Fotografia

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09/01/2016

Quantas vezes você já teve de repetir uma foto porque achou que não ficou bem? A prática é bem mais comum do que você imagina.

Até conseguir a “selfie perfeita”, uma mulher descarta em média 5 outras fotos. É só na sexta tentativa que ela costuma apertar o compartilhar, segundo uma nova pesquisa do OnePoll, encomendada por um programa de TV britânico. Mas os homens não estão muito atrás. Em média, publicam a 4ª  foto que tiram.

A pesquisa ouviu 2 mil mulheres e 2 mil homens. O estudo descobriu que 41% das mulheres e2 6% dos homens se sentem mal em relação à própria aparência ao olhar para fotos publicadas em redes sociais.

Com a fotógrafa, Chris Dornellas. Ela fala sobre fotografia

Fazendo nossa luz brilhar

“Dispõe-te, resplandece, porque vem a tua luz, e a glória do Senhor nasce sobre ti.” Isaías 60.1

 Temos aqui um imperativo de Deus para Israel. Embora o mundo esteja em trevas, envolvido totalmente em corrupção, depravação, imoralidade, escândalo e guerra, a luz do Senhor brilha sobre seu povo.

“A vida estava nele e a vida era a luz dos homens. A luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela.” João 1.4 e 5. Jesus estabelece um reino de luz para todos os povos. O evangelho de Mateus faz uma observação grandiosa e abrangente citando o profeta Isaías: “O povo que jazia em trevas viu grande luz, e aos que viviam na região e sombra da morte resplandeceu-lhes a luz.” A luz a qual as Escrituras se referem representa as bênçãos, a presença de Deus e a revelação de Deus. O Senhor é a Luz, tanto na bênção como no julgamento. Em Gênesis 1.3 Deus disse: Haja luz e houve luz. Deus cria a luz.

No sermão do monte Jesus chama os discípulos de luz. Jesus compara seus discípulos com candeias acesas, que devem ser colocadas em lugares visíveis com o objetivo de brilharem.

O brilho da luz é oposição às trevas. Trevas representadas pelo pecado. Nossa responsabilidade como igreja e também individualmente, neste mundo, está relacionada com a pregação do evangelho, a luz de Cristo. Nosso testemunho fala mais alto que nossas palavras. Jesus disse: “Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras.” Mateus 5.1

A obediência a Jesus é a garantia contra as trevas do pecado. “Se, porém, andarmos na luz, como Ele está na luz, mantemos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado.” I João 1.7. Jesus é como o sol, que possui luz própria, o brilho que refletimos procede da luz de Jesus.

Em Levítico 6.13 vemos uma ordem aos sacerdotes que cuidavam das atividades do templo: “O fogo (luz) arderá continuamente sobre o altar; não se apagará. O fogo inicial foi ateado por Deus, e a ordem divina era para conservá-lo aceso, com azeite nas lâmpadas e da lenha no altar.” Assim Cristo também acendeu a luz em nós, e jamais devemos deixar que se apague.

Testemunhar não é algo que fazemos, é aquilo que somos. O apóstolo Paulo fala aos Efésios que no passado éramos trevas, porém, agora, somos luz no Senhor, assim devemos andar, (ser, proceder, responder e crer), como filhos da luz. (Efésios 5.8). E Tiago diz que: “Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai da Luzes.” (Tiago 1.1)

O brilho deste mundo é passageiro, a luz material é efêmera. É de procedência finita e caminha junto ao pecado. O brilho espiritual é uma aliança à humildade, é chorar pelas injustiças, é ser manso diante dos que querem levar vantagens. É ter fome e sede de justiça, é ser misericordioso, limpo de coração e pacificador.

Levanta, resplandece, faça sua luz brilhar. Brilhe com Jesus.

Pr. Paulo Cirelli

Pessoas com deficiência vão ‘dividir’ vagas com cotistas

 Pessoas com deficiência vão passar a “dividir” com negros, pardos e indígenas o sistema de cotas que dá acesso aos ensinos médio e superior em instituições federais. A nova lei, sancionada pelo presidente Michel Temer, foi publicada no Diário Oficial da União.

A norma não prevê aumento do número de vagas reservadas nem “divisão” entre cotas raciais e para deficientes. Todos, porém, deverão ter cursado o ensino médio inteiro em escola pública.

A legislação já permitia que as instituições federais de ensino optassem por reservar vagas para pessoas com deficiência, mas eram vagas à parte das obrigatórias para pessoas negras, pardas, indígenas e de baixa renda. A partir de agora, todos estão dentro do mesmo sistema.