por uma fé descomprometida. O homem continua a ignorar a Palavra de Deus, mas insiste em dar vigência ao seu impulso religioso numa espécie de fé paralela, calcada em dogmas ou doutrinas, princípios filosóficos ou religiosos, procurando acomodar o impossível, seu misticismo, com a necessidade de honrar, servir e participar da comunhão com Deus. Santidade e pecado são como a água e o óleo: não se misturam. Deus quer recebê-lo em seu regaço divino. Ele se alegra em saber que você está procurando aproximar-se dele, desejoso de viver em harmonia com ele só. Venha arrependido e confiante pelas mãos de Cristo. Chega de confusã!

A confusão religiosa fragiliza a fé e fecha o acesso à presença de Deus.

Crédito: Presente Diário